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Competências

Um guia para principiantes 

Se és assíduo/a aqui no blog decerto que já leste vários artigos que referem o termo landing page ou páginas de aterragem, se traduzido à letra para português.

Este artigo é então inteiramente dedicado a esta ferramenta de marketing digital. A verdade é que quantos mais utilizadores aterrarem na tua landing page, mais hipóteses terás de os converter.

Assim, o que é uma landing page, quais os seus benefícios, que elementos deve conter e um passo-a-passo simples com links para softwares muito úteis, serão os tópicos que irão ser explorados neste artigo.

O que é uma landing page?

O que é uma landing page? O que é que a torna diferente de qualquer outra página? Porque é que as landing page são tão importantes?

Simplificando, uma landing page, também conhecida como página de aterragem ou página desembarque, é a primeira página em que os nossos potenciais clientes “aterram” depois de clicarem numa ligação. 

É diferente das outras páginas como um website, na medida em que segue ambos estes critérios:

  • Tem um formulário que lhe permite captar a informação de um visitante (ex: endereço de email) em troca de uma oferta desejada. 
  • A finalidade da landing page é converter visitantes em clientes

Quando falamos de “landing pages” no marketing online, referimo-nos geralmente a uma página especificamente concebida para receber e converter o tráfego de uma campanha de marketing online.

Aqui estão alguns exemplos de coisas que poderás querer que as pessoas façam na tua landing page:

  • Fazer uma compra
  • Submeter um formulário
  • Contatar a tua empresa ou a ti
  • Subscrever uma newsletter ou lista de correio electrónico

Os 5 elementos fundamentais de uma Landing page

No infográfico acima conseguimos perceber os 5 elementos fundamentais que devem estar presentes na tua landing page. 

Elemento #1 Proposta de valor presente no título e subtítulo

“Above the fold”. “Above the fold” é um termo roubado pela indústria jornalística online que se refere ao primeiro conteúdo que um utilizador vê

Elemento #2 Call to Action (CTA)

O formulário que criaste para o teu prospeto inserir o seu e-mail para receber um guia prático ou um ebook, por exemplo

Elemento #3 Os benefícios

O importante é manter o foco na forma como teu produto ou serviço facilitará a vida do teu cliente e não o quão fantástico é o teu negócio, produto ou oferta.

Elemento #4 Prova social/ Testemunhos dos Clientes

Os testemunhos são a forma mais simples de acrescentar provas sociais à sua página de desembarque. Se quiseres que o teu testemunho seja credível aos olhos dos visitantes:

  • Inclui mais detalhes
  • Inclui elementos visuais, fotografias, infográficos, vídeos
  • Incorpora conteúdo: se tiveres comentários interessantes noutra plataforma, por exemplo na Amazon, incorpora-os. As críticas em sites de terceiros não podem ser tão facilmente manipuláveis e por isso soam mais reais e credíveis aos nossos potenciais clientes.

Elemento #5 Argumento de Encerramento/Declaração de Reforço

Uma boa página de aterragem deve naturalmente levar o utilizador a concluir que a conversão é do seu melhor interesse.

Como criar uma Landing Page Passo-a-Passo

Se quiseres criar páginas de aterragem para as tuas campanhas de marketing, tens duas opções básicas: 

  • Construir as páginas diretamente no seu site, ou 
  • Criar as páginas de desembarque utilizando uma ferramenta de páginas de desembarque.

Embora muitas pessoas hospedem as suas páginas de aterragem no seu próprio website, não é necessário teres um website para a tua landing page. Podes criar páginas de aterragem através de ferramentas de software específicas para a criação de páginas de aterragem, tais como Instapage.

Muitos fornecedores de serviços de correio electrónico também incluem ofertas de criação de páginas de aterragem, como por exemplo o MailChimp

1. Descreve a tua oferta e campanha

Um copywriting poderoso é a chave para uma grande página de aterragem. A propósito desta questão não te esqueças de dar uma vista de olhos no artigo que escrevi sobre Marketing de Conteúdo.  

Então, primeiro, cria um esboço e decide no que te queres centrar. Lista a oferta e a campanha, depois pensa naqueles pontos básicos da página que referi acima – os 5 elementos de uma landing page.

Imagina que tens uma empresa de t-shirts vintage e queres promover uma venda em pack com 50% de desconto. A tua oferta poderia ser “50% de desconto em todos os packs de t-shirts vintage de cinco ou mais t-shirts”.

2. Enumerar os benefícios e a solução

Não importa o que estás a vender, os utilizadores querem saber como irão eles beneficiar dos teus produtos ou serviços? O sucesso de qualquer página de aterragem depende de como explica aos visitantes que o produto ou serviço que está a apresentar irá resolver o seu problema.

Sê conciso e claro. Estudos mostram que quanto mais palavras forem utilizadas numa landing page, menor será a taxa de conversão. 

Ao escrever, coloca-te no lugar do teu público-alvo ou persona e faz a ti próprio estas perguntas:

  • Qual é a sensação de ter este problema?
  • O que procuro para tornar o meu trabalho ou a minha vida mais fácil?
  • Como pode o produto ou serviço desta empresa resolver o meu problema?
  • Como é que o meu trabalho ou a minha vida será melhorada depois de comprar este produto ou serviço?

Responde a estas perguntas para preparar a sua oferta. Depois avança para o teu Call-To-Action, ou seja, uma chamada para a ação.

3.  Criar um CTA convincente

Os CTAs são uma ótima forma de promover o conteúdo da página de aterragem. A frase e o botão CTA numa página de aterragem têm um enorme impacto nas taxas de conversão. 

De acordo com a WordStream, podes melhor os teus CTAs assim:

  • Usando palavras de ação cativantes, tais como “receber” e “dar”.
  • Construindo uma sensação de confiança, como “Vamos construir a sua oferta”.
  • Apelando ao sentido de urgência de um visitante, mostrando o que obterá ao submeter o formulário de imediato, por exemplo, “50% de desconto nas primeiras 50 inscrições”.
  • Um grande botão CTA deve ligar-se à cópia da página como um todo, reiterando a oferta. Deve também apresentar um desenho apelativo que faça com que os utilizadores queiram clicar.

Lembra-te, o CTA precisa de ressoar com o contexto e com todos os restantes elementos da página de aterragem. Quanto mais coesos forem estes bens, maior será a probabilidade de as pessoas se converterem. 

4. Foco no design

Um bom design numa landing page afecta o que os utilizadores sentem sobre uma empresa, produto, ou serviço. Pode influenciar a decisão de conversão de um visitante. 

As melhores práticas de design de página de aterragem ditam que o layout é consistente com a marca da empresa existente e apela ao seu público alvo.

5. Optimizar para telemóvel

Já referi acima mas nunca é demais lembrar: 49% da população mundial utiliza a Internet móvel.  Ainda que a otimização das páginas de aterragem para telemóvel raramente é negligenciada, ainda assim acaba por ser muitas vezes um cuidado que se deixa para o depois.

As (melhores) ferramentas para criar páginas de aterragem

Um construtor de páginas de aterragem é um software concebido para criar, manter e otimizar páginas de aterragem. 

Em geral, os construtores de páginas de destino ajudam os utilizadores a criar rápida e facilmente landing pages. Fazem-no de múltiplas formas – fornecendo templates, oferecendo ferramentas de edição simples, integração com outras ferramentas existentes, e assim por diante.

Apesar de muito terem templates pré-definidos, muitos construtores de páginas de destino permitem uma grande personalização. Podem fazer tudo desde testes A/B, inserção dinâmica de palavras-chave, scripts e pixels personalizados, pop-ups, cabeçalhos cativantes, e muito mais.

O Que Deves Procurar nos Melhores Construtores de Landing Pages

  1. Facilidade de Utilização: Construir uma página de aterragem deve ser um processo relativamente indolor. Embora algumas ferramentas desta lista sejam mais intuitivas do que outras, de um modo geral são bastante simples.
  1. Muitas opções de personalização: A sua página de aterragem precisa de corresponder à sua marca, e estes construtores oferecem muitas opções de personalização para alterar fontes e cores, carregar o seu próprio conteúdo e imagens, e muito mais.
  1. Análise Integrada: Vai querer acompanhar os seus dados para medir o sucesso e fazer alterações para futuras campanhas. Todos estes construtores têm ferramentas analíticas disponíveis.
  1. Integrações de marketing por e-mail e redes sociais: Um bom construtor de páginas de aterragem torna simples incorporar a sua página de aterragem em qualquer canal(s) em que a sua campanha esteja activa. Isto pode ser através de ferramentas integradas ou integrações com ferramentas comuns de marketing de terceiros.
  1. Optimização para a Taxa Máxima de Conversão: Os melhores construtores de páginas de aterragem oferecem modelos ou tutoriais que ajudam a construir uma página de aterragem de alta conversão.

Deixo-te alguns exemplos de softwares que poderás usar para criar a tua landing page:

  • Instapage – O melhor software de página de aterragem global. Ideal para equipas e agências internas.
  • Landingi – O melhor equilíbrio de preço e funcionalidade.
  • GetResponse – Melhor ferramenta de página de aterragem para quem quer uma ferramenta tudo-em-um para funis de e-mail marketing e vendas. (Em português)
  • Unbounce – Excelente software de página de aterragem, mas o preço baseia-se em conversões.
  • Leadpages – Outro poderoso construtor de páginas de aterragem. Inclui um construtor de páginas de destino e tráfego ilimitado. Ideal para empresários em nome individual e pequenas empresas.
  • Wishpond – Tudo num só software que cobre páginas de destino, concursos sociais, e marketing por e-mail. Óptimo para equipas graças a contas de utilizador ilimitadas em cada plano. (Em português)

Dicas para aumentar (Certamente) as conversões da tua página de aterragem

Vamos recapitular alguns pontos importantes que não te podes esquecer quando crias a tua landing page:

Dica #1: Faz um pedido

Dica #1: Repete a tua Call to Action

Dica #3: Utiliza elementos visuais mas não exageres

Dica #4: Evidência Social: utiliza testemunhos dos teus clientes

Dica #5: Cria um senso de urgência no visitante

Dica #6: Optimiza a sua página para ser visível e apelativa em dispositivos móveis

Dica #7: Faz testes A/B

1) Teste um item de cada vez

2) Não testes qualquer coisa

Em relação à promoção da tua landing page, deixo-te algumas recomendações:

Email: Se já tiveres uma lista de e-mails, faz uso dela. É uma ótima forma de promover a tua página de aterragem. Envia um e-mail promocional para uma lista direcionada, ou seja, mais de acordo com o teu público-alvo pata aumentar a probabilidade das pessoas se converterem. 

Redes sociais: Como provavelmente sabes, as redes sociais são uma grande ferramenta para divulgar o teu conteúdo. No entanto, não promovas em todas as plataformas. Selecciona as plataformas onde sabes que o teu público-alvo está e promove fortemente.

Conclusão

O teu trabalho não termina assim que a tua página de aterragem estiver completa. De facto, ainda agora começou.

Tens de garantir que as pessoas estão a ver a tua página de aterragem, certo? Senão qual foi o objectivo de a criar? 

Quando a tua campanha estiver a decorrer e o tráfego estiver a ser conduzido para a página, é importante não te sentares, relaxado, como se estivesses a assistir a um espetáculo.

Verifica com alguma frequência os resultados das tuas páginas de aterragem. 

Pergunta-te: “A minha oferta continua a ter um bom desempenho mês após mês?”. Se não, o que mudou?

Se tiveres outras ofertas diferentes compara-as umas com as outras e vê se consegues descobrir um padrão de desempenho melhor que o de outras.

Se tiveres uma página de destino que esteja a ter um desempenho extremamente bom, volta a promover esse conteúdo e vê se consegues obter um aumento de contactos a partir daí.

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Competências, Tecnicas de Venda

Neste artigo vais ficar a conhecer várias ferramentas e técnicas de marketing digital que podes colocar à tua disposição para implementar para potenciar o sucesso do teu negócio. Mas antes demais, vou partir do princípio que és novo nesta matéria e falar-te um pouco do que é, afinal, isto do marketing digital.

O que é Marketing Digital?

Podemos dizer que marketing digital é, antes de tudo, um ato de comunicação realizado num ambiente digital. É o ato de promover e vender produtos e serviços através de estratégias de marketing na WEB, tais como: marketing de redes sociais, marketing de pesquisa e e-mail marketing.

Num momento em que a era digital domina a atualidade, o e-marketing tornou-se um meio de comunicação essencial.  E outro aspeto a salientar é que, no momento atual, já não é preciso ser-se uma grande empresa nem fazer um grande investimento para marcar presença online. No entanto, requer algum trabalho.

Hoje, mais do que nunca, as empresas precisam de cuidar da sua reputação digital e estabelecer uma interação permanente com os seus clientes, se quiserem ter um lugar de destaque.

Hoje em dia, os teus clientes estão online: absorvidos pelas redes sociais, mantendo-se atualizados em sites de notícias e blogues, e pesquisando online quando têm uma necessidade.

É por esta razão que no marketing digital é importante fazer a oferta certa, na altura certa e no local certo.

O marketing digital coloca-te nos mesmos canais digitais por onde andam os teus potenciais clientes, para que estes possam conhecer o que tens para lhes oferecer, aprender mais sobre a tua empresa, e até fazer perguntas para saber mais sobre os teus produtos ou serviços.

Existem diferentes técnicas de marketing digital que precisarás de aprender. Mas todas elas trabalham em conjunto para criar uma base para o teu negócio: atrair potenciais clientes, fomentar relações e fazer ofertas que o teu público apreciará e as quais responderá.

Os principais objetivos do marketing digital

As várias disciplinas do marketing digital têm como principal objetivo desenvolver a tua relação com os clientes.

O intento é optimizar a notoriedade da tua marca e fazer crescer o teu negócio. É importante que disponibilizes informação valiosa ao teu público-alvo para aumentar o tráfego e gerar conversões.

Graças a várias técnicas de SEO – Search Engine Optimization -, podes tornar a informação que partilhas, mais atraente, com artigos bem posicionados nos motores de busca e por conseguinte aumentas a probabilidade de os teus potenciais clientes descobrirem a tua empresa. Em certos contextos, podes usar esta influência para desencadear uma necessidade em potenciais clientes futuros.

Clica para saber mais sobre conteúdo SEO

Para otimizar as tuas hipóteses de alcançar os teus objetivos, o ideal é adotar uma estratégia que utilize vários canais digitais.

Porquê criar uma estratégia de marketing digital?

De facto, as empresas devem repensar a sua estratégia global para integrar os novos códigos digitais. A implementação de uma campanha de marketing digital é uma fase crucial de desenvolvimento, uma vez que permite à empresa dar a conhecer eficazmente a sua atividade na web e nas redes sociais. 

Com isto em mente, a tua empresa precisa de um plano de marketing digital? A resposta é um retumbante SIM! Precisas de o fazer para:

  1. Atrair, convencer, converter e fazer os teus clientes apaixonarem-se pelo teu produto ou serviço.  
  2. Planear todas as estratégias e ações para atingir o teu cliente alvo.
  3. Segmentar as tuas campanhas de marketing digital para fornecer valor em cada etapa.

Como fazer Marketing Digital?

Começa por criar um plano de marketing digital. Basicamente é um documento que contém os detalhes de todo o planeamento das tuas campanhas ou ações de marketing digital. Neste plano vamos detalhar, entre outras coisas:

– Objetivos empresariais de curto, médio e longo prazo.

– As estratégias para atingir os objetivos a nível digital.

– Os canais a utilizar.

– Os planos de ação e de desenvolvimento.

– O investimento e o orçamento. 

– O calendário e o roteiro.

5 passos para um plano de marketing digital

1. Analisa a tua situação atual usando o modelo SWOT

O “S” vem de Strengths em inglês e diz respeito aos “Pontos Fortes” da tua empresa. Alguns exemplos:

  1. Que elementos positivos têm impulsionado as vendas?
  2. Quais as vantagens que a tua empresa apresenta face aos concorrentes diretos?
  3. De que recursos dispõe a empresa? Logísticos, humanos e materiais. 

O “W” vem do inglês Weakness, e são os “Pontos Fracos” da tua empresa, que deverás melhorar:

  • Que fatores internos afetam negativamente as vendas e os processos?
  • Que fraquezas têm sido evidenciadas por agentes externos? Exemplo: demora na entrega dos produtos ao cliente. 

O “O”, do inglês Opportunities, significa “Oportunidades”. No mercado no qual a tua empresa atua:

  • Que tendências existem no mercado em que operas que podem ser janelas de oportunidade para desenvolver produtos ou adequar os que já existem?
  • Que mudanças tecnológicas surgiram que possam ajudar a melhorar a qualidade dos produtos desenvolvidos na tua empresa?

E por fim, o “T”, do inglês Threats, ou seja, “Ameaças”. No mercado atual:

  • O que é que os teus concorrentes têm andado a fazer que possa afetar a tua taxa de conversão?
  • Que dificuldades a tua empresa tem experienciado?

2. Define os objetivos da tua estratégia de marketing digital – Objetivos SMART

Com as conclusões a que chegaste ao utilizar o método de análise SWOT, já estarás em condições de definir os teus objetivos empresariais. E então o que te vou explicar de seguida é como definir um bom objetivo, um objetivo SMART.

Traduzido do inglês, SMART é o acrônimo para: específico, mensurável, atingível, relevante e temporal.

Definir objetivos é uma tarefa por si só complexa, mas de extrema importância para nos mantermos motivados, focados e em constante evolução!

Um objetivo é SMART quando:

  1. Temporal. Ao ser definido uma data limite, ou um período de tempo para a sua concretização, é possível perceber a evolução do teu trabalho e o quão perto ou longe estás de atingir os resultados que desejas. Também é uma boa estratégia para evitar a procrastinação e o “fica para depois”.
  1. Mensurável.  Quando quantificas os resultados que pretendes atingir sabes exatamente o que queres alcançar. 
  1. Atingível. Defines objetivos com base na realidade e já com algumas ideias em mente de como o atingir. 
  1. Relevante. A sua ideia é produzir impacto real. Poderás ter como objectivo, aumentar o número de seguidores para introduzir um novo produto ou, simplesmente, promover a interação entre a empresa e os seus potenciais clientes.
  1. Específico. Um objetivo vago, e amplo, será mais difícil de atingir.

(No artigo, 7 dicas para ser produtivo)

3. Define a tua estratégia de marketing digital:

  1. Mercado-alvo: a quem se dirige os teus produtos? Sugiro-te a leitura deste artigo Quem é o teu cliente ideal, para identificares o teu cliente-avatar. 
  1. Posicionamento: Para conseguir um posicionamento adequado, é crucial que a tua proposta de valor seja muito clara. Em suma, é a razão pela qual o consumidor deve escolher-te a ti e não a concorrência. Deves apresentar a tua proposta adequadamente nos canais onde o teu público está presente (redes sociais, blogs, e-mail marketing, e muito mais).
  1. Marketing de conteúdo: só este ponto dava pano para mangas. Na sua definição, marketing de conteúdo é o processo de criação de conteúdo e consequente publicação de forma consistente sobre o que o teu o público quer consumir. Ou seja, artigos que acrescentem valor, artigos de qualidade. Esta é uma formas mais consistentes de gerar mais tráfego e aumentar a taxa de conversão. 
Clica para saber mais sobre Marketing de Conteúdo

4. Define os canais/ ferramentas digitais que vais utilizar e de que forma

Hoje em dia, considerando que o número de canais digitais a gerir se está a multiplicar e a quantidade de informação que obtemos sobre os nossos clientes está a aumentar, é fundamental teres uma estratégia Web (campanhas de e-mail marketing, meios de comunicação social, CRM, otimização da web, estratégias SEO, publicidade online, etc).

4.1. Um Website: a base de qualquer estratégia digital 

O “passa a palavra”, os meios de comunicação social, ou um motor de busca podem ser a forma como os teus potenciais clientes ouvem falar pela primeira vez da existência da tua empresa. 

Ainda assim, em última análise, a maioria dos consumidores explorará um website antes de visitarem pessoalmente uma empresa.

Se o teu website não for user friendly, ou seja, intuitivo, organizado e que funcione em vários dispositivos, pc, telemóvel, tablet, ou se for difícil de encontrar, estarás a encaminhar os potenciais consumidores para a concorrência (aqueles que têm um website grande e fácil de usar!). 

Certifica-te que quando um potencial cliente se deparar com o teu website, ele terá uma grande primeira impressão.

4.2. Landing pages e lead magnets

  • Landing page: é uma página web de aterragem, o local onde o cliente chega quando quer aceder a um site, por exemplo. Nessa página de aterragem vai encontrar o teu lead magnet que pode ser, por exemplo, um formulário (de subscrição de newsletter ou cupão de desconto) no qual deverá preencher os seus dados. 
  • Lead: é aquele cliente cujos dados, nome e e-mail, conseguiste captar
  • Lead Magnet: é a forma como vais captar os dados de um cliente para ele se tornar um lead

Se pretendes ser bem sucedido na aquisição de clientes online, então terás de construir uma lista de correio eletrónico. E para construir eficazmente uma lista de correio eletrónico, precisas de um lead magnet que leve à efetiva geração de leads.

Um lead magnet é uma oferta que podes promover a potenciais clientes em troca do seu endereço eletrónico e talvez de outras formas de informação (tais como nome e números de telefone).

Um bom lead magnet tem de dar uma resposta de forma breve a um problema específico da tua audiência.

Alguns exemplos de lead magnets: amostras, guias digitais, vídeos instrutivos, ofertas, cupões de desconto, etc.

Um bom lead magnet deve obedecer a pelo menos duas regras:

  1. Alto Valor Percebido: Dependendo do tipo de mercado em que te encontras, o teu lead magnet deve ser visto como algo altamente valioso (ou melhor ainda, deve ter um elevado valor real).
  1. Gratificação instantânea: O teu público está constantemente à procura de uma solução imediata para o seu problema. Se o teu lead magnet conseguir preencher essa lacuna, estarás a construir uma lista de correio eletrónico num instante.

Quando o teu público consome o teu lead magnet, a probabilidade de estar mais convencido que deve comprar na tua empresa, em vez de se dirigir aos teus concorrentes, aumenta.

4.3. Publicidade online e direcionada

A publicidade directa é uma estratégia que visa atingir os consumidores sem necessidade de algum tipo de intermediário para estabelecer a ligação.

Um dos tipos de publicidade direta mais comummente reconhecidos é o correio direto. A publicidade por correio eletrónico envolve a entrega de uma solicitação a um potencial comprador através de correio eletrónico direto ao consumidor. Normalmente, o consumidor tem a oportunidade de ser redirecionado para um website para saber mais sobre o produto, ou pode ir diretamente para uma página web e fazer uma encomenda.

4.3.1. E-mail Marketing

O e-mail marketing permite-lhe segmentar os seus clientes em diferentes listas com base nas suas preferências para enviar conteúdos altamente personalizados. Desde elaborar a linha de assunto perfeita a cuidadosamente selecionar imagens que ressoam com o teu cliente, assim como criar conteúdos valiosos que ajudam o teu público.

O e-mail marketing é o canal perfeito para conduzir o envolvimento.

É um tipo de marketing na Web que ocorre quando uma empresa envia mensagens ou campanhas promocionais a grupos de pessoas por e-mail. Normalmente, estas mensagens contêm anúncios, mensagens comerciais, ou uma CTA – Call to Action.

Qualquer tipo de e-mail com o referido conteúdo pode ser considerado e-mail marketing e o seu objetivo é adquirir novos clientes, construir ou melhorar a relação de confiança e lealdade de uma empresa com os seus clientes atuais.

4.3.2. Anúncios no Facebook

Os anúncios no Facebook são um excelente exemplo da prática de publicidade em redes sociais. Com o número mais elevado de utilizadores mensais ativos de qualquer rede social no mundo, o Facebook tornou-se um elemento altamente competitivo, e potencialmente lucrativo, em muitas estratégias de publicidade digital de empresas.

A publicidade paga em redes sociais ajuda os utilizadores a encontrar negócios com base nas coisas em que estão interessados e nas formas como se comportam online.

As empresas e comerciantes que experimentam os anúncios do Facebook ficam muitas vezes impressionados com a extensão das suas opções de targeting e customização, ferramentas que têm à sua disposição para criar anúncios apelativos e cativantes. É muito importante salientar também que te permite distinguir os anúncios com melhor desempenho dos piores e descobrir reações negativas. Se identificares os motivos para tais reações vais conseguir trabalhar melhor a forma como comunicas o teu produto ou serviço. 

Outro ponto importante na publicidade no Facebook é que podes utilizar o retargeting que não é nem mais nem menos que a prática de mostrar anúncios a pessoas que já visitaram o teu site.

4.3.3. Google Ads

O Google Ads, anteriormente Google Adwords, é a plataforma de publicidade da Google e lidera o mercado dos media online.

Destaca-se pela representatividade que todos conhecemos mas também porque através do Ads as empresas que anunciam podem se destacar para um público super segmentado.

Quando pagas por publicidade no Google Ads não é só para o teu negócio aparecer em todo o lado.  Estarás a investir num mercado-alvo qualificado e que tem interesse pelo teu negócio.

Melhor que ninguém, a Google, através do Guia de utilização do Google Ads, explica-te o que precisas fazer para começar e que estratégias usar para obter sucesso nas tuas campanhas. 

4.3.4. Influencers

Segundo o BusinessDictionary.com, os influenciadores são “indivíduos que têm o poder de afetar as decisões de compra de outros devido à sua (real ou percebida) autoridade, conhecimento, posição ou relação”.

Agora imagina que  alguém com um público de meio milhão de pessoas e uma influência tão incrível sobre o teu público-alvo, partilha uma publicação tua no seu blogue ou na sua página do Facebook? Ou que endossa publicamente o seu novo produto ou serviço?

Muitos negócio recorrem hoje aos influenciadores para promover os seus produtos e serviços.

5. Analisa a performance do teu plano através de KPIs

O trabalho não acaba depois de se ter concebido e implementado uma ou mais estratégias de marketing digital. O passo seguinte é um dos mais importantes: analisar os resultados. A análise de dados transformou-se num pilar para otimizar com sucesso o desempenho e os gastos do marketing digital.

Temos de medir cada ação utilizando KPIs que são basicamente indicadores-chave de performance. Alguns exemplos de KPIs:

  • ROI (Retorno sobre Investimento): Melhorei o desempenho financeiro da minha empresa?
  • Quantidade de clientes: Aumentei o número efetivo de clientes?
  • Retenção de cliente: Os meu clientes voltam a comprar?
  • Eficiência e Qualidade: Implementei medidas que agilizam o tempo de produção e trouxeram melhorias nos processos de fabrico?

Medir a eficácia das estratégias e atividades que implementamos no nosso marketing digital ajudar-nos-á a corrigir o que não funciona para atingir os objetivos que estabelecemos. Por isso, certifica-te de que dispões de um sistema eficaz de visualização de dados em tempo real.

Conclusão

Hoje em dia, um negócio que não está online é como se não existisse. Passa a ser um negócio que se sujeita aos “clientes de passagem” e a “clientes curiosos” que raramente compram.

Se antigamente, se distribuíam folhetos na rua como forma de publicidade, hoje basta pegar no nosso computador ou mesmo no telemóvel e com alguns cliques conseguimos levar o nosso trabalho a uma larga escala de pessoas independentemente da sua localização. Todas elas passam a ser potenciais clientes.

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Competências

Se achas que escrever um artigo é difícil então imagina o que é escrever um artigo sobre como escrever um artigo para SEO!

Um artigo pensado para Search Engine Optimization (SEO) é um artigo que é escrito, estruturado e formatado para se tornar mais competitivo com outros na mesma área com o objetivo último de atingir o topo nas páginas de resultados dos motores de pesquisa.

Neste artigo, para além de esclarecer sobre o que é um artigo SEO – friendly, vou dar-te a conhecer técnicas e ferramentas que te serão úteis para o fazer.

Clica para saber mais sobre Marketing de Conteúdo


Decerto que já te viste confrontado/a com uma página em branco, um artigo a ter de sair dali e a cabeça a não querer colaborar. Claro que podíamos escrever sobre qualquer coisa, sem estrutura, nem grandes preocupações, mas também onde é que isso nos iria levar? A lado nenhum, pois está claro. 

Existem imensas, mas estas são as principais vantagens de escrever um artigo SEO – friendly:

  • Poupas tempo ao teu futuro-eu: podes obter resultados a longo prazo quando o tráfego chega ao teu site todos os meses, sem investires muito na promoção desse conteúdo. 
  • Crias conteúdos verdadeiramente valiosos: respondes a perguntas que o teu público realmente faz. 
  • Atrais novas audiências: as pessoas que encontraram a resposta à sua pergunta no teu artigo podem tornar-se uma audiência leal e até embaixadores da tua marca.

Se precisas de saber como escrever um artigo SEO de sucesso, este artigo é para ti. E para ser ainda melhor, é um guia, ou seja, é prático e simples.

O que é conteúdo SEO

Conteúdo SEO refere-se à criação de conteúdo que ajuda as tuas páginas web a ocupar um lugar de destaque nos motores de busca. Tem tudo a ver com a escrita e estruturação de conteúdo. 

O conteúdo SEO é importante porque os motores de busca, como o Google, leem as tuas páginas na Internet. As palavras que utilizas ao escrever um texto para o teu website/ blog determinam se este será ou não bem classificado nas suas páginas de resultados. 

Deves ter em consideração duas coisas para produzir conteúdo que faça com que o teu blog seja bem classificado: palavras-chave e copywriting (escrita persuasiva). 

Até podes ter um website/ blog muito bonito e apelativo, mas se não tiveres conteúdo de qualidade o teu site não tem qualquer hipótese nos motores de busca.

Que tipo de conteúdo pode ser SEO 

Qualquer tipo de conteúdo pode ser “conteúdo SEO”: páginas de produtos, landing pages, ferramentas interativas e até vídeos. Mas quando a maioria das pessoas fala de “conteúdo SEO”, está a falar de publicações/ artigos em blogs.

Por essa razão, é que nos vamos centrar neste guia em como escrever bem um artigo para Search Engine Optimization – SEO.

Passo-a-passo para escrever um artigo SEO de sucesso

1. Encontrar um tópico de interesse que gere tráfego

Antes mesmo de pensares em colocar a caneta no papel, é necessário que encontres um tópico relevante com “potencial de tráfego“.

Se não sabes que tópico abordar, a resposta está nos teus clientes. Pensa em temas amplos que os teus potenciais clientes possam estar à procura. Questões levantadas por eles, ou sugestões, também serão um ótimo tema para os teus artigos. 

Dou-te um exemplo prático: imagina que vendes produtos de panificação, online. Um tema para escreveres um bom artigo SEO pode passar por receitas de produtos de panificação, revisões de utensílios de cozinha, ou outras matérias relacionadas com panificação.

2. Pesquisar palavras-chave sobre o tópico

Cada estratégia de SEO de conteúdo deve começar com uma pesquisa de palavras-chave sobre o tópico escolhido. Serão essas palavras que terás que introduzir ao longo do texto do teu artigo. Tens de saber que palavras-chave o teu público pesquisa, no tema que escolheste, se quiseres gerar tráfego. 

Poderás utilizar plataformas especialistas na sugestão de tópicos e palavras-chave como a de Neil Patel. Poderás adquirir uma subscrição mensal/ anual ou então usufruir das pesquisar gratuitas limitadas que o site te oferece.

Voltando ao nosso exemplo sobre panificação e utilizando a aplicação Ubersuggest, algumas palavras-chave mais procuradas pelos utilizadores de motores de busca são: o que é panificação; confeitaria e panificação; panificação e confeitaria profissionais; produtos para panificação; panificação curso; panificação industrial; panificação e viennoiserie, etc. Estes são então exemplos de palavras-chave que poderás utilizar no teu texto para que este chegue a uma melhor posição no ranking.

Não terás dificuldade em construir uma lista de 5 a 10 palavras-chave, as quais poderás categorizar entre principais e secundárias consoante o foco do teu artigo. 

A tua palavra-chave principal deve aparecer no título do teu artigo mas também no primeiro parágrafo. Idealmente, deves colocá-la na primeira frase.

Desta forma, o Google poderá notar a correlação óbvia entre os dois, título e introdução mas atenção isto não é a 100%, ou seja, pode não ser suficiente.  Se a tua palavra-chave principal estiver no título, primeiro parágrafo e for repetida inúmeras vezes ao longo do artigo, isto sim, já é suficiente para que o Google tenha a certeza de que esta é a tua palavra-chave/ frase principal.

3. Escrever o artigo

Como referi na introdução deste artigo, escrever um artigo SEO de sucesso tem tudo a ver com a escrita e estruturação de conteúdo. Nos próximos pontos vou ensinar-te técnicas para estruturares de forma correta o conteúdo do teu artigo SEO.

Estruturar o texto de um artigo SEO

É importante que conheças o comportamento da maior parte das pessoas quando se depara com um artigo de assunto de interesse para elas. Antes de decidirem se devem ou não ler algo, as pessoas tendem a passar os olhos por um texto, como se fizessem um scan. Querem saber do que se trata antes de o começarem a ler até ao fim.

Muito provavelmente já se passou o mesmo contigo. Encontraste um artigo e começaste por olhar para os títulos e subtítulos, tal como para o primeiro parágrafo de um texto, para determinar se esse mesmo artigo era interessante para ti. 

Por isso mesmo, os títulos no corpo de texto de um bom artigo SEO devem ser atrativos e devem indicar claramente o conteúdo no parágrafo abaixo do mesmo. Formata o teu cabeçalho para H1 e coloca-o acima de cada parágrafo (ou acima de um grupo de parágrafos que sejam tematicamente semelhantes).

Para facilitar a leitura do teu artigo tenta não criar parágrafos muito extensos. Não te esqueças que muitos dos teus leitores poderão estar a utilizar um telemóvel, tablet, notebook ou um computador para ler o teu artigo. Por isso mantém parágrafos pequenos, bem divididos para facilitar o seu consumo nos mais diversos dispositivos. 

Deves procurar preservar a fluidez do texto. Deixa o leitor “respirar”, não escrevas frases excessivamente longas e se a criação de tópicos ajudar, utiliza-os para melhor visualização ou compartimentação do texto. 

Otimizar a introdução

  • Coloca as principais palavras-chave nas duas primeiras frases da tua introdução porque são apenas as duas primeiras frases que normalmente aparecem nos resultados dos motores de busca.
  • Repete as tuas palavras-chave algumas vezes: na introdução umas 2-3 vezes. Não exageres mas também não peques por defeito. Podes querer posicionar bem o teu artigo mas não deixes que isso afete a leitura do artigo que se quer fluída. E como os motores de busca não gostam da excessiva repetição de palavras-chave, corres o risco de te ‘des-indexar’ o artigo, tornando-o difícil de encontrar online.
  • Ainda na introdução, inclui os pontos-chave do teu artigo, que deves expressar de forma clara e concisa.

Títulos de artigos que os motores de busca mais simpatizam

Para teres aquele título excepcional que prende o olhar dos teus potenciais clientes, e que é bem classificado pelos motores de busca, deves:

  • Criar um H1 único. Isto ajudará a evitar que os visitantes se percam entre páginas semelhantes no teu site.
  • Incluir no título 1-2 palavras-chave relacionadas com o teu tópico
  • Descrever o que é discutido no corpo do texto. O H1 da página deve descrever o conteúdo, caso contrário o Google considera a discrepância como sendo de baixa qualidade de conteúdo.
  • Criar um título não muito longo: considera a hipótese de mover uma frase do título para a primeira ou segunda frase da tua introdução, caso este seja muito longo.
  • Introduzir um número: As 10 melhores receitas para a batedeira modelo XYZ, por exemplo. No primeiro parágrafo poderás colocar algo como: A marca XPTO, há 20 anos no mercado, foi mais longe e lançou este mês a nova batedeira XYZ. Neste artigo vou apresentar-lhe as 10 melhores receitas que lhe vão permitir usar o máximo potencial desta excepcional máquina. 
  • Utilizar palavras como: “como”, “porquê”, “o quê”, e “onde”. Desta forma, ajudarás as pessoas a compreender o que encontrarão na página abaixo – guias e artigos de “como” também conduzem 2x mais tráfego em comparação com outros tipos.

Tamanho do artigo

O bom senso impera. Não deixes nada por dizer mas também não enchas o teu artigo com “palha” para aumentar o seu tamanho. 

Existem estudos que indicam que o Google, enquanto motor de busca, gosta de artigos com uma contagem média de palavras na ordem das 1500.

Se chegaste às 1000 e sentes que não existe mais nada de valor que possas acrescentar, é preferível dar o artigo por concluído do que tentar tirar mais 500 palavras da cartola, que basicamente poderão pôr em causa a qualidade do teu artigo. 

Um artigo SEO quer-se visualmente apelativo

Torna o teu artigo mais apelativo. Utiliza imagens, fotos, infográficos, vídeos, … tudo o que achares que complementa ou ilustra a informação que estás a passar no teu texto.

Adicionar links num artigo para SEO é importante

A existência de links para o teu artigo nos teus meios de comunicação social, redes e sites institucionais é deveras importante. Quanto mais ligações para o teu artigo, mais os motores de busca, como o Google, o valorizarão e destacarão.

Quanto mais ligações a partir de sítios respeitados/fiáveis, mais poderoso é o efeito. Encoraja colegas a ligarem-se ao teu artigo e não te esqueças de fazer o mesmo por eles!

Introduzir Call-to-Action num artigo para SEO

Uma chamada à ação (CTA) é uma palavra ou frase que leva o leitor do teu artigo a tomar uma ação específica.

Com a chamada à acção certa, podes persuadir as pessoas que visitam o teu blog ou lêem o teu conteúdo a fazer algo específico, como por exemplo:

  • Comprar um produto
  • Fazer um download
  • Inscrever-se para um boletim informativo
  • Ler o resto de um artigo
  • Partilhar um conteúdo nas redes sociais, entre outros. 

Pegando no exemplo de artigo que falámos anteriormente As 10 melhores receitas para a batedeira modelo XYZ poderás, no teu artigo, convidar os teus leitores a visitarem a tua loja online a fim de comprarem o novo modelo de batedeira.

Conclusão

Se nunca antes escreveste um artigo SEO, poderás fazê-lo com estas instruções simples e assim melhorar substancialmente o posicionamento do teu blog nas pesquisas em motores de busca. 

Escreve para os teus potenciais clientes. Escreve artigos de valor acima de tudo. E com a ajuda desta técnicas de escrita de artigos SEO chega mais longe e a mais clientes. 

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Mindset

As desculpas que te impedem de dar o salto

Queres começar um negócio mas na tua cabeça há pelo menos um milhão de razões para não o fazer. 

Sentires-te apreensivo em dar o mergulho é justificado. Criar um negócio de sucesso não é fácil, mas é possível e tu podes conseguir.

Neste artigo quero falar-te sobre começar um negócio mas vamos ter especial atenção às inúmeras desculpas para não o fazer.

Grande parte desse milhão de razões que arranjaste para não começar um negócio são desculpas. É importante em primeiro lugar desconstruí-las até que deixem de ser desculpas.

O problema de te prenderes às desculpas é o de não avançares com a tua ideia de ter um negócio próprio é estares a impedir-te a ti próprio de viver o teu estilo de vida ideal. Felizmente, começar um negócio não é realmente assim tão difícil. É muito trabalho sem dúvida, mas o teu estilo de vida ideal vale a pena, certo?

Outra coisa que gostava que tivesses em mente: entre começar um negócio e desenvolvê-lo todos falham a dada altura. Entender que errar faz parte da jornada do sucesso é um dos mindsets mais importantes.

E como disse Wayne Gretzky: “Falhas 100% dos tiros que nunca atiras”.

# 1: Tenho medo de começar um negócio 

Se não tivesses medo algum seria de estranhar e muito provavelmente podia até indicar que não te estás a esforçar o suficiente. Digo-te porquê; porque os empreendedores têm muitas vezes medo (quem não tem!) e porque o medo é de certa maneira bom. Eu sei, parece estranho, mas é verdade. Ter algum medo mantém-te alerta.

Poderás ter medo porque não tens sequer uma ideia de negócio. Não tens de inventar a pólvora mas também não deves copiar outros. 

Experimenta pesquisar “ideias de negócios” num motor de pesquisa qualquer. Vais surpreender-te com a quantidade de ideias disponíveis na internet. 

# 1.1 Não tenho uma ideia de negócio de sucesso

Agora qual escolher perguntas tu. Nem todas as ideias serão as melhores para ti. Podes começar pelas que estiverem relacionadas com uma competência tua. Dou-te alguns exemplos: 

  • Gostas de cozinhar e todos, família e amigos, adoram os teus pratos. Porque não começar um negócio em torno da restauração?
  • Tens algumas competências tecnológicas e frequentemente te pedem para que resolvas problemas em computadores e telemóveis. Num mundo onde a tecnologia impera de certeza que não te irá faltar trabalho se avançares com um serviço de reparação. 

Como vês a escolha não tem de ser assim tão difícil. 

# 1.2. Não sou especialista em nada e não quero mentir ao meu público

Não precisas de ser nem de o fazer.

“Eu nunca tirei um curso de reparação de telemóveis e computadores!”, dizes tu.

Imaginemos, por um momento, que numa escala de conhecimento de 1 a 10 tu és um “2”. Um “2” bastante eficiente, por isso vá, és um “3”. 

Agora pensa em quantas pessoas são um “2” ou um “1” no mesmo espectro. Ou mesmo um “zero”.

Para eles, tu és um especialista!

Sabes muito mais do que eles e, provavelmente, eles estarão dispostos a pagar-te para tratares de tudo o que não entendem nem um pouco sobre o  problema que têm.

O verdadeiro segredo para fazer este modelo de espectro funcionar é continuar a subir no espectro.

Não nos podemos contentar em ser um “3” para o resto da vida senão  ficaremos sempre presos a fazer trabalho de níveis inferiores. Como regra geral, quanto mais baixo for o espectro, menos poderás cobrar e mais difícil será encontrar clientes de qualidade.

Por isso, sobe na escala. Melhora.

À medida que te tornas um “5”, faz um trabalho para clientes de nível 3 e 4.

Se fores um “9,” vais conseguir clientes para o nível 6, 7, ou 8.

Há muitas formas de contornar esta questão das competências. Podes:

  1.  Aprender as competências que te faltam.  Não é tão difícil como possas pensar. 
  1. Se não quiseres aprender ou não tiveres tempo, pode associar-te a alguém para trocar serviços. Por exemplo, tu divulgas o negócio e angarias clientes e o teu parceiro participa nas questões mais técnicas do negócio.

Não tens de ser um perito na área, nem sequer tens de aparentar sê-lo, deves ser honesto com o teu público. Não vais publicitar ou aceitar um trabalho que sabes que não vais conseguir fazer. A tua reputação iria por água abaixo. Mas deves focar-te nas tuas reais competências e valorizá-las. Não tens ideia da quantidade de pessoas que me procuram para que as ajudem, pessoas com competências que não sabem sequer que têm! São tantas! 

Por isso, pára de te desculpar. 

Se tens medo e nem sabes porquê, a culpa é do teu cérebro reptiliano.

O teu cérebro reptiliano quer proteger-te daquilo que não conhece e que considera perigoso. Controla os nossos padrões de comportamento inatos e automáticos de autopreservação, que asseguram a nossa sobrevivência e a da nossa espécie.

O cérebro reptiliano não é uma coisa má, de forma alguma. É sempre uma boa ideia ter um pouco de auto-conhecimento, compreender como as pessoas pensam e estar consciente do seu próprio comportamento.

Quando compreendemos o nosso processo de pensamento, podemos fazer melhores escolhas.

Tomar consciência de crenças limitantes, através da auto-conferência de pensamentos, foco e rotinas. A nossa realidade corresponde às nossas expectativas e atenção. Pensar que algo é suficientemente bom assim como está, ou que é impossível, ou ainda que é o melhor que pode ser, impede-nos de nos esforçarmos por mais.

“Movo-me na minha rotina e mudo o meu contexto”: Não podes esperar mudanças na tua realidade se não estiveres disposto a mudar rotinas, de ação ou pensamento. 

O crescimento empresarial exige a destruição de zonas de conforto e o aumento constante do leque de prospectos.

O crescimento não acontece no conforto. A mudança não é fácil. Todos os medos, inseguranças, ansiedades vêm apressados para salvar a zona de conforto de explodir. Por vezes, leva meses de esforço ativo antes de se sentir qualquer progresso. 

Quando o crescimento acontece, energiza a nossa vida e os nossos negócios. A melhoria contínua dá alento todas as manhãs para começar o dia e vale a pena todo o trabalho árduo. Para não mencionar o sucesso financeiro que daí advém e que melhora a segurança e a qualidade de vida de nós próprios e de quem nos rodeia, equipa de trabalho, família e amigos.

# 1.3. Medo de falhar 

Normalmente vemos os nossos fracassos mais intensamente do que em qualquer outra pessoa, por isso agora precisamos de aprender a separar o nosso empreendedorismo da nossa identidade pessoal. Mesmo que falhemos no negócio, isso não nos define.

Muitos dos empresários mais bem sucedidos do mundo ultrapassaram o fracasso. Steven Spielberg foi rejeitado três vezes da escola de cinema antes de finalmente conseguir uma rodagem, e é amplamente considerado um dos maiores realizadores do nosso tempo.

Encontra formas que te ajudem a desligar emocionalmente do teu negócio.

Isto pode parecer estranho, mas descobri que tenho muito menos medo de falhar nos negócios se usar técnicas que me ajudem a desligar-me emocionalmente. 

De uma perspectiva psicológica, se mantiveres alguma distância emocional do teu negócio, vais conseguir remover algum do medo associado a ele. 

Esta distância não significa eliminar a paixão ou o compromisso que temos com o projecto.  Significa simplesmente, delimitar entre o que é negócio e o que é pessoal e aprendermos como nos identificarmos para além do nosso trabalho.

# 2. Faltam-me competências digitais para começar um negócio online

Vivemos na melhor altura para começar um negócio online. Sabes porquê? 

Porque não precisas de ser um engenheiro informático, nem um especialista em design, tudo o que precisas de saber está disponível na internet em linguagem simples para principiantes. 

Antes de caíres no erro de te centrares naquilo que não sabes, centra-te no que podes vir a saber.

Existem tutoriais disponíveis em artigos como este que estou a escrever ou em vídeos, a explicar temas passo-a-passo. Basta pesquisares por um tema no Google ou Youtube.

Existem também ferramentas de edição, publicação, criação de conteúdo, venda online desde as mais simples às mais complexas, muitas delas com versões gratuitas ou períodos experimentais.


Para começares a vender produtos ou serviços online basta comprares um “nome” ou domínio na internet, como é comumente chamado, e instalares o WordPress por exemplo, que é uma ferramenta simples de utilizar.

Também tens outras ferramentas como o System.io que é um programa tudo em 1. Não te vou dizer que não requer estudo mas é acessível e integra todas as vertentes que deves explorar num negócio online: prospecção e angariação de clientes, funis de venda, criação de conteúdo, campanhas por email, entre outros. 

Por fim, podes sempre delegar para outros determinadas áreas do teu negócio nas quais não te sentes tão à vontade. Existem plataforma como o Fiverr com uma base de pessoas de áreas diversas dispostas a fazer trabalhos pontuais.

# 3 Não tenho tempo para começar um negócio

Se calhar esta deveria ter sido a desculpa número 1. 

Dizeres que não tens tempo suficiente é realmente uma forma de dizer que algo não é uma grande prioridade para ti.

Se quiseres ter sucesso no seu novo negócio, é melhor atribuires-lhe uma prioridade muito alta. 

Se não podes dar-te ao luxo de deixar o teu emprego atual mas queres libertar algum tempo para trabalhar no teu novo negócio, podes procurar reduzir outro tipo de atividades. Isso poderia ser um grande compromisso entre rendimento e tempo para o negócio.

Todos temos exatamente a mesma quantidade de tempo. 24 horas num dia, 7 dias numa semana, 365 dias num ano.

Como passamos esse tempo é o que nos torna diferentes.

É certo que todos nós temos circunstâncias muito diferentes que consomem o nosso tempo. Alguns têm realidades muito tristes, fatores sociais ou físicos saem fora do seu campo de ação e que condicionam as suas vidas, outros não têm qualquer alicerce sólido a partir do qual construir as suas vidas.

Fora isso, trata-se de fazer escolhas sobre as vossas prioridades.

Quando dizes “Não tenho tempo para X”, o que estás realmente a dizer é que “X” não é suficientemente importante na tua lista de prioridades.

Alguns exemplos:

  1. Não temos tempo para fazer exercício 3 vezes por semana, ou preferimos passar esse tempo agarrados a um computador, a vaguear na internet, ou a ver séries na TV?
  2. Não temos tempo para fazer exercício 3 vezes por semana, ou preferimos passar esse tempo agarrados a um computador, a vaguear na internet, ou a ver séries na TV?
  3. Não temos tempo para fazer exercício 3 vezes por semana, ou preferimos passar esse tempo agarrados a um computador, a vaguear na internet, ou a ver séries na TV?

Todos temos a mesma quantidade de tempo. Arranjamos tempo para as coisas de que mais gostamos. Faz a tua lista de prioridades e gasta-a com sensatez.

Escrevi um artigo há um tempo atrás sobre como ser mais produtivo e consequentemente fazer melhor uso do tempo que temos disponível. Neste artigo vais encontrar estratégias para gastares o teu tempo de forma mais consciente e voltada para resultados. 

# 4 Não tenho dinheiro para começar o meu negócio online

Em termos simples, nunca houve uma altura em que o custo de lançar uma ideia tenha sido tão barato.

Tanto o desenvolvimento do teu produto como a venda no mercado aberto requerem pouco ou nenhum dinheiro para o fazer. Em vez disso, a tua moeda será tempo, paciência e persistência.

Podes começar um negócio com menos de 100 euros. Podes até nem ter sequer ainda um produto acabado para vender mas nada te impede de avançar primeiro com uma prospecção de mercado sobre a necessidade real desse mesmo produto. 

  1. Quem compraria este produto? 
  2. Quem compraria este produto? 
  3. Quem compraria este produto? 

Se a resposta é positiva avanças, se for negativa reformulas. 

Para te ajudar existem serviços de custo zero para promoveres o teu negócio e ganhares dinheiro com ele:

  1. Redes Sociais: são gratuitas. Podes publicar conteúdo gratuito para atrair prospetos e criar uma relação com eles.
  1. Site Worpress: tens a opção de instalação gratuita e vários temas gratuitos que servem bem para começar.
  1. Canva: é uma ferramenta online que te permite criar conteúdo atrativo para o teu público sem que para isso tenhas de ter conhecimentos de design. 
  1. Vídeos: podes perfeitamente fazê-los no teu telemóvel, sem a necessidade de possuir equipamento profissional
  1. Youcut: é um exemplo de uma aplicação gratuita para edição de vídeo, onde podes colocar texto e efeitos.

Existem imensas ferramentas online, algumas poderão não ser gratuitas mas por norma todas oferecem um período de utilização gratuita que te permite usufruir temporariamente das suas funcionalidades.

# 5 Tenho medo que não funcione

Se pensas lançar o teu negócio sozinho compreendo que que tenhas dúvidas sobre o seu sucesso. 

Provavelmente estás demasiado centrado nas tuas dificuldades, na tua falta de conhecimentos, na realidade que te rodeia, nas expectativas dos outros. 

Sozinho, pode ser um caminho mais penoso, mais demorado e a garantia de seres bem sucedido a curto-médio prazo diminui. 

No entanto, se acreditas que o teu produto ou serviço vai responder aos principais problemas da tua audiência, vais ter sucesso. Aposta em ti e na tua formação. 

Como já falei aqui, encontras muita informação na internet, alguma gratuita outra paga, mas mesmo a paga é, muitas vezes, um pequeno investimento perante os resultados que desse investimento podem surgir:

  1. Colocas o teu negócio em marcha mais cedo
  2. Começas a obter resultados mais rapidamente
  3. Evitas alguns erros habituais em principiantes

Em jeito de conclusão

Ter medo é normal e até benéfico porque te torna vigilante e não te permite tomar nada por garantido. O sucesso só é garantido enquanto não paramos de trabalhar para ele. 

Corta em algumas atividades que te roubam tempo para ganhares espaço para desenvolver o teu negócio. Não tens de te isolar completamente, a componente social é muito importante para nós humanos, mas gere o teu tempo de forma a que a tua prioridade de começar um negócio ser bem sucedido, nunca deixe de o ser.

O que não sabes, só depende de ti aprender. Mune-te de conhecimento e nunca deixes de estudar e investir. Inscreve-te num curso, lê, pesquisa.

Quando for possível e vantajoso, procura parceiros de negócios. Delega trabalho e usufrui das vantagens de trabalhar em equipa. 

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Competências, Tecnicas de Venda

O QUE É MARKETING DE CONTEÚDO?

O marketing de conteúdos é o processo de criação e publicação consistente de conteúdos que o público quer consumir. Envolve marcas que agem mais como editoras e criam conteúdos num destino que lhes pertence (um website p. e.) e que atrai visitantes.

O marketing de conteúdo não é a mesma coisa que conteúdo. 

O marketing de conteúdo foca-se no cliente e responde às perguntas importantes dos clientes, satisfazendo as suas necessidades e desafios.

O marketing de conteúdo permite às empresas alcançar, envolver e converter clientes, utilizando as palavras-chave que os clientes utilizam quando procuram produtos ou serviços. Desta forma é possível à empresa alcançar mais clientes interessados na sua oferta, assim como criar conteúdo no seu próprio website para responder às suas questões.

O marketing de conteúdo representa a lacuna entre o que produzimos como marca e o que o nosso público procura. Conduz a um valor comercial quantificável.

Isso torna-o realmente diferente da publicidade.

Basicamente, Marketing de Conteúdo:

  • é uma oportunidade para alcançar e converter novos clientes.
  • conduz a resultados mensuráveis e ROI (Retorno sobre o Investimento) em relação a táticas de marketing mais tradicionais.
  • conduz a resultados mensuráveis e ROI (Retorno sobre o Investimento) em relação a táticas de marketing mais tradicionais.
  • permite construir relações que aumentam a confiança na marca.
  • foca-se em contar histórias que ressoam com os clientes.
Marketing de conteúdo: finalidade

QUAL A FINALIDADE DO MARKETING DE CONTEÚDO?

Se o teu objectivo principal for as vendas, o teu marketing de conteúdo irá parecer vulgar e a tua voz pode cair em descrédito. Assim, corres o risco de seres visto como alguém que não se preocupa em ajudar o teu público-alvo, estando apenas preocupado em ganhar dinheiro.

O objectivo do teu marketing de conteúdo deve ser construir uma relação com o teu público-alvo, e fornecer-lhes informações durante o processo de compra, dando-lhes as ferramentas para os ajudar a tomar decisões inteligentes.

Quando procuras construir relações significativas com o teu público-alvo e o teu objetivo é ajudar o teu potencial cliente, o teu foco deve ser criar conteúdo genuíno e de relevo. Isto será percebido pelo teu potencial cliente como a ajuda que ele precisa para solucionar o seu problema e por isso terá mais em conta esse mesmo conteúdo.

O Content Marketing Institute diz isto sobre marketing de conteúdo: “…em vez de lançar os seus produtos ou serviços, está a fornecer informações que tornam o seu comprador mais inteligente. A essência desta estratégia de conteúdo é a crença de que se nós, como empresas, fornecemos informações consistentes e contínuas e valiosas aos compradores, eles acabam por nos recompensar.”

Marketing de Conteúdo: 4 mandamentos

OS 4 MANDAMENTOS DO MARKETING DE CONTEÚDO

1. Cria o melhor marketing de conteúdo possível

Fácil de dizer mas difícil de fazer. Tornar o teu conteúdo memorável e cativante é uma arte que tem muitas partes. 

Aqui estão os 6 princípios para orientar a criação do teu conteúdo:

  • Simplicidade
  • Imprevisibilidade
  • Especificidade
  • Credibilidade
  • Emoções
  • Storytelling 

Se conseguires tecer alguns destes princípios na criação de conteúdos, então estás no bom caminho para um marketing de conteúdos fantástico. 

2. Criar conteúdo focalizado

As empresas bem sucedidas conhecem os seus clientes. Compreendem os seus problemas e os seus desejos. O conteúdo tem de ser focalizado em torno desse ecossistema de tópicos que fornece respostas e satisfaz os desejos profundos dos clientes.

O conteúdo precisa ser mantido na base da proximidade ao cliente. Colocares-te sempre no lugar deles e fazer as perguntas “Será isto algo que o meu cliente precisa de saber?” ou “Será que achariam esta informação fascinante?”. Se conheces bem a tua área e és apaixonado pela tua indústria, então sabes quais são essas respostas e informações.

3. Converter leitores em compradores

Marketing conteúdo sem objetivo é um desperdício de tempo e dinheiro para os negócios e marcas. Os objectivos de marketing de conteúdo podem incluir a obtenção de subscritores para a tua lista de correio electrónico, aumentar os gostos do Facebook e finalmente vender um produto ou serviço. Certifica-te que o teu conteúdo converte os leitores em compradores. O marketing de conteúdo precisa de uma página de venda ou “landing page” que converta. Em breve terei um artigo exclusivamente dedicado à criação de landing pages. Se este tópico ainda não é a tua praia, por certo, vais achá-lo de grande utilidade.

Para além de outras questões uma landing page com impacto deve contemplar estes elementos-chave:

  • Urgência e escassez
  • Experimente antes de comprar
  • Prova social

4. Escrever títulos que atraem

Atualmente, as redes sociais oferecem tanta informação gratuitamente que se o título do conteúdo que ofereces não cativar o teu público-alvo à primeira vista ou não ressoar no seu coração desde o primeiro instante, o mais certo é os leitores seguirem para outras contas mais apelativas.

Os nanossegundos e os navegadores fugazes da web são um desafio para os criadores de conteúdos. Tens apenas 3 segundos para captar a atenção e obter o clique no teu link, quer apareça num tweet, numa página de resultados do motor de busca ou num post do Facebook.

Marketing de conteúdo: o poder da tua história

AS MELHORES PRÁTICAS PARA A CRIAÇÃO DE CONTEÚDO

Criar (e Seguir) um Calendário de Conteúdos

Sem um calendário de conteúdos, a tua empresa não tem uma estratégia de conteúdos. Se quiseres construir e fazer crescer uma audiência, a consistência é fundamental.

Coloca em prática a gestão do calendário da mesma forma que organizas os teus outros projectos. Decide com que frequência queres publicar conteúdos de longo formato, e depois mantém-te fiel a esse calendário. 

Utilizar a pesquisa por palavra-chave para lançar as bases

A pesquisa de palavras-chave é o primeiro passo para descobrir qual o conteúdo que o público irá ler e para que poderá ser classificado. Deixo-te algumas estas dicas de pesquisa de palavras-chave:

  1. Optimiza as publicações no blogue começando com a pesquisa de palavras-chave.

Assim é possível certificarmo-nos de que há interesse nos nossos tópicos. Vais querer ver os teus tópicos bem classificados nas páginas de resultados do motor de pesquisa e para isso também é necessário analisares a competição que existe contra ti.

  1. Escrever para palavras-chave de cauda longa

Uma falha comum de quem escreve é escrever conteúdos para palavras-chave curtas que são altamente competitivas. Por exemplo, digamos que alguém procura por artigos sobre a melhor forma de limpar e cuidar do vinil.

Embora “discos de vinil limpo” tenha 1.000 pesquisas mensais médias, “como limpar discos de vinil com água e sabão” tem 40 pesquisas mensais médias, o que, portanto, tem muito menos competição. Logo o teu artigo tem uma maior probabilidade de se classificar bem com esta palavra-chave.

Quando obtiveres relevância nos motores de busca para a palavra-chave de “cauda longa”, as tuas hipóteses de classificação para a palavra-chave mais curta e mais competitiva são mais alcançáveis.

O teu marketing de conteúdo precisa de contar uma história 

 A “narração de histórias” ou storytelling tornou-se uma grande palavra-chave no mundo do marketing de conteúdos. E claro, é verdade que as pessoas gostam de histórias. Gostam também de efeitos especiais. Isso não significa que o teu conteúdo precise de explosões para ter sucesso.

As grandes marcas têm grandes audiências cativas e orçamentos igualmente enormes, por isso podem dar-se ao luxo de contar histórias arrebatadoras. Um pequeno negócio, tem todos os motivos para começar com um marketing conteúdo um pouco mais humilde e provavelmente descobrirá que é muito mais eficaz do que “histórias” elaboradas. Começa por responder a perguntas utilizando a tua própria história ou a de pessoas à tua volta.

Os teus prospetos têm perguntas. E tu tens as respostas. Faz pesquisa de palavras-chave para descobrir quais são essas perguntas, e depois fornece as melhores respostas. Mostrar às pessoas como fazer algo é a forma mais poderosa de construir confiança e demonstrar perícia.

Certifica-te que escreves conteúdo a partir de uma perspectiva humana.  Escrever como uma marca com uma voz afastada não é cativante e tornará mais difícil atrair pessoas.  Consumir conteúdo é uma experiência pessoal.  O público volta-se para as redes sociais, blogs, podcasts, etc. em busca de soluções para os seus problemas. Se o teu estilo não é envolvente e os conselhos não são específicos, continuarão a percorrer o feed.

Investe em Conteúdo Interativo

A palavra na sua forma escrita é poderosa, mas não é suficiente por si só para fazer sobressair. Podes utilizar sondagens, webinars, ferramentas de planeamento e questionários, para impulsionar ainda mais o envolvimento. Distribui-os em canais sociais apropriados, tais como o Facebook para os questionários e o LinkedIn para os webinars

Os questionários fornecem um resultado personalizado, que pode ajudar os vendedores a fechar mais negócios. Ferramentas interativas fornecem um valor imediato aos potenciais clientes, o que gera confiança.

As empresas que atraem mais atenção compreendem a importância de conteúdos planeados, de alta qualidade e variados. Utilizam todos os canais de distribuição à sua disposição para se colocarem à frente dos leitores certos. E se o conteúdo ainda cair por terra? Continuam a criar até que o conteúdo se ligue.

Marketing de conteúdo: promover conteúdos

PROMOVE O TEU CONTEÚDO

Demorará algum tempo até o Google colocar o teu conteúdo em primeiro lugar nos resultados do motor de busca. Até lá, podes simplesmente usar sinais sociais para obter mais visibilidade (e melhor a tua posição na classificação). 

O truque está em partilhar de novo o conteúdo. Repor o conteúdo; transformar os artigos em publicações nas redes sociais, infográficos e até vídeos. Publicar esses artigos em todo o lado.

Podes até tentar publicidade de conteúdo, o que é especialmente benéfico para os potenciais clientes de topo que podem ainda não saber que têm um problema que o teu produto ou serviço pode resolver.

Marketing de conteúdo funciona muito bem para aqueles potenciais clientes complicados.

É ótimo quando se consegue chegar às pessoas que estão prontas a comprar imediatamente, mas é provável que tenha a sua quota-parte de potenciais clientes que ainda se estejam com dúvidas. Esses podemos atraí-los e retê-los com conteúdo.

CONCLUSÃO

Neste artigo quis mostrar como é importante teres uma estratégia de Marketing de Conteúdo e como a podes desenvolver.

Quer a tua marca seja grande ou pequena, os leitores esperam que o teu conteúdo seja profundo, de boa procedência e autêntico, sem falhas.

Na era dos filtros Instagram, o teu público está à procura de algo um pouco mais genuíno.

O consumidor moderno não se envolve apenas com uma marca – o consumidor quer ser parte da história de uma marca.

53% dos utilizadores esperam que as empresas mostrem responsabilidade corporativa nos meios de comunicação social, bem como transparência  que sejam transparentes quanto a mudanças em produtos ou serviços.

Pode ser necessário um pequeno esforço extra, mas é evidente que a transparência vale bem a pena.

Com o desenvolvimento de novas tecnologias e um público potencial em constante crescimento, o marketing de conteúdos só continuará a tornar-se mais importante.

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Competências

Há uns anos atrás quando comecei a trabalhar com freelancers, para impulsionar os seus negócios, percebi que muitos viviam numa correria, havia sempre uma sensação de urgência. Sei por experiência própria que o tempo é muitas vezes escasso para tudo o que queremos fazer. Mas ao invés de nos lamentarmos, podemos aumentar a nossa produtividade se tornar-nos o tempo nosso aliado, aprendendo a geri-lo de acordo com os nossos objetivos, as nossas prioridades.

Neste artigo vou falar-te em 10 coisas que podes realizar em apenas 25 minutos para criar um negócio de sucesso.

Sabemos que o tempo voa quando estamos ocupados e que 25 minutos não é muito tempo, mas se o usarmos sabiamente durante o nosso dia-a-dia poderemos impulsionar o nosso negócio de forma significativa. 

Não tenho tempo. É a expressão que mais costumo ouvir. No entanto, é possível arranjar tempo se:

  • Verificarmos o nosso e-mail ou as redes sociais pessoais com menos frequência
  • Acordarmos 25 minutos mais cedo
  • Desligarmos as notificações do telemóvel
  • E mais importante que tudo, se realmente nos comprometermos!

A seguir vou dar-te exemplos de 10 tarefas (por tema) que podes desenvolver, pelo bem do teu negócio, em apenas 25 minutos. Dentro de cada uma podes ter diferentes sub-tarefas. Podes dedicar-te a uma ou a duas ou a todas consoante o tempo disponível e fazendo uma boa gestão de tempo.

Investigar

1. PESQUISAR, PESQUISAR, PESQUISAR

1.1. Encontra novas contas para seguir ou junta-te a grupos que trabalhem na mesma área que tu. Sejam blogs, contas de Instagram, Facebook ou contas de Pinterest. Rodeia-te de inspiração relevante para a tua área, para que a tua criatividade seja renovada.

Se já fazes parte de um grupo é importante que uma vez por outra te dediques a ler tópicos de mensagens para ver as tendências, as discussões que as pessoas estão a ter, e se existe alguma solução que podes oferecer a um utilizador que tenha colocado uma pergunta. Desta forma, podes acrescentar imenso valor ao teu negócio, em 25 minutos, cativando reais interessados na solução que tens para o seu problema. 

1.2. Procura por pessoas com quem já tenhas trabalhado e interage com elas. Um simples olá pode ser o quebra-gelo. A partir daí poderás inteirar-te de como está a correr o negócio deles e procurar saber se podes ser útil no processo. Porque o teu negócio estando em constante evolução poderá oferecer neste momento aquilo que há uns meses atrás ainda não era possível. Este tipo de interação reaviva contatos e parcerias.

1.3. Se não tens uma conta no LinkedIn, cria uma. O Linkedin é uma rede social voltada para o domínio profissional. Depois, encontra ligações e reserva alguns minutos para referenciar amigos, colegas de profissão ou outros com quem já tenhas partilhado alguma experiência profissional.

2. INSPIRAÇÃO

2.1. Segue bom conteúdo, seja dentro ou fora da tua área. Seguir pessoas originais e criativas só te vai trazer inspiração e motivação. Não tens de copiá-las, nem deves, mas estuda-as e aproveita para dar asas à tua criatividade, para criares mais e melhor conteúdo. 

2.2. Partilha um artigo de outro site ou conta que admires nas tuas redes sociais mas não te esqueças de identificá-los/ mencioná-los.

2.3. Vê que hashtags têm tendências no Twitter e Instagram e vê se tens um artigo ou publicação em que possas incluir essa etiqueta.

2.4. Vê um vídeo do YouTube, TED Talk, ou ouve um podcast de alguém que é um especialista na sua indústria ou alguém que tem informação empresarial valiosa.

2.5. Lê aquele artigo que guardaste na pasta “para ler mais tarde”.

Analisar redes sociais

O QUE GERA TRÁFEGO NAS TUAS REDES SOCIAIS?

É importante fazer uma boa gestão das redes sociais e para isso não basta publicar muito, há que o fazer bem.

Dentro das ferramentas de análise de tráfego e interação que utilizas, verifica quanto tráfego foi gerado e por quem.

Só conhecendo este tipo de informação, poderás agir de forma concertada e otimizar os teus resultados porque só assim saberás se os teus esforços estão a ser bem empregues. 

Faz-me lembrar aquelas empresas que partem logo para publicidade paga sem antes se preocuparem em ver que conteúdo é que mais interessa ao seu público-alvo. Bem, na verdade tudo são estratégias e cada empresa tem a sua. No entanto, existe informação mais fiável que outra e se queres saber se estás no bom caminho analisa os teus resultados e a tua dedicação a cada variável. 

4. ANALISAR TRÁFEGO NAS CONTAS

Se agora já sabes que a tua página de Facebook gera mais tráfego que a tua conta de Instagram é importante perceberes porquê.

O que é que fazes numa que fazes diferente na outra? Que publicações mostram mais interação ou são mais apreciadas pelo teu público? Para melhor analisar cada uma tem em atenção o seguinte:

  • O conteúdo mais visto, mais gostado, que formato tem? É uma imagem, um vídeo ou simplesmente texto?
  • Na publicação colocaste alguma Call to Action que tenha impulsionado a interação?
  • Se estão no top porque tiveram maior número de visualizações importa saber quem viu: idade, género, localização, interesses, etc.

Sê consistente. Este tipo de ação quer-se feita regularmente. Se fores consistente irás encontrar mais e mais padrões de interação e vai aproximar-te do teu público-alvo porque vais conseguir dar-lhes aquilo que eles mais gostam de ver ou que lhes faz mais sentido.

Perfil e bio nas redes sociais

5. ATUALIZAR O PERFIL E A BIO NAS REDES SOCIAIS

O teu negócio cresce, expande-se, e tu também. Hoje tens mais ideias que ontem, mais competências do que quando começaste, mais produtos e serviços e as tuas redes sociais devem ser reflexo do profissional que és hoje.

Se tens um negócio que assenta na tua expertise em determinada matéria, acho mesmo que o LinkedIn pode ser o teu melhor amigo.

Certifica-te que tens o teu perfil sempre atualizado e que partilhas no teu feed conteúdos importantes como artigos do teu blog ou outros conteúdos que mostrem a tua relevância no sector onde atuas.

Definir objetivos

6. DEFINIR OBJETIVOS PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE E EFICIÊNCIA

A ausência de metas e objetivos claros é a razão subestimada para as pessoas não obterem sucesso na sua vida, carreira e negócios. Deves por isso estabelecer metas e objetivos e estar ciente dos mesmos em todas as tuas ações.

Um objectivo claro deve motivar-nos. Porque um objectivo claro dá-nos detalhes suficientes do que está para vir e do que é necessário para o alcançar, o que dá entusiasmo e motivação. 

É assim que funciona a nossa mente, ela precisa de algo em que trabalhar. Uma vez que temos um objetivo claro, a nossa mente vê tudo, cada pessoa, cada lugar ou mesmo cada obstáculo como uma oportunidade em potencial.

Define objetivos concretos, temporais e relevantes para o crescimento do teu negócio.

No artigo 7 dicas para ser mais produtivo podes ver como definir objetivos que te vão ajudar a ser mais eficiente.

7. BRAINSTORMING: UMA TÉCNICA PODEROSA PARA ENCONTRAR SOLUÇÕES E NOVAS IDEIAS

É verdade que, por vezes, a inspiração mais espantosa surge quando menos esperamos mas não podemos estar à espera que as ideias criativas apareçam sempre do nada. E nem sempre nos podemos dar ao luxo de esperar. É preciso alimentar a nossa criatividade.

Realizar brainstormings com alguma periodicidade é a melhor forma (ou pelo menos a mais fiável) de nunca ficarmos sem ideias. 

Com uma boa chuva-de-ideias (brainstorming) podes alcançar três coisas:

  1. Considerar conscientemente o que o teu público quer de ti.
  2. Olear as engrenagens criativas que giram na tua cabeça, produzindo ideias que de outra forma não terias pensado.
  3. Aproveitar o teu potencial ou o da tua equipa para gerar mais ideias.

Aqui não é altura de categorizar, desprezar ou julgar qualquer ideia. Aponta tudo o que te vier à cabeça numa lista, sobre coisas que podes publicar no teu blog ou redes sociais. Vale tudo porque não te esqueças, há oportunidades em todo o lado, só temos de estar atentos. 

Mais tarde voltas aos teus apontamentos e podes rever as tuas ideias, uma-a-uma tentando perceber que benefícios daí poderão advir, que recursos implica, que retorno será expectável, e por aí fora. 

Redes sociais

8. REDES SOCIAIS: UMA NOVA PLATAFORMA DE SERVIÇO AO CLIENTE

Tenho mesmo de reforçar esta ideia porque é mesmo crucial: as redes sociais são a nova plataforma de serviço ao cliente. Se quiseres criar uma presença nas redes sociais, então as tuas contas nas redes sociais precisam de se tornar uma comunidade.

Isso significa que quando alguém comenta as tuas mensagens, deves responder-lhes ou, pelo menos, gostar do seu comentário. O envolvimento com os teus seguidores não só aumentará a tua presença nas redes sociais, como também te ajudará a desenvolver relações reais com os clientES.

Em vez de te concentrares tanto na venda concentra-te mais na ajuda às pessoas.

A utilização das tuas plataformas de redes sociais como plataforma de serviço ao cliente irá enviar mais utilizadores para as tuas redes sociais e facilitar-lhes a resolução dos seus problemas.  Os clientes também estarão mais dispostos a comprar os teus serviços/ produtos porque passarão a confiar que os ajudarás a resolver os seus problemas rapidamente. 

Otimizar SEO

9. OTIMIZAR O SEO DO TEU CONTEÚDO

Independentemente do que o teu negócio oferece, é provável que o teu público-alvo procure produtos ou serviços como o teu em motores de busca como o Google.

E acredita que, se quiseres atrair novos clientes para o teu site, precisas de optimizar o teu conteúdo para que fique melhor classificado nos resultados dos motores de busca. 

Terás que identificar as keywords (palavras-chave) e frases-chave que o teu público alvo utiliza quando procura produtos ou serviços como o teu, e utilizá-las nos conteúdos que crias.

Não vais apagar todo o teu conteúdo e fazer tudo de novo. Nem sequer vais conseguir otimizar tudo num fim-de-semana, quanto mais em 25 minutos, mas podes ir escolhendo artigos que consideras relevantes e, pouco a pouco, fazeres as alterações necessárias para os otimizares, aproveitando o conteúdo que já produziste ao longo do tempo.

No meu artigo Marketing de Conteúdo vais encontrar informação que te poderá orientar nesta importante tarefa. 

Negócio de sucesso

 10. COMEMORA OS TEUS PASSOS, TODOS

Quando te concentras em algo que realizaste e te deixas sentir bem com isso, isso não te inspira a fazer mais? Teres noção dos teus passos, do que buscas e do que tens vindo a alcançar. Seja a conquista mais pequena, não deixa de ser conquista. E quando aceitas e celebras essas pequenas grandes conquistas, isso dá-te energia e torna as tuas próximas ações incrivelmente poderosas.

Sugiro-te que cries um diário onde coloques tudo o que de mais extraordinário já fizeste, para ires de encontro à vida que sonhas para ti. Pode parecer-te um exercício difícil, nada vem à cabeça, mas acredita, só étens de começar. É muito importante que sejas a primeira pessoa a congratular-te pelos teus feitos, que saibas reconhecer onde chegaste, antes sequer de procurares reconhecimento nos outros.

CONCLUSÃO 

Estou certo que estas 10 tarefas que podes realizar em apenas 25 minutos para criar um negócio de sucesso, te vão ser úteis e ajudar a que tires o maior partido de todos os minutos.

Aumentarás a tua produtividade e eficiência, a tua capacidade de resolução de problemas e estarás mais próximo do que realmente o teu público-alvo deseja.

Com uma boa gestão de tempo poderás não somente otimizar resultados no teu negócio como também estender os benefícios a outras áreas da tua vida. Poderás levar a cabo aquelas atividades de lazer que andas a procrastinar por “falta de tempo” como: ler, meditar, praticar exercício físico ou estar em família, que são fundamentais para manter o espírito elevado e motivado.

Por fim deixo-te só algo em que pensar:

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Mindset

Estás decidido a criar um negócio de sucesso? Ótimo! Terás de enfrentar muitos desafios e assumir muitas responsabilidades, mas vamos começar pelo princípio, pela ideia de negócio. 

Procuras uma ideia inovadora de negócio ou uma ideia de negócio lucrativo, algo que seja a tua cara, que possas desenvolver a partir de casa ou um negócio com pouco investimento inicial? As opções são muitas e o conteúdo deste artigo pretende ser a alavanca que precisas para começar a definir essa mesma ideia de um negócio de sucesso que assente que nem uma luva nas tuas expectativas, realidade e visão!

Grandes empresários que conhecemos hoje em dia, começaram com uma faísca, sem grandes planos, sem grande ideia do que viria atrás. Se estou a escrever este artigo é porque acredito em faíscas e mais, acredito em ti!

Eliminar falsas crenças

1. Começa por eliminar certas crenças 

Ainda subsistem muitas crenças erradas ou mitos sobre começar um negócio de sucesso. Se acreditarmos nelas estão reunidas as condições ideais para ficarmos quietos! Mas não vamos ficar. 

Crença 1 – Tenho de ser um perito no nicho para começar um negócio de sucesso por conta própria. 

Primeiro que tudo, escolhas a ideia que escolheres muito provavelmente será algo que te deixa em grande medida confortável, ou pelo menos assim deve ser, e o mais certo é que a tua audiência seja principiante e nem tenhas noção disso. Ou seja, o mais certo é teres mais conhecimento sobre o teu mercado que 90% das pessoas à tua volta.

Crença 2 – Concorrência. Existe demasiada concorrência no nicho que eu gostava de escolher ou tenho de arranjar uma ideia de negócio que não tenha concorrência.

Ok, no fundo, no fundo, todo o empresário teme a concorrência. Afinal, construir um negócio é um esforço profundamente pessoal, e a própria ideia de ter outra pessoa a tentar jogar o mesmo jogo que nós, pode suscitar sentimentos de ansiedade e defensivos. 

Esta crença, no entanto, é tão prejudicial quanto mal orientada. Os empreendedores que não têm concorrência devem ser cautelosos. Em vez de ser uma força, a falta de concorrência no seu mercado pode ser indicativo de uma séria fraqueza. 

Se fores pioneiro no teu nicho de mercado o mais certo é que tenhas de gastar imenso dinheiro para testar o mercado, e acredita que a concorrência vai surgir, senão antes, depois de teres feito todo o teu investimento. E acredita, vão copiar-te e ultrapassar-te. 

Existem muito poucas razões para uma empresa não ter concorrência e uma delas é extremamente preocupante: podes não ter um produto que as pessoas querem. 

Se existe competição é porque existe procura. Deves por isso dar uma forma diferente ao teu negócio que te destaque da concorrência. Criando, por exemplo, uma oferta irresistível, ou então apostando numa forma criativa de comunicar o teu negócio.

Pensa assim, as pessoas compram-te a ti e à tua personalidade junto com o teu produto ou serviço. Mantém uma mente aberta e lembra-te que a competição pode ser a validação que precisas para o teu produto ou serviço, e que deve ser celebrada e não temida.

Pensa em que temas os teus amigos ou as pessoas que te rodeiam te pedem conselhos ou ajuda. Pode parecer-te algo super normal e sem grande valor para a equação mas significa que tens conhecimentos que podem ajudar os outros a resolver problemas.

Pesquisa ideia

2. Pesquisa uma ideia de negócio de sucesso

Se escreveres no campo de pesquisa do google “ideias de negócios de sucesso” , “ideias para iniciar um negócio lucrativo”, “ideias para montar um negócio diferente” ou ainda “ideias de negócio com pouco investimento”, irás encontrar imensos resultados. 

Ao procurar ideias de negócio, é melhor tentar manter a mente aberta a tudo. O teu primeiro objectivo é pensar no maior número possível de ideias. No entanto, a ideia deste exercício de pesquisa é no final chegarmos a uma lista de 10 ideias de negócio. 

Com uma lista poderás analisar as ideias em relação a quão fazíveis são e rentáveis também. Um negócio de sucesso vende, certo? Então deves ter presente o factor rentabilidade. Que nichos de mercado são mais rentáveis? Deixo-te algumas ideias de serviços /produtos.

No setor da saúde, prestação de serviços de cuidados familiares, em estabelecimento ou domicílio.

Na restauração, restaurante em formato take-away com menus diferenciados a seguirem as novas tendências de hábitos alimentares e entrega ao domicílio.

Mercados de investimento, o sector imobiliário é um bom exemplo.

Sustentabilidade e ecologia. Numa sociedade cada vez mais atenta ao nosso planeta, negócios florescem e outros reinventam-se indo de encontro à necessidade que os seus clientes sentem de diminuir a sua pegada ecológica. Tecnologia, sempre a evoluir e a querer facilitar-nos a vida… 

As opções são muitas, por isso o próximo passo é analisar detalhadamente a tua lista.

3. Analisa detalhadamente a tua lista de 10 ideias de negócio de sucesso

Ponto 1. Escolhe aquelas ideias em que o teu grau de entusiasmo pela temática é elevado.

Verifica que o nicho que escolheste faz sentido para ti e está de acordo com o que gostas de fazer, se for o caso vais ver que as ideias para desenvolver o negócio vão florescer.

Ponto 2. Analisa cada ideia de negócio com cuidado

  1. Pensa nas razões pelas quais cada área de negócio te interessa. Se encontrares apenas 2 ou 3 elimina essa ideia da lista.
  2. O nicho interessa-te mas tens medo porque terás de pedir dinheiro para prosseguir. Se existem clientes que precisam de ti para resolver o seu problema e estão dispostos a pagar por isso, guarda a ideia na lista.
  3. Verifica se existe uma procura contínua do teu produto durante todo o ano. Não deverá ser só um produto sazonal, ou de um evento específico como Natal, dia de S. Valentim. Caso seja, elimina da lista. 
  4. Cria um artigo para cada um dos potenciais negócios da tua lista e verifica em qual deles escreveste com mais dedicação e entusiasmo.
  5. Expressa as tuas ideias à tua volta para ter um feedback mas evita falar com pessoas negativas. Com tanto pessimismo nunca serão isentas e realistas na sua opinião e só irão roubar-te energia e motivação. 

3. Avalia os resultados financeiros possíveis 

  1. É importante verificares o que o mercado que escolheste pode trazer a nível de rendimentos. É importante que não te deixes levar apenas pelo coração. A ideia ingénua que um negócio será de sucesso só porque tu acreditas muito nele, é isso mesmo, ingénua e pode ser um beco sem saída. Se vais criar um negócio é para os teus clientes, não para ti. E tu queres ter retorno financeiro, sem dúvida. 
  1. Procura saber o que os líderes do teu mercado já fazem e como o fazem. 
  1. Lê sobre o assunto. Uma dica, procura na Amazon quais são os bestseller da temática.
  1. Pesquisa em blogs, quão procurado é o teu produto/ serviço para solucionar problemas. Isso será indicador de elevada procura e claro que mais tarde se irá refletir em mais vendas.

4. Já tens a tua ideia de negócio de sucesso, parabéns!!!

Uma vez que tenhas uma ideia de negócio que pensas ter um potencial real, não a guardes para ti! Partilha-a com pessoas da tua confiança para que te ajudem no aperfeiçoamento da tua visão, especialmente se estiverem dentro do teu mercado alvo como potencial cliente para a tua ideia de negócio.

Imagina que a tua ideia é revender produtos de cosmética/ estética e até conheces alguém que tem um gabinete de estética. Será importante partilhar a tua visão e perceber do outro lado quais são as suas necessidades e expectativas. 

Não te esqueças de fazer perguntas: Achas que esta ideia de negócio tem potencial? Como achas que posso concretizá-la? Comprarias este produto ou pagarias por este serviço e, em caso afirmativo, a que preço?

E se não tiveres ninguém ligado à área de negócios que escolheste? Apruma as tuas capacidades de networking, e não te esqueças que mesmo as pessoas que não estão envolvidas no teu negócio podem fornecer um feedback vital pela sua própria experiência como consumidores. O que é que mais valorizam numa marca? Que tipo de serviços privilegiam? 

Obter um feedback honesto, embora por vezes doloroso, é um primeiro passo essencial para tornares o teu sonho de negócio numa realidade.

Posiciona-te como um amigo que vai partilhar um método que vai ajudar a resolver um problema de alguém. É a tua oportunidade de mostrar os conhecimentos que tens na área e atribuir valor ao produto/ serviço que vais desenvolver. 

Podes até ser um expert com conhecimentos específicos mas evita a síndrome de expert. A Síndrome de Expert é quando se começa a considerar que a nossa perícia, os nossos conhecimentos e a nossa experiência são a “base” normal para todos. E acontece quando falamos, agimos e comunicamos como se todos soubessem as mesmas coisas que nós.

Como empresário, não sendo um expert, ou pelo menos não agindo como tal, obriga-me a construir empatia para com os utilizadores do meu produto, porque também estou a aprender com eles. Estou a experimentá-lo da mesma forma que eles, o que me ajuda a ver o meu produto sem preconceitos internos. Não é preciso ser um expert para ver uma oportunidade. De facto, ser um expert irá proibir-te de ver a empresa ou produto da mesma forma que os teus utilizadores, o que poderá fazer com que ignores soluções simples e faças más apostas.

lançar negócio

5. Estás pronto para lançar o teu negócio de sucesso

Para já, o primeiro grande passo está dado: tens a tua ideia de negócio de sucesso! Só falta AGIR! 

A partir de agora terás de desenhar o teu negócio e a melhor forma de o fazer é começar por traçar um plano de negócios. 

O desenvolvimento de um plano de negócios é um passo vital no lançamento de um novo negócio. Os planos de negócios podem ser formais ou informais, mas permitem-te cristalizar os componentes centrais do teu negócio antes do lançamento.

Começa já hoje a trabalhar no teu projeto para ter a vida que mereces!

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Competências

Se bem te recordas, no artigo 7 Dicas Para Ser Mais Produtivo, fiz referência a este artigo de como construir uma lista de tarefas eficaz.

Descobre como ser mais produtivo

Para mim esta é uma das ferramentas de produtividade mais importantes. Quando decidi começar a organizar melhor o meu dia-a-dia estava numa fase complicada. Tinha começado um negócio, o que é óbvio que absorvia grande parte do meu foco mas estava a perder a minha vida pessoal por completo, o meu descanso, o meu tempo em família, as atividades que gosto de fazer e isso começou a refletir-se no meu bem estar físico e mental e por consequência, começou a ter implicações no meu rendimento profissional.

Já tinha ouvido falar sobre a importância de construir uma lista de tarefas eficaz mas até então a única lista que fazia era a de compras e nem sempre! 

Decidi investigar mais sobre o assunto, e este artigo de como construir uma lista de tarefas eficaz é em parte esse estudo que fiz e as experiências que me tem trazido. 

Com a informação que vou partilhar de seguida, terás as informações necessárias para construir uma lista de tarefas completa e eficaz. 

Este artigo inclui exemplos práticos e também alguns templates de listas de tarefas, que deverás encarar como bases para criares o teu próprio template. Um template ajustado à tua realidade e necessidades pessoais, profissionais e/ ou académicas. 

Vamos começar por recordar a importância de construir uma lista de tarefas eficaz:

  1. Evitas que alguma tarefa seja esquecida
  2. Priorizas o que é realmente é importante
  3. Agrupas tarefas semelhantes
  4. Acompanhas os teus progressos de uma forma imediata
  5. Tens uma visão geral do que tens para fazer e podes reagendar tarefas casos surjam imprevistos.

Agora sim, avançamos para os critérios aos quais uma lista de tarefas deve obedecer para que seja realmente uma ferramenta valiosa para o teu dia-a-dia de forma a seres cada vez mais produtivo. 

lista diária

Critérios para criar uma lista de tarefas

Elege o suporte mais fácil para ti

Pode ir de um básico blocos de notas em papel, se for mais conveniente para ti, até uma aplicação para telemóvel ou para computador se for mais viável. Importa é que esteja num suporte que esteja facilmente à mão e que te sintas à vontade de usar. 

Se a forma mais acessível para ti é papel e caneta vê agora as opções que melhor se adaptam às tuas necessidades mas também as vantagens e desvantagens de cada um delas. 

Lista de tarefas básica diária 

Como a que vês na imagem abaixo. Uma listagem diária de todas as tarefas que tens de executar, sem ordem específica, prioridade ou definição de tempo de execução/ prazos.

planificação diária

Exemplo de uma lista de tarefas diária básica

Vantagens:

  • É simples, acessível e uma boa forma de começar para não te esqueceres de de nenhuma tarefa.

Desvantagens: 

  • É limitada porque não tens noção do grau de prioridade de cada tarefa, nem prazos, nem os recursos que precisas para a realizar
  • Se tiveres uma tarefa de grandes dimensões e precisares de a dividir não consegues fazer uma planificação a médio-longo prazo.
  • Se houver mais pessoas envolvidas na tarefas, terás dificuldade em partilhar a lista de tarefas.

Podes sempre introduzir numa lista de tarefas básica algum indicador de prioridade, numerando-as.

planificação semanal

Outra opção é uma planificação semanal, ou seja uma lista de tarefas para cada dia da semana. 

Vantagens:

  • Planificação a médio prazo
  • Útil quando tens tarefas de alguma dimensão que precisam de ser sub-divididas
  • Visão mais geral das tarefas o que ajuda caso tenhas de fazer reajustes

Desvantagens:

  • Continua a ser limitada quando toca a ser compartilhada com outros intervenientes caso existam.

Podes tu próprio/ a desenhar a tua lista de tarefas colocando campos como: data, hora, prazo, prioridade, responsável, recursos, estado, etc.

O Evernote: uma ferramenta digital para organizar as tuas tarefas

ferramenta digital

O Evernote é uma plataforma organizacional disponível em vários os sistemas operacionais com o mínimo de utilização no mercado: Android, iPhone (iOS), Windows Phone, Windows, MacOS e Web. 

evernote

Existem, neste momento, três tipos de contas:

  1. Conta basic: gratuita

Esta conta permite, para além das habituais anotações, sincronizar entre dois dispositivos, pesquisar, formatar as anotações, clipping e tem limitações de tamanho de anotações de 25MB.

  1. Conta Premium: paga

Esta conta assimila as funcionalidades da conta basic e acrescenta mais algumas como: sincronização ilimitada, acesso às anotações offline, pesquisa de textos em documentos PDF e o tamanho máximo das anotações ascende aos 200MB. 

  1. Conta Business: paga

Esta conta é indicada para quem desenvolve trabalho colaborativo na empresa. Associado às funcionalidades da conta premium, esta conta vai mais longe e permite: trabalhar em conjunto em espaços partilhados, ver o histórico de actividades da equipa e administrar a equipa e o acesso a dados, entre muitas outras. 

O programa é uma espécie de banco de anotações para tudo o que quiseres. Ao invés de te perderes numa selva de post-its, o Evernote permite-te anotar e catalogar informação de uma forma eficiente. 

As suas funcionalidades vão desde recolher, organizar e anotar informações no teu computador ou telemóvel, ou até mesmo através do website, sincronizando tudo, com uma base de dados virtual só tua. Ou seja, podes ter acesso a esta aplicação enquanto estás sentado na tua secretária a trabalhar no teu computador ou enquanto estás sentado numa sala de espera a aguardar seres atendido num qualquer serviço. Pode-se dizer que é uma aplicação onipresente e uma verdadeira central para organização do teu dia-a-dia. 

O Evernote cresceu imenso ao longo dos anos e neste momento consegue, na sua capacidade máxima de funcionalidades: 

  • Substituir apps de agenda, criando anotações que podem ser complementadas com recurso a imagem e gravação de áudio (lembretes por voz)
  • Criação de notificações para que nunca te esqueças de nenhuma actividade
  • Incorporação de serviços como o Google Docs
  • Partilha de de notas com colaboradores da mesma empresa
  • Armazenamento de dados de tarefas, concluídas e por concluir
  • Arquivamento de textos, artigos web para consulta posterior
  • Entre outras mais.

Para além destas funcionalidades que te falei acima gostaria de destacar estas quatro que fazem com que o Evernote se demarque de outras aplicações do género:

  1. Onipresença 

Se passas muito tempo em deslocações e nem sempre consegues ter acesso à Internet, o Evernote funciona offline e sincroniza as tuas anotações com a nuvem assim que possível.

  1. Web Clipper

Se o teu trabalho envolve muita pesquisa web vais gostar de saber que o Evernote também pode servir como ferramenta de clipping, ou seja, ele pode guardar páginas web, artigos e outros tipos de conteúdo para leitura posterior.

  1. Pesquisa

Uma das funcionalidades mais úteis do Evernote é sua pesquisa, principalmente se utilizas bastante a sua funcionalidade de clipping. 

Sem te dares conta, a dada altura já terás imensas páginas web guardadas, sobre inúmeros temas. 

Esta funcionalidade também funciona com as tuas anotações. Com uma simples pesquisa consegues aceder a todas as anotações que estejam relacionadas com o termo ou assunto que pesquisaste. 

O Evernote pesquisa inclusivamente texto dentro de PDFs e tem prioridade de reconhecimento óptico de imagens para clientes com conta Premium.

  1. Digitalização de documentos

Com esta funcionalidade, podes fazer cópias de segurança de documentos importantes como: recibos, garantias, etc. 

Constrói lista de tarefas eficazes que estejam de acordo com a tua realidade

Isto é muito importante. Imagina que tens de dividir o teu tempo entre trabalho fora de casa e actividades domésticas, acompanhamento de filhos se os tiveres, ou até mesmo dois part-times. Se criares uma lista infindável de tarefas para concluir num só dia, a probabilidade de as executares todas diminui e, pelo contrário, os teus níveis de insatisfação aumentam. 

É mais proveitoso e adequado criar listas que tenham em conta o tempo disponível para cada uma dessas actividades. O dia tem 24h e não 30 ou 40. Então importa gerir de forma inteligente e eficaz os vários quadrantes da tua vida diária.  

Os prazos na tua lista de tarefas

Por si só, os prazos podem ajudar-te a estipular o tempo de que dispões para que não te vejas em apertos escusados. Um prazo pode indicar-te se precisas considerar uma tarefa prioritária em relação a outras ou não. Há quem se apoie na “pressão da última hora” mas escusado será dizer-te que caso surja um imprevisto…

Lê atentamente o tópico seguinte, vai ajudar-te a priorizar tarefas e no final de o leres saberás exactamente onde colocar essas tarefas com prazos definidos.

Priorizar tarefas

A imagem acima representa a Matriz de Eisenhower. Eisenhower foi o 34º Presidente dos EUA e criou esta matriz para organizar o seu tempo e priorizar as tarefas do seu dia-a-dia. 

De acordo com esta matriz devemos organizar as nossas tarefas tendo em conta estes quatro quadrantes baseados na evidente importância e urgência de cada tarefa ou suas ausências.

Esta é uma das muitas abordagens que ajuda a decidir o que deve ser:

  • Executado de imediato (importante e urgente): dedica todos os teus esforços a resolvê-las o quanto antes.
  • Programado (importante, mas não urgente): este é o quadrante onde deveríamos passar a maior parte do nosso tempo porque são tarefas que nos permitem avaliar, planear e executar eficientemente.
  • Delegado (não importante, mas urgente): mesmo sendo urgentes, algumas actividades podem ser verdadeiras consumidoras de tempo. 
  • Eliminado (não importante e não urgente): Televisão e redes sociais são apenas dois de muitos exemplos de actividades que não são importantes nem urgentes mas que servem de distratores. Cuidado com elas!

As tarefas que não concluíste

Atenção, neste ponto o foco não é a culpa mas sim a aprendizagem! Qual foi a razão? O que poderás fazer no futuro para evitar que se repita?


Falhar faz parte do processo e é mais produtivo aceitar e converter a falha em algo positivo. Mais do que identificar o que falhou, corrigir e reinventar métodos e processos, analisar o envolvente e criar cenários criativos para solucionar problemas. A experiência que advém deste jogo contínuo de ajustes e melhorias vão dar-te uma bagagem maior que poderás usar noutras circunstâncias. 

Conclusão

Por último gostaria de te deixar uma recomendação, caso optes por uma lista de tarefas diariamente. Se o fizeres, reserva alguns minutos ao final do dia para construir a tua lista de tarefas eficaz para o dia seguinte e a cada manhã já terás tudo pronto para começar sem perdas de tempo!

Outro aspecto também considero muito interessante. Na lista que criares, seja em que suporte for, anota o tempo que demoraste a executar cada tarefa. Pelo menos nos primeiros tempos até conseguires ter uma melhor percepção de como evolui o teu trabalho e assim mais facilmente evitas excessos e defeitos. 

Isto é especialmente importante porque cada um de nós tem o seu próprio ritmo e deve ser respeitado. 

Se determinares previamente o tempo que irás dedicar a determinada tarefa, então determina um período de tempo plausível mas não deixes espaço para procrastinação.

Construir uma lista de tarefas eficaz requer prática e só assim, aprimorando a tua lista continuamente, poderás chegar a um equilíbrio saudável na tua vida quotidiana.

Brindemos ao teu sucesso!

E tu, o que achas ?

Diz-me, deixando um comentário abaixo!

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Competências

Antes de começarmos, deixo-te alguns mitos sobre o que é ser produtivo:

Ser produtivo não é fazer muitas coisas ao mesmo tempo

Ser produtivo não é só estar ocupado.

Ser produtivo não é fazer mais coisas em menos tempo

Produtividade é sobre os resultados que conseguiste atingir no tempo que gastaste e não apenas um elevado número de tarefas concluídas. 

Ou seja, produtividade tem mais a ver com eficácia e não apenas com quantidade de trabalho. 

As 7 dicas para ser mais produtivo/a que vou partilhar contigo de seguida, são um resumo das estratégias e ferramentas que uso no meu dia-a-dia. 

Foi quando comecei o meu negócio que senti ainda mais a necessidade de organizar melhor o meu dia-a-dia e torná-lo mais produtivo para conseguir mais clientes. As responsabilidades da minha vida pessoal misturavam-se com as minhas novas obrigações e responsabilidades profissionais. 

Andava ao sabor da maré e muitas vezes instalava-se o verdadeiro caos! Ficava exausto e desmoralizado. Tinha aquela sensação de que não tinha feito nada de produtivo durante o meu dia e isto repetia-se, cada mais vez mais, a cada dia. 

Decidi parar de procrastinar e pôr mãos-à-obra. Sabia o que tinha de fazer, só faltava pôr em prática para começar a ter sucesso nas vendas. E assim que o fiz, comecei a ter ao fim do dia aquela sensação incrível de missão cumprida. 

1.Define objetivos SMART

Traduzido do inglês, SMART é o acrônimo para: específico, mensurável, atingível, relevante e temporal.

Definir objetivos é uma tarefa por si só complexa, mas de extrema importância para nos mantermos motivados, focados e em constante evolução!

Um objetivo SMART:

Nos próximos 3 meses, aumentar em 10% o número de seguidores da página de Facebook, recorrendo a publicações promovidas.

Este objetivo é:

  1. Temporal porque tens um prazo e assim evita-se a procrastinação e o caos! E consegues perceber num determinado espaço de tempo a evolução do teu trabalho e se estás perto de atingir os resultados que desejas.

2. Mensurável porque quantificas os resultados que pretendes atingir sabes exactamente o que queres alcançar. 

Imagina que defines este objectivo: Nos próximos 3 meses quero aumentar o número de seguidores no Facebook. Tudo bem, então se o número de seguidores aumentar em mais 2 sentes que o teu objectivo foi atingido? E se aumentar 10, está mais próximo do que entendes necessário para expandir o teu negócio?

3. Atingível porque foi à partida definido numa base realista e já com algumas ideias em mente de como o atingir. 

4. Relevante porque poderás querer aumentar o número de seguidores para introduzir um novo produto ou para potenciar interação. Importa é querer criar impacto real. 

5. Específico porque quanto mais vago ou amplo for um objetivo mais dificuldades teremos em atingi-lo. 

2. Cria uma lista de tarefas

Basicamente, uma lista de tarefas é uma lista de coisas que tens de fazer com urgência. É uma ferramenta extremamente acessível e que pode ter um impacto enorme na tua produtividade! 

Os benefícios de uma lista de tarefas não se esgotam no âmbito profissional. Aliás a ideia é organizar melhor tanto a vida pessoal como a profissional para que ambas as áreas sejam beneficiadas, proporcionando-te uma melhor qualidade de vida. 

Algumas das principais vantagens de criar uma lista de tarefas:

  1. Acabam-se aquelas atividades que ficam esquecidas
  2. Priorizas o que é realmente é importante
  3. Agrupas tarefas semelhantes e poupas tempo e recursos
  4. Acompanhas os teus progressos e de uma forma rápida verificas as tarefas que já deste por concluídas e as que te faltam ainda concretizar.
  5. Tens uma visão geral do que tens para fazer e podes reagendar tarefas casos surjam imprevistos.

Queres saber mais sobre como construir uma lista de tarefas: os passos que tens de tomar, exemplos e outras dicas de gerenciamento de tempo? Então clica em Como construir uma lista de tarefas eficaz 

divide projetos

3. Divide grandes projetos em tarefas menores

Muitas vezes, tarefas de maiores dimensões, por parecerem demasiado difíceis, são uma das principais razões por que tendencialmente procrastinamos.

Então, quando não souberes por onde começar, começa por dividir. Aumenta a tua produtividade dividindo grandes tarefas em tarefas menores e mais acessíveis.

Dou-te um exemplo prático: vamos imaginar que a tarefa é publicar um artigo sobre um determinado tema que exige alguma pesquisa e estudo prévio. Esta tarefa pode ser facilmente dividida nas seguintes tarefas de menores dimensões:

  • Procurar palavras-chave relacionadas com o tema
  • Ler os 5 primeiros resultados do Google sobre o tema
  • Anotar e organizar as ideias gerais que resultem da pesquisa e fazer um esquema
  • Anotar pensamentos específicos sobre cada ideia geral, usando tópicos
  • Desenvolver os tópicos
  • Reunir a informação de forma coerente e acessível
  • Publicar

4. Levantar cedo para aproveitar o tempo

Não vais acreditar mas levantar da cama bem cedo pode ser o ponto de viragem para organizares melhor o teu dia e torná-lo mais produtivo. 

Muitos estudos indicam que menos stress e mais produtividade são apenas alguns dos benefícios de acordar cedo, pelas 5h/ 6h da manhã, dizem alguns.  Mas há outros benefícios:

  1. A ciência confirma, de manhã a nossa capacidade mental está completamente restabelecida, assim como os nossos níveis de concentração.
  2. Mais tempo para fazer exercício físico. Alguns exercícios de alongamento ao longo do dia, vão ajudar-te a corrigir posturas e a aliviar tensões acumuladas. 
  3. Se aliarmos o levantar cedo a uma lista de tarefas vamos conseguir gerir melhor todos os nossos compromissos e tarefas sem pressão e sem pressas, começando pelo que é mais importante e evitando o estado de urgência. Tudo que se torna urgente só te vai causar stress e consumir doses excessivas de energia.
  4. E finalmente, muito importante, ao levantarmo-nos cedo, seremos sempre dos primeiros a começar o dia e vamos estar dois passos à frente dos outros.
delegação

5. Delegar tarefas

Delegar uma tarefa pode ter um impacto muito positivo na nossa produtividade

A centralização, controlo absoluto de todos os processos, e o multitasking são caminhos perigosos. Podem levar a um empobrecimento da nossa vida profissional e até mesmo pessoal, pelas consequências que daí advêm: perda de controlo, excesso de trabalho, falta de eficiência, burnout, etc. 

Se na tua planificação constam atividades que não tens obrigatoriamente de executar tu próprio, delega. Aquelas atividades repetitivas, que te esgotam uma quantidade de tempo considerável, delega. 

Porque, imaginado que tens um negócio, ao não teres de lidar com obrigações mecânicas poderás contar com mais horas disponíveis para cuidar da parte estratégica. Terás mais tempo para desenhar ações que aproximem o teu negócio do teu público-alvo e o conquistem.

Com as tarefas bem distribuídas, o principal benefício é um aumento de produtividade.

6. Eliminar as “tarefas” que roubam tempo

Algumas não são tarefas, são distrações. Que não são inofensivas mas sim dos maiores inimigos da produtividade. 

Alguma vez reparaste que assim que inicias sessão numa rede social o tempo voa!? Aqueles “são só 5 minutos para desanuviar” convertem-se facilmente num quarto de hora ou mais até?!

Ou então, quando a meio de uma tarefa te lembras que tens de fazer um pagamento. É algo importante mas tem mesmo de ser naquele momento? 

Questiona-te: será que ler aquele e-mail sobre curiosidades é assim tão importante?

Será que não posso fazer aquele telefonema mais tarde?

Etc, etc, etc. 

Uma forma de reduzirmos as distrações é criar uma “lista de distrações”. Deves ir criando ao longo do teu dia enquanto trabalhas, anotando sempre que te ocorre um pensamento que te distrai do que estás a fazer. Até pode ser algo importante que precises de incluir na tua planificação futura mas não é importante no preciso momento. 

Outra forma ainda mais fácil e imediata, é simplesmente desligar as notificações! Desligar a internet até se te for possível. Colocar o telemóvel afastado da zona de trabalho

Outra solução é definires pausas. Um tempo livre entre blocos de trabalho são de extrema importância. 

De seguida, vou falar-te da filosofia de Pomodoro. Quando aplicada é uma forma de gerir momentos de trabalho e de pausa, de forma a cumprires os teus objetivos diários de uma forma produtiva mas também equilibrada.

7. Técnica Pomodoro: uma técnica de gerencimento de tempo com mais de 40 anos

Esta técnica que tem fãs em todo o mundo.

A filosofia da técnica Pomodoro é simples: dividir o dia de trabalho em pequenos blocos de tempo (chamados Pomodoros) onde cada bloco é usado para realizar uma tarefa de cada vez.

Trabalhas 25 minutos, relaxas 5 minutos.

Depois, mãos à obra de novo para mais 25 minutos e assim sucessivamente. Quando completas quatro Pomodoros, és o/a feliz contemplado/a com uma pausa de 15-20 minutos!

25 minutos é um período de tempo razoável, nem muito longo, nem demasiado curto que não permita completar a mais pequena tarefa. O mais importante é criar esta rotina de trabalho-pausa para manter eficiência e produtividade ao longo da jornada. 

No entanto, nada te impede que, ao longo do tempo, faças ajustes e definas blocos de trabalho mais longos, desde que mantenhas alguma coerência nos tempos das pausas.

A ciência mostra que conseguimos manter os níveis de concentração durantes uns 50 a 60 minutos. Tem apenas em conta o tipo de tarefa que estás a executar, olhando à maior ou menor exigência mental e física que envolve.

produtividade

Conclusão

Há ferramentas de gestão eficaz do tempo e estratégias que podemos usar no nosso dia-a-dia que vão ter um impacto muito positivo na nossa produtividade e por consequência no sucesso da nossa vida pessoal e também profissional. 

Ao aumentares a tua produtividade vais melhorar a tua eficiência mas, como tudo na vida, para ocorrer uma mudança tem de haver força de vontade.

Neste artigo partilhei contigo 7 dicas para ser mais produtivo. São 7 dicas de gerenciamento de tempo que deves aplicar ou quem sabe reinventar. Cada um de nós deve procurar as técnicas de gestão de tempo que melhor satisfazem as nossas necessidades e se encaixam melhor na nossa realidade. 

E lembra-te, não nos tornamos produtivos da noite para o dia mas sim dia a dia, cada vez mais e mais. Por isso nunca desistas! Método e consistência são fundamentais para chegarmos mais longe e chegar mais longe é sempre possível. 

Brindemos ao teu sucesso!

E tu, o que quais são as técnicas que utilizar para ser mais produtivo ?

Diz-me, deixando um comentário em baixo!

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Existe uma fórmula infalível para transformar prospects em clientes e fechar mais vendas? Como dominar a arte de fechar vendas para o seu negócio? Em qualquer conversa de vendas, em qualquer situação de vendas, há três resultados que pode obter.

Digamos que tem o seu potencial cliente ao telefone. Ele já visitou seu site, assistiu ao seu webinar, fez um de seus cursos, ou comprou um ou mais de seus produtos antes. Ele está familiarizado com a sua marca e com os produtos ou serviços que disponibiliza.

É importante que o seu potencial cliente esteja familiarizado com quem é e com o que faz; caso contrário, será muito mais difícil aproximá-lo. Assumindo que o seu potencial cliente caiu num funil de vendas e conhece aqui que faz, então recebe uma chamada dessa pessoa. Com cada chamada, há três resultados possíveis. Dominar a habilidade de obter estes resultados é o que fará de si um mestre do closing.

Os três resultados que obtém de uma prospecção


O primeiro resultado que podes obter da conversa de vendas é um sim. E isso é ideal, porque fecha a venda e ganha a comissão. Agora pode ajudar o potencial cliente a resolver um problema com o seu produto ou serviço.

E o segundo resultado que você pode obter de qualquer conversa de vendas é um não. É perfeitamente correto obter um não, porque assim você sabe que não precisa desperdiçar seu tempo. Pode aissim passar para o próximo prospecto. Alguns são receptivos, outros não , e então, Existem numerosos clientes a espera do seu produto ou serviço.

O terceiro resultado que pode obter de qualquer conversa de vendas é uma lição. O que quero dizer com uma lição? Quando sabe que muito provavelmente não vai fechar o negócio. Não está ligado à venda.

Mas ao invés de apenas desligar o telefone, você vai receber uma lição. Então, mesmo que saiba que não vai conseguir essa venda, não desligue o telefone ainda, porque como profissional de vendas, esta não termina até que digamos que acabou.

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1- Construir uma atitude vencedora


Isto é absolutamente essencial, porque tudo começa a partir daí. É um passo que não deve ser ignorado, porque deve ter a íntima convicção de que vai conseguir. Que vai atingir o seu objetivo de se tornar livre e feliz através do seu negócio na Internet, ao mesmo tempo que traz valor aos seus futuros clientes.

Por isso, aqui estão algumas dicas para adotar uma mentalidade de empresário de sucesso!

Livre-se das suas crenças limitantes sobre dinheiro:
Pensa que para ganhar dinheiro (muito dinheiro) tem de se ser uma pessoa sem coração ou um bandido? Que o dinheiro perverte as pessoas que fazem fortuna? É provavelmente uma crença que está enraizada em si desde que era criança. Na verdade, trata-se de um assunto particularmente tabu, especialmente na Europa; os americanos são muito mais abertos a este respeito.

Deve libertar-se absolutamente desta crença que o limita, que pode representar um verdadeiro obstáculo à consecução dos seus objetivos de vendas. Deixe-se disso: se é boa pessoa antes de ser rico, o dinheiro vai torná-lo ainda melhor. Se for um idiota egoísta antes de ser rico, o dinheiro vai torná-lo um idiota ainda maior!

Dizer-se que o dinheiro não o faz a felicidade, mas acha que não ter dinheiro, não poder pagar a renda de casa ou não poder comprar sapatilhas novas aos seus filhos, isso vai trazer-lhe felicidade? Não vai, pois não?

O dinheiro deve ser visto como um meio e não como um fim: por exemplo, o meu objetivo não é ser milionário. O meu objetivo é poder viver onde quero viver, oferecer uma boa qualidade de vida à minha família e aproveitar ao máximo as pessoas que amo. O meu objetivo não é trabalhar muitas horas.

Forjar uma disciplina solida


“Disciplina”… é uma palavra assustadora. E no entanto, não é assim tão terrível! Esta vai ser a sua melhor amiga no seu caminho empresarial, é ela que lhe vai evitar as procrastinações e ajudar a estabelecer rotinas.

Um bom exercício pode ser. Pegar num pedaço de papel e desenhar duas colunas. Na coluna da esquerda, vai escrever tudo o que faz no seu dia a dia e que não é necessário para :

✔️ A sua vida pessoal: por exemplo, ir ao médico ou ir buscar os seus filhos à escola são coisas necessárias, por isso eles não devem estar na sua lista.
✔️ O seu negócio: alguns exemplos podem ser: passar 1 hora por dia em redes sociais (por razões que não a criação de publicações e publicidade para o seu negócio), jogar Candy Crush, ver La Casa de Papel na TV…

Está feito? Agora, tome nota na coluna da direita como substituir todos os maus hábitos por: gravar um vídeo para o seu canal YouTube, formar-se, criar um calendário editorial…

E agora, ação! Pode pôr todos estes novos bons hábitos num calendário, criar notificações no seu telemóvel… Mas o mais importante é pôr tudo isto em prática amanhã e manter esta nova rotina. Verá que, dentro de algumas semanas, estes se terão transformado em reflexos.

Ler livros sobre o tema do desenvolvimento empresarial e pessoal.


Para ter sucesso, não é preciso reinventar a roda, deve inspirar-se nos melhores!

Os seguintes livros são para mim uma obrigação:

✔️ Good to Great por Jim Collins: Neste livro, o autor analisa o que permitiu que as melhores empresas americanas passassem de “boas” a “excelentes”.

✔️ The Fastlane Millionaire MJ DeMarco’s: Aqui o autor vai contra a crença popular de que a única maneira de se tornar rico é poupar 10% dos seus rendimentos todos os meses durante 40 anos. Ele revela um caminho rápido que tomou para se tornar multimilionário e jovem reformado aos 30 anos de idade!
✔️ The Subtle Art of Not Giving a F*ck: neste livro vai aprender porque é que perfeito é inimigo do bom e porque é melhor não darmos importância a tudo o que não é essencial na sua vida.

Fazer uma seleção das pessoas que o rodeiam


Talvez já tenham ouvido esta expressão: nós somos a média das 5 pessoas com quem passamos mais tempo. Imagine ficar fechado num apartamento durante uma semana com pessoas deprimidas que estão sempre a reclamar sem nunca procurarem soluções aos problemas, é provável que termine a semana com o moral baixo e com uma total perda de motivação.

Mas o que aconteceria se, durante esta semana, coabitasse com 5 empresários de sucesso, que procuram sempre melhorar os seus conhecimentos e resultados? Imagino que aproveitasse ao máximo os conselhos que eles lhe poderiam dar!

Este exemplo é caricatural, mas é o que acontece no dia a dia. É por isso que é importante livrar-se das pessoas tóxicas à sua volta e procurar a companhia de pessoas que o possam puxar para cima e trazer à tona o melhor de si.

2- Encontre a sua ideia de negócio


Se não tem ideia então é agora a altura pensar nisso.

Encontre o seu mercado;
Encontre o seu nicho nesse mercado;
Verifique a relevância deste nicho ( o tema faz sentido para si, existe procura?).
Encontre aqui 50 ideias de negócios rentáveis

Assim que tiver a sua ideia de negócio, pode começar a implementar o que eu chamo o Sistema ACN (Aquisição, clientes, natural). Este é, na verdade, um modelo a seguir para garantir os seus rendimentos na Internet. O princípio é bastante simples de compreender:

graças ao seu conteúdo, irá atrair tráfego para o seu site, nas suas redes sociais, no seu canal YouTube, etc.
Ao oferecer um produto em troca dos dados de contacto das pessoas que consomem o seu conteúdo, irá construir uma lista de correio eletrónico e, consequentemente, uma audiência;
e quando você oferece seus produtos pagos, algumas das pessoas do seu público se tornarão clientes.

3- Determine o tipo de conteúdo que deseja oferecer


Defina o seu objectivo
Este passo é muito importante, porque, para criar conteúdos de impacto, é preciso saber com quem se está a falar.

De facto, o tom e a abordagem não serão os mesmos, dependendo se está a falar com as mulheres para as aconselhar sobre o seu estilo de vestuário, ou com um público misto à procura de conselhos sobre como começar a transaccionar na bolsa!

Defina a sua própria afinidade com a escrita ou o vídeo
E você, o que prefere? Se tens uma bela pena, e gostas de moldar o teu trabalho, vais sem dúvida optar por blogues.

Ou, pelo contrário, talvez deteste escrever, mas sente-se à vontade para falar em público? Nesse caso, os vídeos ou podcasts são para si!

Mas não tem de se fechar neste ou naquele tipo de conteúdo; pode misturar todos estes formatos.

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4- Crie o seu blog ou plataforma


Quer queira ou não criar o seu blog, terá de comprar alojamento e reservar um nome de domínio para criar um site “plataforma”. Não consegue ver a diferença? Então aqui está ela:

O blogue
Este é um tipo de website dedicado à publicação de artigos, onde os leitores podem deixar comentários. Aconselho em geral a criação das 5 páginas seguintes:

Home: para que os seus leitores possam voltar à página inicial em qualquer altura.
Blog: esta categoria lista todos os artigos que você publicou, mas não é necessário se eles já estão listados na sua página inicial.
Comece aqui: esta página permitir-lhe-á dirigir novos leitores aos seus principais artigos, os que melhor reflectem o espírito do que está a propor no seu tema.
Produtos: esta é a lista de todos os seus produtos pagos (se já tiver algum).
Sobre ou Minha missão: uma página onde você explica quem você é, o que faz, com quem está falando… e não se esqueça de colocar uma boa imagem de si mesmo em qualidade profissional, se possível!
Para criar um blog, basta reservar um alojamento e um nome de domínio com um fornecedor de serviços de Internet, e escolher um CMS (Content Management System).

Recomendo OVH para o anfitrião e WordPress como CMS (o mais utilizado e o que tem mais plugins).

De qualquer forma, não perca os próximos artigos porque (spoiler), vou lançar em breve um artigo detalhado para lhe explicar como criar o seu blog de A a Z.

O site “plataforma” ou sistema de marketing “all-in-one
O que eu chamo um site plataforma é de facto um site “faça tudo” onde poderá criar as suas páginas de captura e as suas páginas de venda graças à extensão Optimize Press.

Uma vez criado, só terá de inserir o seu link sob os seus vídeos YouTube, os seus anúncios no Facebook ou as suas newsletters, para converter o seu tráfego em audiência, e a sua audiência em clientes!

Outra possibilidade: subscreva um serviço completo, como o LearnyBox ou o ClickFunnels; poderá alojar as suas páginas de captura, as suas páginas de venda, mas também criar áreas de formação, túneis de venda, etc.

Cabe-lhe a si ver qual a solução que melhor lhe convém!

Pela minha parte, recomendo as ferramentas tudo-em-um porque as acho mais fáceis de compreender e gerir, especialmente se for um principiante ou se não quiser ficar atolado em técnica.

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5- Criar o seu canal YouTube (se quiser enviar vídeos)


Hoje em dia, qualquer pessoa pode criar o seu próprio canal YouTube para oferecer conteúdos de alto valor acrescentado (ou não para alguns…).

Tens noção do poder desta coisa? É um pouco como ter o seu próprio canal de televisão.

E a boa notícia é que você precisa de muito pouco hardware para começar! O seu smartphone permite-lhe filmar os seus vídeos e pode comprar um microfone de gravata (como o Smartlav+ se tiver uma ficha Jack ou o Microfone digital Sennheiser se tiver um Smartphone recente da Apple) para obter um som de qualidade superior.

O vídeo é um vector muito poderoso; é o tipo de suporte mais consumido e partilhado. Tantas razões para começar!

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6- Assegurar a sua presença nas redes sociais


A página do Facebook: obrigatório!
Sim, é absolutamente essencial estar no Facebook, mas não apenas pelas razões que se podem pensar. Na verdade, com a mudança de algoritmo, o conteúdo publicado no Facebook é cada vez menos visível, mesmo pelos assinantes.

Por outro lado, ao criar a sua página profissional no Facebook, você terá acesso a uma poderosa ferramenta que é absolutamente essencial para o seu negócio: a publicidade no Facebook! É acessível mesmo a principiantes. Terá acesso ao gestor de publicidade do Facebook que lhe permitirá criar os seus primeiros anúncios, aceder às suas estatísticas, ao seu orçamento, etc.

Todos os formatos são possíveis: texto, imagem, vídeo.

Publicarei em breve um artigo sobre publicidade no Facebook.

Instagram: a rede social que trepa
É a rede que cria a maior ligação com o seu público. Poderá partilhar a sua vida diária, criar “histórias” em fotos ou vídeos, assim como vídeos mais longos graças à última adição, a IGTV.

Mas cuidado para não cair na armadilha do modelo “influenciador”, que partilha o mínimo das suas acções. Como empresário web, o seu objectivo é trazer sempre valor ao seu público através da sua partilha. Ninguém quer saber da cor da sua nova T-shirt ou do que está a ver na televisão, a não ser que consiga fazer a ligação com o seu tema!

Possivelmente, Pinterest se o seu tema for baseado em visuais.
Na verdade, o interesse no Pinterest será bastante pequeno para a maioria de vós. Mas se está num mercado que lida com arte ou artesanato (pintura, fotografia, costura…), então a sua presença na Pinterest será bastante consistente!

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7- Elaborar uma lista de correio electrónico :


Escolha o seu autorresponder
Sem autoresponder, sem lista de correio electrónico. Sem lista de e-mail, não há negócio!

Esta é uma ferramenta online que lhe permite recolher os endereços de e-mail das pessoas que se inscrevem através dos seus formulários de captura.

Está no cerne do sistema de TAC. Se num dia mau, a sua página do Facebook e o canal YouTube estivessem bloqueados e o seu blogue na lista negra… Bem, pode sempre contactar a sua audiência através da sua lista de e-mails! Poderia continuar a oferecer-lhes o seu conteúdo, mas mais importante ainda, poderia continuar a oferecer-lhes os seus produtos pagos.

As mais conhecidas e utilizadas são :

Aweber
Mailchimp
SG Autoresponder
GetResponse
A minha preferência é pela GetResponse, que pode testar clicando aqui.

Criar, idealmente, 2 produtos de qualidade gratuitos
As pessoas estão cada vez mais relutantes em comunicar o seu endereço de e-mail, e por uma boa razão: as nossas caixas são invadidas por e-mails comerciais e spam de todo o tipo!

Os seus produtos devem, portanto, ser suficientemente atractivos para que eles lhos queiram dar.

Em termos de formato, você pode oferecer :

Um guia digital em formato PDF
Um mini vídeo de formação
Uma pequena dica: proponha um formato diferente daquele que você utiliza para o seu conteúdo: o valor percebido será ainda maior!

Mas por que razão estou a falar de 2 produtos? Para…

Criação de um formulário ou de uma página de captura
Ter registantes é bom. Saber o que eles querem é melhor!

E para isso, pode oferecer aos seus novos assinantes o preenchimento de um inquérito (que pode criar com o Google Forms) em troca de um segundo presente.

Assim, saberá exactamente o que eles querem quando criar o seu próximo produto pago.

Eis o esquema muito simples que vos proponho:

Página de captura ou formulário → Página de agradecimento com confirmação do envio do presente nº 1 por correio electrónico e proposta para o inquérito → Inquérito a preencher em → Acesso ao presente nº 2

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8- Propor conteúdo de qualidade e publicar pelo menos uma vez por semana


Está na hora de avançar a toda a velocidade! Ponha o seu coração em entregar conteúdos impactantes ao seu público.

Em termos de frequência: uma vez por semana é suficientemente bom. 2 ou mais vezes é óptimo!

Os artigos
Conte pelo menos 500 palavras para um bom artigo.

Vai precisar de encontrar um título e uma imagem de impacto que o faça querer clicar.

Crie subtítulos e areje os seus parágrafos para facilitar a leitura.

Lembre-se de incluir ilustrações (fotos, diagramas) que pode encontrar na Internet, seja gratuitamente ou por uma taxa. Também pode tirar as suas próprias fotos, ou criar as suas próprias ilustrações, se for esse o seu trabalho.

O mais importante: pense nos apelos à acção!

Uma chamada à acção é um passo durante o qual encoraja o seu leitor a fazer uma acção específica: comente, por exemplo, preencha o formulário para receber um produto gratuito…

Para inserir formulários de captura em qualquer lugar do seu blog (em artigos, em banners, em pop-ups…), eu recomendo a ferramenta Thrive Leads.

Os vídeos
Não devem ser demasiado curtos para que possam dar valor suficiente, mas também não devem ser demasiado longos para que as pessoas não queiram fazer zapping .

Uma duração de cerca de 7 minutos parece ser uma boa média.

Talvez esteja a pensar se deveria publicar os seus vídeos no YouTube ou no Facebook? Ambos, caro amigo! No Facebook, terá de se certificar de que o oferece nativamente, e não se liga ao YouTube, para que seja mais proeminente. E em ambos os casos, não se esqueça de fazer uma chamada para a acção e colocar os links para a sua página de captura.

Podcasts
É um formato que ainda não está muito difundido em França, mas que, no entanto, está em voga nos Estados Unidos. É por isso que não o aconselho, de momento, a basear o seu negócio apenas neste formato.

Pode publicar os seus podcasts em plataformas como o SoundCloud ou o iTunes.

Conhece o modo Pareto?
Trata-se de fazer um esforço de 20% para obter 80% de resultados. E isto pode ser aplicado ao seu conteúdo!

Eis um exemplo:

Você postou uma série de vídeos no seu canal YouTube;
depois decide transcrever (ou ter transcrito) os seus vídeos por escrito, tal como os artigos, para os colocar num blogue;
e depois extrai a banda sonora para criar podcasts.
E é tudo! Com um único conteúdo, você criou 3 formatos diferentes. Fácil, não é?

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9- Crie o seu primeiro produto pagante


Quando atingir o número aproximado de 500 leads e 100 respostas ao seu inquérito, terá o suficiente para lançar o seu primeiro produto pago. Este será o seu produto topo de gama, o seu navio-mãe.

No entanto, não tem de esperar até chegar a esse número no tráfego natural; pode acelerar as coisas através de publicidade no Facebook ou no Google Ads.

Como você cria o seu produto premium?
Não cometa o erro de pensar que o seu produto tem de ser perfeito agora (ou mesmo mais tarde, porque nunca nada é perfeito).

Pode ser contra-intuitivo, mas tem de entrar num modo de “produto mínimo viável”, ou seja, deve pelo menos permitir aos seus clientes resolverem o seu principal problema.

Deixem-me dar-vos um exemplo. Se a principal necessidade dos seus clientes é passar do ponto A para o ponto B:

Pode oferecer-lhes um skate. Não é um luxo, mas preenche esta função;
Depois irá melhorar a sua proposta com o feedback dos seus clientes e mais tarde oferecerá uma bicicleta;
Em seguida, melhorá-la ainda mais e oferecer uma motocicleta;
E então você terá feedback suficiente para criar um carro de corrida!
Vender primeiro, criar o produto depois
Outra noção contra-intuitiva: não vai criar todo o seu produto antes de o vender. Só tem de avisar os seus clientes que a formação começará dentro de x dias e que os módulos serão desbloqueados a cada x dias. Isto permitir-lhe-á criar a formação à medida que avança.

As vantagens são as seguintes:

Se não fizer vendas suficientes, não terá de passar tempo a criar um produto que ninguém quer. Poderá então analisar se precisa de alterar a sua promessa ou mudar completamente para outro tipo de produto.
Poderá solicitar um feedback regular aos seus clientes, de modo a construir um programa de formação que corresponda de perto às suas expectativas e necessidades.
É claro que, para o colocar à venda, terá de fazer um plano detalhado, analisando as respostas obtidas na sua pesquisa.

Organize o seu webinar de vendas
Você tem o plano para o seu produto premium, é hora de montar o pacote para vendê-lo!

E que eu saiba, o webinar é a ferramenta mais poderosa para obter resultados rápidos.

É uma conferência on-line que pode ser assistida por um maior ou menor número de pessoas (dependendo do pacote que escolher).

É uma solução realmente poderosa porque poderá apresentar o seu produto em directo e também responder a todas as objecções das suas perspectivas.

E aconselho-o a gravar sempre o seu webinar para que possa oferecer repetições, ou mesmo webinars evergreen se assim o desejar (falo sobre isso na parte 11 – Acelerar).

A fim de avisar o seu público e as suas perspectivas do seu próximo webinar, planeie uma “operação em todo o lado”. Fale sobre isso na sua newsletter, nas redes sociais e faça publicidade no Facebook.

Uma dica para tornar rentável o custo dos leads? Crie um produto “pequeno” que seja rápido de fazer e que você venderá a um preço baixo.

Qual a plataforma para o seu webinar?
Se tiver a LearnyBox, pode organizar webinars através desta ferramenta.

Pessoalmente, utilizo o WebinarJam.

É a melhor ferramenta de conversão de webinars, é por isso que a utilizo a maior parte do tempo para os meus webinars de vendas. Na minha opinião, a sua única falha é que depende do YouTube Live; se houvesse um problema, o webinar não poderia ser feito.

Para converter ainda mais
Oferece aos potenciais clientes uma nova marcação telefónica pouco antes do fecho das vendas.

Com este método, obtenho uma taxa de conversão que oscila entre 31% e 57%.

Não vamos cuspir nessas poucas vendas extras, pois não?

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10- Fazer a sua empresa cumprir a lei através da constituição de uma sociedade


Pensou que eu tinha saltado esse passo? Não! A empresa só deve ser criada quando se tem a certeza de ter feito vendas e se pergunta: “O que é que eu vou fazer com o dinheiro? ».

Depois é tempo de decidir que tipo de empresa quer criar. E aconselho-o vivamente a obter aconselhamento de um advogado ou de um contabilista.

Uma fórmula interessante para aqueles que hesitam: a transferência de salários. Ideal para iniciantes, que desejam testar o seu projecto empresarial antes de criar uma empresa.

É uma empresa que lhe pagará o seu volume de negócios sob a forma de um salário. Assim, continua a ser assalariado e continua a beneficiar do regime geral de segurança social, do suplemento salarial do Pôle Emploi e continua a contribuir para o desemprego.

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11-Acelere!


Antes de mais, se estás nesta fase: bravo para ti!

Já percorreu um longo caminho. Publica conteúdos regularmente, tem um público e clientes satisfeitos. Chegou a altura de passar ao nível seguinte.

Escolhendo a fórmula certa para vender o seu produto premium
Agora que terminou o seu produto premium (o que não o deve impedir de o melhorar e actualizar), é altura de o aproveitar ao máximo e continuar a partilhar os seus melhores conselhos com o maior número de pessoas possível. Aqui estão as possibilidades.

1 a 4 lançamentos por ano
A ideia é ter um certo número de sessões por ano. Para cada lançamento, irá organizar uma nova campanha de vendas, bem como um (ou mais) webinars, como fez anteriormente.

A Solução Evergreen
Também pode oferecer o seu produto durante todo o ano; a isto chama-se evergreen. É aqui que entra a gravação que fez durante o seu primeiro webinar. A plataforma Ever Webinar permite-lhe tornar o seu webinar perpétuo. Mas tenha cuidado para não enganar os seus clientes: seja honesto e não os deixe pensar que é um webinar ao vivo.

Mas nada o impede de voltar a fazer webinars ao vivo de vez em quando!

Desenvolver um catálogo de produtos
Oferecer uma oferta variada e perpétua permitirá criar rendimentos regulares e também trazer valor aos clientes que podem não ter a oportunidade ou necessidade de adquirir o seu produto premium.

Criar um túnel de vendas
Esta é uma “viagem virtual” em que traz os seus potenciais clientes para lhes oferecer o seu catálogo de produtos.

Depois de lhes oferecer um conteúdo gratuito durante um determinado período de tempo, irá oferecer-lhes um produto do seu catálogo, depois um produto complementar, se tiverem comprado, ou um produto mais barato, se não tiverem…

Em breve no blog: Crie os seus túneis de venda com ClickFunnels

Diversifique as fontes de tráfego do seu negócio
O objectivo é torná-lo tão amplamente conhecido quanto possível.

Publicidade paga
Pessoalmente, investo permanentemente no tráfego pago no Facebook e no YouTube para o meu negócio. Não hesite em orçamentar a publicidade (ou mesmo em pagar a um especialista para o ajudar a montar as suas campanhas), a fim de multiplicar os seus assinantes e o seu volume de negócios.

E funciona: cada euro investido pode trazer-lhe 3 ou 4 euros de volta. Não se prive disso!

Parcerias
Outra possibilidade para o seu negócio é criar parcerias com pessoas que estejam no mesmo tema que você. São frequentemente considerados erradamente como concorrentes. No entanto, algumas pessoas que me seguem nunca me comprarão, mas estarão interessadas nos produtos dos meus parceiros. E vice versa…

O que é que pensa? É melhor conseguir 50% de uma venda do que 100% de nada, certo? É possível com parcerias.

Existem, no entanto, desvantagens. Por exemplo, concordou com um parceiro que o promoveu ao seu público para fazer o mesmo em troca. E então você percebe que o que ele oferece não corresponde em nada à sua visão das coisas, ou à sua ética… Torna-se complicado, porque você se sente obrigado a oferecer ao seu público um produto que vai contra os seus valores.

Trata-se, portanto, de criar parcerias apenas com pessoas com as quais estás 100% de acordo… ou de optar por não o fazer de todo para permanecer 100% livre.

acelerar, lançar, construir negócios

Você ganhou a sua liberdade financeira, geográfica e temporal através dos seus negócios!
Ao seguir este plano passo a passo, tem a oportunidade de construir o seu negócio online e gerar rendimentos suficientes numa base regular para ganhar a sua liberdade total. O que é que lhe resta fazer? Comece hoje mesmo!

Se gostou deste artigo, não hesite em partilhá-lo! Podem também fazer-me todas as vossas perguntas como comentário, terei todo o prazer em responder-lhes.

E não se esqueça: é VOCÊ quem decide! Até à próxima,

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Mindset

Definir o teu cliente ideal, ou seja, alguém que corresponde ao teu avatar cliente, é muito importante quando inicias o teu negócio, mas também quando ao fim de vários meses vês que o teu negócio estagnou e que não há evolução no número de novos clientes ou no teu volume de negócios. 

A grande vantagem de ser um profissional liberal é que podes escolher os teus próprios clientes. Mas nada te obriga a aceitar todos os projetos da Terra e a aceitar uma missão que, afinal, não te corresponde. Para poder atrair os teus futuros clientes com missões que se adequam a ti, precisas de um método.

Fiz uma vez a seguinte pergunta a um formador de Desenvolvimento Empresarial: 

“Para quem é a tua formação? »

A resposta dele foi: “O meu produto  é destinado a quem quer aumentar as vendas”.

Este formador não estava claramente a colocar todas as probabilidades a seu favor.

Sem ter determinado o perfil do seu cliente ideal, ele iria produzir uma formação para todos.

Dirigir-se a toda a gente é dirigir-se a ninguém.

Para melhor conhecer os nossos clientes podemos fazer muitas perguntas a nós próprios:

1- Os teus clientes são particulares, trabalhadores independentes, pequenas e médias empresas, ou grandes empresas?

2- Em que sector de atividade operam?

3- Qual é o perfil da pessoa: empregado júnior, gerente sénior, iniciante ou experiente?

4- Que tipo de prospeção é necessária para o cliente? Na Internet? Ou negociação presencial? Por telefone?

Este formador não tinha tentado conceber um curso de formação adaptado ao perfil e as necessidades do cliente.

Para conhecer as necessidades do teu cliente vamos elaborar o bilhete de identidade do teu avatar.

Vamos começar por criar um perfil que se pareça com um esboço do teu cliente ideal. Este é o exercício de marketing mais comum quando se trata de especificar o teu alvo de potenciais clientes (aquele que vês em todos os blogs de marketing, etc.).

Nome;

Idade;

Cor do cabelo e dos olhos;

Situação pessoal: Casado? Não casado ? Com filhos ? Em caso afirmativo, quantos? Quais são os seus nomes próprios?

Localização geográfica: Em que cidade vive ele? Onde é que ele trabalha?

Lucro líquido anual;

Ocupação;

Valores de vida e grandes preocupações.

Está particularmente interessado no trabalho, na família, na ecologia, em viagens, etc.?

Livros e filmes favoritos, música e podcasts que ele ouve, se os tiver;

Revistas ou blogs de referência;

Saídas, seminários ou eventos em que participa. Por exemplo: Feiras, Festival de Cinema, Festas da aldeia;

Passatempos e hobbies fora do trabalho;

Ídolos ou mentores;

Marcas favoritas de vestuário, equipamento de alta tecnologia, etc.

Este primeiro exercício (que representa pelo menos 20% do total do trabalho) ajuda-te a captar o teu cliente ideal.

Mas não acaba aqui!

Como a Psicologia te ajuda a conectar com o teu cliente ideal

A psicologia é o passo mais importante para encontrar o teu cliente ideal para prospetar eficazmente.

O objetivo agora é colocares-te no lugar do teu cliente ideal, para pensares como ele.

Não tenhas medo! Não estamos a pedir-te para entrares no cérebro do teu cliente. Ou talvez estejamos!

Responde o melhor possível às seguintes perguntas, colocando-te no lugar do teu cliente alvo (e não no teu).

O método consiste em imitar uma entrevista. 

Se ficares bloqueado numa pergunta, podes passar para à seguinte. Mas acima de tudo, não desistas!

Os pontos de frustração do teu cliente ideal.

Aqui está o primeiro bloco de perguntas para compreenderes os medos, os bloqueios, os fatores que stressam o teu cliente ideal:

De que é que ele tem medo secretamente na vida? 

O que o preocupa e não o deixa dormir de noite? 

O que é que o stressa diariamente? 

Qual é a pior coisa que lhe pode acontecer na vida? 

O que é que ele receia que familiares pensem se isso lhe acontecer? 

Se a situação persistir ou se piorar, quais seriam as consequências para a sua vida?

Sobre que aspectos da sua vida ele pode perder o controlo? 

Se o dinheiro não fosse um problema, o que é que ele compraria para resolver esta situação?

Definindo a situação ideal para resolver os problemas do teu cliente ideal.

O objectivo é criar uma projeção positiva considerando a situação em que o teu cliente ideal resolve todos os problemas dele:

Como quereria ele, secretamente, que fosse a sua vida? Qual é a sua situação ideal?

Qual seria a solução incrível e ideal pela qual ele pagaria qualquer preço?

Se essa solução perfeita existisse, o que é que isso mudaria para ele? 

Como reagiriam as pessoas à sua volta se ele conseguisse resolver o seu problema? 

O que poderia ele ter, fazer ou alcançar se a sua situação ideal se tornasse realidade?

A título de exemplo, podemos tomar a perda de peso. Ao atingir a sua situação ideal, o teu cliente poderá recuperar a autoconfiança, falar em público, falar com homens ou mulheres, ver-se ao espelho sem se querer esconder…

AGORA PROVOCA O DIÁLOGO

Uma vez definido o perfil teórico, é necessário confrontar as tuas suposições. 

3 formas de provocar o diálogo para confirmar o seu cliente ideal:

1.  Entrevistas

Podes entrevistar um potencial cliente ou cliente fazendo as várias perguntas que vimos acima. Mas nem sempre é fácil.

2.  Envia sondagens aos teus prospetos e aos teus clientes.

Se já tens clientes, é interessante tirar tempo para recolher devidamente as necessidades dos clientes e avaliar a sua satisfação com um questionário. Uma vez que os clientes têm dificuldade em expressar as suas necessidades ou em estar conscientes das mesmas, sugerir formas de melhoria que possam, por exemplo, registar ou classificar.

3. Cursos ou amostras gratuitas

A melhor forma de provocar o diálogo é oferecer algo gratuito no início da relação. Ao oferecer um módulo de formação ou uma amostra aos teus clientes, poderás provocar uma conversa. 

Ao ouvir os teus clientes, irás confirmar ou adaptar o teu negócio aos seus problemas específicos, e assim aumentas o teu volume de negócios. 

Num segundo passo, terás a solução para começar a criar um produto ou serviço que irá ao encontro das necessidades dos teus clientes. Pensa bem nesta estratégia…

Acima de tudo, é importante que compreendas quais são os clientes a quem podes trazer mais valor e quais são os clientes que trarão a melhor rentabilidade ao teu negócio.

O perfeito conhecimento dos teus clientes contribui para o teu sucesso, para o desenvolvimento de uma oferta diferente, porque já sabes:

Aquilo que eles gostam, aquilo que não gostam; a forma como deves falar com eles, as alavancas emocionais que tens de activar para que tomem decisões; as suas necessidades e, por conseguinte, o tipo de oferta que lhes vais apresentar.

Direciona a tua mensagem de vendas

Quando juntares toda esta informação, terás uma ideia mais clara do teu cliente ideal. Quanto mais preciso tiveres desenhado este retrato, mais pequeno será o seu público-alvo.

Mas e os outros potenciais clientes?

Ouço muitas vezes a frase: ”Tenho medo de definir o meu cliente ideal e fechar a porta a outros potenciais clientes”.

O medo de fechar portas por ser demasiado preciso é algo que surge frequentemente (e que os meus clientes expressam regularmente durante o meu coaching de negócios). No entanto, garanto-vos que não é o caso.

Somos milhares de milhões de seres humanos na Terra. Assim, por definição, não poderás ajudar toda gente (infelizmente) porque o teu produto não corresponde a toda a gente. 

Tens a possibilidade de escolher as pessoas que queres ajudar em particular!

De facto, na realidade, não vais reduzir em nada o número de potenciais clientes. 

Com efeito, não é por estabelecer um perfil típico e direcionar a sua comunicação através de diferentes tipos de conteúdos que não terás outras oportunidades e possibilidades de desenvolvimento de clientes.

Muito pelo contrário! Encontrar o teu cliente ideal significa ser extremamente preciso e estabelecer uma estratégia clara de posicionamento que funcione. 

Definir o teu cliente ideal não se trata de fechar portas, mas sim de abrir novas portas.

Se o conheceres como a palma da tua mão, sabes exatamente do que ele precisa. Os seus sonhos, as suas ambições, os seus bloqueios… não terão segredos para ti. 

Poderás então construir um plano de prospeção, criar conteúdos relevantes e concentrar os teus esforços num único objetivo.

Entrar em contacto com o teu público-alvo será muito mais fácil. Será mais fácil atrair potenciais clientes e adaptar o teu discurso de vendas às suas necessidades. 

Vender com convicção torna-se fácil. As relações com os clientes são naturais. Sabes que podes ajudar o teu cliente alvo e sabes como o fazê-lo.

Quando se ouvem frases como: “Como é que se sabe isso? Colocaste câmaras na minha casa?”, significa que identificaste perfeitamente o teu cliente ideal.

Para isso, precisas de conhecer o teu cliente ideal como se ele fosse o teu melhor amigo!

No fim da tua investigação, deves ter uma ideia clara e precisa sobre a quem a tua empresa e os teus produtos se devem dirigir.

Depois de ter definido o teu cliente ideal, serás capaz de saber exatamente onde e como os encontrar os teus clientes.

A informação que terás então recolhido irá ajudar-te a construir as tuas mensagens de vendas. O texto dos teus anúncios devem ser direcionados diretamente para as expectativas do teu cliente. Terás de descrever as possibilidades, vantagens e benefícios dos seus serviços ou produtos com a linguagem do teu cliente.

A argumentação deve ser compreensível, a apresentação da tua mensagem de vendas deve ser confortável na forma, para reforçar a mensagem dos teus anúncios publicitários.

A publicidade colocada no local certo no momento certo, com uma linguagem simples para o teu cliente vai-te ajudar a evitar elevadas despesas em publicidade mal orientada, porque se destina a um grande número de consumidores que não precisam dos teus produtos ou serviços.

Conhecer o teu cliente ideal também te pode ajudar a organizar o teu site.

Ao conhecer as necessidades e interesses do teu cliente, pode ajudar-te a criar conteúdos no teu site ou blogue para os teus leitores.

As ações de promoção dos teus serviços ou produtos devem sempre servir os interesses e necessidades do teu cliente.

O teu produto final deve satisfazer os gostos e preferências do teu cliente e resolver os maiores problemas dele.

Não desprezes esta etapa fulcral para o sucesso do teu negócio!

Neste artigo Como atingir o máximo de Clientes com a tua atividade vais encontrar mais informação relevante neste tema.

Brindemos ao teu sucesso!

Qual a tua opinião neste assunto?

Diz-me o que pensas, deixando um comentário abaixo!

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Mindset

Como criar uma atividade na qual consegues atingir o máximo de pessoas?

Qual é a verdadeira razão pela qual não consegues encontrar clientes? 

É disso que vamos falar neste artigo. 

Se aplicares o que vou partilhar contigo neste artigo, o teu negócio pode transformar-se. 

Estas informações podem levar a tua atividade, de um estado de sobrevivência  para uma atividade onde crias um grande impacto no mundo, e consegues ajudar não 10 mas milhares de pessoas.

Criar uma atividade com impacto: que atitude deves ter

O que te vou falar neste artigo vai permitir-te decidir entre dois caminhos consoante a atitude que assumires: 

1- Continuas na tua situação atual, e continuarás com dificuldades em chegar ao fim do mês.

2- Levas o teu negócio a um nível acima em que cria um impacto massivo no mundo.

É através do que vou partilhar contigo hoje que vais ser capaz de fazer a diferença e escolher o caminho certo, o do impacto, o da prosperidade.

Por isso, este artigo é muito importante para ti, espero que te traga os conselhos que mereces.

Como eu pude criar uma atividade na qual eu crio impacto

Vou começar por contar-te uma história que te vai permitir compreender melhor . 

Há cerca de 6 anos, eu estava a lançar o meu primeiro negócio online. O objetivo era criar uma atividade que tivesse um verdadeiro impacto na vida das pessoas. 

Eu tinha um blog e escrevia artigos e após ter escrito dezenas de artigos, a minha visibilidade nunca descolou.

Em resumo, investi muita energia mas estagnei, fiquei frustrado por não ter resultados e eu não conseguia perceber o porquê de não os obter! 

Tinha a impressão que havia pessoas que pareciam ser menos interessantes que eu, pessoas que tinham menos talento que eu, mas que obtinham mais resultados do que eu. Porquê?

O negócio é uma questão de atitude

Eu via os meus concorrentes escreverem títulos muito sugestivos e agressivos e investir massivamente num marketing super desenvolvido. Na altura, pensava “isto é manipulação” mas na verdade, nos negócios é uma questão de atitude. Por outras palavras, o teu negócio é muito mais do que um simples trabalho. 

De fato, através do teu negócio, podes realmente mudar a vida dos teus clientes.

Podes contribuir para algo que vai além de ti.

Um negócio sempre teve o objetivo de transformar a vida das pessoas. 

Qualquer produto criado visa transformar a vida das pessoas, a fim de melhorar ou facilitar as suas vidas. Qualquer produto faz isso, por exemplo, quando Steve Jobs criou a Apple, ele queria transformar a experiência que as pessoas tinham com o computador.

Cria uma atividade que impacta: O segredo do marketing

O teu negócio tem como objetivo transformar a vida dos teus clientes e criar um verdadeiro impacto neles.

Da mesma forma, o marketing também exige atitude, se não consegues vender, se não tens clientes, se não empregas os esforços necessários no teu marketing, isso significa que não entendeste que o negócio não é acerca de ti mas sim acerca dos outros, da resolução dos problemas ou das necessidades dos outros. De fato, o teu negócio serve para ajudar os teus clientes e prospetos

Deves entender esta distinção importante porque o objetivo é conseguir responder às necessidades das pessoas à tua frente. Este é precisamente o objetivo do marketing.

O objetivo do marketing e da venda é formular a mensagem certa acerca daquilo que fazes

Trata-se de conseguires comunicar aquilo que fazes e transmitires a tua mensagem de forma a que as pessoas entendam, para que tomem a decisão de transformar as suas vidas.

O teu objetivo é, acima de tudo, transformar vidas e tu tens o produto ideal para o fazer.

Se hoje achas que o marketing é uma porcaria e que manipula as pessoas, que vender é mau, significa que não entendeste a importância que o teu negócio pode ter para a vida dos teus clientes.

O marketing e as vendas para transformar a vida dos clientes

O marketing e as vendas são ferramentas que permitem às pessoas tomar a decisão de transformar as suas vidas utilizando os teus produtos. 

Podes tirar um bocado para pensar de todas as vezes que um produto, ou serviço, transformou a tua vida porque alguém fez o esforço de fazer marketing e comunicá-lo de acordo com as tuas necessidades e não as dele.

Comunicar eficazmente com o teu cliente ideal

Se hoje não consegues obter os resultados que desejas no teu negócio é porque não comunicas da mesma maneira que o teu cliente ideal. 

Se não conheces o teu cliente ideal, isso significa que criaste o teu negócio em torno de algo que gostas. Pensaste como a maioria dos empresários: “vou criar uma atividade e depois vemos se algum quer comprar”. 

Pensaste: não sei quem vai comprar, não vou definir quem vai comprar, só quero criar um produto e meu negócio focalizado em mim. 

O problema é que se o teu negócio está focalizado em ti, nunca vais ter sucesso.

Se queres ter um impacto real, precisas fazer um esforço constante, um esforço maciço para entender quais são as necessidades dos teus clientes: Quais são os seus medos?  O que está na cabeça deles?, para responder às necessidades e aos desejos deles. 

A tua empresa não foi criada para permitir que vivas a vida dos teus sonhos, a tua empresa é feita para permitir que os teus clientes transformem suas vidas.

No entanto, a consequência direta disto é que graças a isto vais poder viver a vida dos seus sonhos.

Por outro lado, se fazes as coisas ao contrário e pensas que o teu negócio te vais permitir viver a vida dos teus sonhos, estás errado. 

Tens de saber que se estiveres focado em ti, nunca viverás a vida dos teus sonhos porque o teu negócio só vai mesmo desenvolver-se se melhorares a vida das outras pessoas.

Vender ao teu cliente ideal o produto-alvo que vai transformar vida dele

Qualquer que seja o teu negócio, se tens um produto físico, se és formador ou consultor, é sempre uma questão de transformação da vida de outras pessoas. 

Deves por isso mudar totalmente a tua forma de pensar e lembrares-te que o objetivo da tua empresa é transformar a vida de outras pessoas. A consequência natural deste objetivo vai ser transformar a tua vida. Essa mudança na tua forma de pensar permitirá que faças um enorme esforço no teu marketing e nas tuas vendas. 

Mas acima de tudo, para fazeres isso tens de fazer tudo o que te é possível para colocar nas mãos dos teus clientes e prospectos o teu produto ou serviço e mostrar-lhes que vai transformar as suas vidas.

Criar uma atividade que tenha impacto é colocar o foco nas necessidades do teu cliente

Gosto muito de uma frase do G Brown que diz: se tens um produto ou serviço que pode transformar a vida das pessoas, tens uma obrigação moral de fazer tudo o que está ao teu alcance para colocá-lo nas mãos deles. E é precisamente isso que eu te quero transmitir neste artigo, mostrar-te como fazer as coisas certas e não ao contrário, e lembrar-te que a tua empresa não está centrada em ti mas sim nos teus clientes. 

É como numa relação, se o teu parceiro só pensa nele, a dada altura a relação deixa de existir porque se torna-se desagradável para ti. Por outro lado, se cada um se focar no outro, isso vai permitir que a relação seja agradável para ambas as partes e isso vai fazê-la evoluir e ganhar outra  dimensão. É exatamente igual para o teu negócio. 

Se sabes que os teus prospetos precisam do teu produto mas eles ainda acham que querem outra coisa, deves apresentar-lhes o teu produto em contraponto ao que eles acham que precisam.

Outra frase célebre diz: Vende-lhes o que ele querem e fornece-lhes o que eles precisam.

Comunicar ao mais alto nível de consciência

Tens de conseguir comunicar o que fazes de forma a que eles percebam que é o que querem. 

O que é importante é comunicar acerca do benefício, da transformação que lhes vais trazer. Se conseguires comunicar através do nível de consciência deles, vais combinar o que fazes ao que eles querem no mais alto nível de consciência. 

Isso não significa mudar o teu produto, nem mudar o formato do teu produto, mas deves conseguir compreender como eles comunicam para poderes utilizar essa mesma forma quando comunicares com eles.

A tua comunicação deve ser ” isto é o que queres, compreendo, eu tenho o que tu queres e vou-te explicar como funciona”. Vais então explicar qual é o problema que o teu produto resolve, qual é a transformação que o teu cliente vai receber, e pouco a pouco vais levá-lo para o que ele precisa mesmo, para que a transformação aconteça.

Depois de terem pago, os teus clientes confiam em ti, passas a ser uma autoridade e nesse momento já lhes podes falar daquilo que eles precisam.

Conclusão

Neste artigo, eu queria partilhar contigo a importância  de focalizar o teu negócio no teu cliente e não em ti, para teres sucesso.

Ao ajudares as pessoas a resolver os seus problemas, com os teus produtos ou serviços, vais ganhar notoriedade e isso vai trazer-te mais e mais pessoas que vais ajudar e naturalmente o teu negócio vai crescer e trazer dinheiro para que tenhas a vida que sempre desejaste.

Por fim, convido-te a ler o artigo Quem é o teu cliente ideal. Lá encontrarás informação muito importante e complementar a este artigo que acabaste de ler.

Brindemos ao teu sucesso!

E tu, o que achas ?

Diz-me, deixando um comentário abaixo! ?

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Mindset

Estás a obter o número de vendas que desejas realmente?

Vais para o terreno à procura de vendas todos os dias. Tens regularmente conversas de vendas, segues as estratégias dos maiores gurus das vendas com rigor e apostas tudo nos orçamentos que enviaste para fechar vendas.

Mas por um motivo qualquer, as vendas não se concluem, e os orçamentos enviados não acabam nas tão esperadas vendas.

Investiste imenso dinheiro em publicidades dispendiosas, mas o retorno é ridículo. Tiveste várias reuniões comerciais mas os prospetos não compram o produto. Ou talvez tenhas investido em cursos de vendas ou de webmarketing, e depois de teres seguido passo a passo as recomendações do curso, as vendas continuam a não cair.

É geralmente nesta altura que a dúvida começa a aparecer. “ Talvez eu não seja bom vendedor. Isto não é para mim tenho de voltar a realidade e procurar algo diferente.”

E se na verdade estás a fazer tudo bem e só precisas de alguns ajustes no teu mindset, na tua estratégia e nas tuas ações? Talvez precises de voltar ao essencial, recentrar-te e lembrar-te porque começaste.

Através da minha experiência, identifiquei quatro dos bloqueios mais comuns de não conseguir concretizar a venda. E vou mostrar-te como contornar cada um deles, o que vai renovar a tua motivação e dar-te um rendimento recorrente.

Motivo 1: Estás centrado em ti e não no Cliente.

Conseguir uma venda não depende de ti . Está ligado ao cliente. Vender é antes de mais servir, o teu objetivo é ajudar o cliente a resolver um problema.

Podes sentir-te constantemente cansado, sem energia, com medo de não conseguir pagar a mensalidade do crédito da casa ou do carro. Acredita já passei por isso.

Na verdade, se estiveres concentrado no facto de não conseguires vender não vais conseguir mesmo. Deves portanto mudar o teu estado de espírito (o teu mindset).

Deves passar de un mindset de escassez para um mindset de serviço e abundância.

Como fazes isso? Respira fundo, não te coloques sobre pressão e concentra-te nas pessoas que vais ajudar com o teu produto ou serviço. 

Para isso deves colocar duas perguntas:

1. O que é que é essencial para o meu cliente? O que é que o teu cliente procura, qual é o sonho dele, quais são os valores dele? Faz uma lista daquilo que o teu cliente ideal procura e utiliza essa lista para responder às perguntas seguintes.

2. Como posso ajudar os meus clientes neste momento? Agora que sabes o que eles querem, concentra-te no fornecimento de soluções para o problema que eles têm.

Podes criar e partilhar um artigo com conteúdo importante para eles. Apresentar-te num grupo Facebook onde os clientes colocam perguntas para que possas responder e marcar presença. 

Ao libertar a pressão e ao concentrares-te em ajudar o teu cliente, a magia acontece. O teu nível de stress desce. Estás a ajudar as pessoas. Desta forma transferes a tua atenção na ajuda do próximo fazendo aquilo que gostas de fazer.

4 RAZÕES PELAS QUAIS NÃO ESTÁ A TER SUCESSO NA VENDA

Motivo 2: Utilizas constantemente as mesmas estratégias e esperas resultados diferentes.

Já gastaste dinheiro em publicidade que te trazem prospetos e não consegues convertê-los em clientes. Publicas nos grupos Facebook e não consegues envolvimento por parte da tua audiência.

Reconheces-te em alguma destas situações? Nenhuma das estratégias que utilizas funcionam. E esta situação pesa na tua auto-confiança.

Como diz Seth Godin, “ Fazer o que fizeste vai resultar no que obtiveste”. Portanto se não gostas do resultado, talvez seja tempo de mudar o que fazes.

Se estiveres apto a mudar as tuas estratégias quotidianas, testa alguns dos conselhos seguintes.

Posiciona-te como leader de opinião no teu sector. Partilha o teu conhecimento via artigos em blogs ou podcasts e vídeos. Quanto mais mostrares aos outros os teus conhecimentos, mais credibilidade e notoriedade irás obter. Por outro lado, irá aumentar também o fator “saber, gostar e confiança” para enfrentar os teus desafios com uma visão totalmente nova.

Concentra-te naquilo que fazes melhor. O teu negócio é servir as pessoas e a melhor forma de os ajudar é concentrares-te naquilo que fazes melhor. Quanto mais tempo passares a fazer aquilo que gostas, mais a tua paixão se vai manifestar, atraindo assim mais facilmente os teus clientes ideais.

Isto pode significar pedir ajuda nos domínios de actividade nos quais estás menos à vontade, libertando assim tempo para fazer outras coisas. A delegação dessas tarefas não tem necessariamente de te ficar dispendioso. Existem formas de delegar quando se tem pouco dinheiro.

Motivo 3: Estás ansioso e demasiado concentrado em conseguir uma venda

Nesta altura já efetuaste quatro ou cinco chamadas de follow-up com um prospeto e ainda não conseguiste fechar a venda. Desejas mesmo que ele te diga se quer ou não comprar o produto. Esta situação deixa-te nervoso e impaciente, o que faz de ti um vendedor insistente. E o que acontece depois?

O teu prospeto pode começar a pensar que só te interessas pelo dinheiro ou que perdes paciência porque estás desesperado. Estas à beira do precipício. Quando estás nesta situação, o problema não vem do cliente, o problema vem mesmo de ti.

Faz uma pausa. Para de colocar pressão em ti mesmo para fechar a venda e concentra-te no que é realmente importante: o teu cliente.

Oferece ao teu futuro cliente uma coisa que ele pode utilizar. Pode ser um guia gratuito, um ficheiro áudio, uma amostra, uma sessão de uma hora gratuita. A tua oferta tem de ter um valor elevado aos olhos do teu cliente. Mais uma vez tens de te concentrar naquilo que os clientes precisam.  

Não te esqueças tu recolhes o que semeias. Se gostas do que fazes, isto vai ser fácil de adaptar ao teu negócio.

Motivo 4: Temos de voltar ao essencial

O closing da venda não depende de ti. No entanto deves investir muito da tua pessoa para chegar ao teu objetivo. Para isso deves focalizar-te nas bases, por exemplo:

– Deves estabelecer uma conexão e uma relação

– Construir o teu próprio valor 

– Fazer um follow-up regular

– Gerir os nãos e as objeções de forma profissional. 

Tudo começa pela tua motivação. Se não consegues fechar as vendas que esperas, tens de rever as tuas fundações, verifica as tuas bases para poderes ter sucesso no futuro.

Todos nós já tivemos momentos em que vendemos menos. Não enfrentes a situação como um fracasso. Considera-o apenas como um desafio. Deves pensar noutras formas de chegar ao objetivo, mudando o teu mindset. Estes entraves são uma janela de oportunidade de ainda nos tornamos melhores e chegarmos a mais pessoas.

Quanto menos pensares em ti mais facilmente vais obter os resultados esperados.

Brindemos ao teu sucesso!

Qual a tua opinião neste assunto?

Diz-me o que pensas, deixando um comentário abaixo!

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Tecnicas de Venda

Quem nunca, certo? Quem nunca se viu perante um cliente indeciso. Após tantos contactos, reuniões, a concretização da venda tão próxima, as vantagens do produto tão claras, e ainda assim o cliente pede tempo para pensar. O que está realmente por detrás deste pedido? É o que vamos analisar juntos neste artigo.

As objeções de vendas mais utilizada pelos clientes

Quer estejas num telefonema de vendas ou numa reunião, “Deixe-me pensar nisso” é a objeção de vendas que certamente não queres ouvir. 

Quando no fim do teu discurso comercial perguntas ao cliente se ele deseja efetuar a encomenda do teu produto, certamente já ouviu o teu prospeto dizer: “Ainda não estou totalmente convencido” ou “mande-me um e-mail com mais informações”. 

O que é que eles querem mesmo dizer com isto? 

Quantas vezes já ouviste essas desculpas no fim de uma chamada telefónica de vendas?

Talvez no passado, tenhas acreditado nessas desculpas. 

Talvez te tenhas até oferecido para lhes enviar mais informações por e-mail, ou talvez tenhas combinado uma chamada de acompanhamento para verificar com eles nas semanas seguintes deixando-lhes assim tempo para pensar.

Quantas vezes já estiveste numa reunião de vendas, pessoalmente ou por telefone, e no fim da tua apresentação, o teu potencial cliente diz que quer pensar?

Ou te pede que as tais informações por e-mail? 

O que aconteceu depois? 

Nunca mais ouviste falar dele. 

É uma técnica clássica de diversão que talvez já tenhas utilizado para te veres de vendedores que lhe ligam para vender tudo e mais alguma coisa por telefone. 

Só que é mentira!

Esta frase significa que perdeste a venda.

Os teus potenciais clientes mentem. 

Quando um potencial cliente diz que quer pensar melhor, não é realmente o que está na cabeça dele. 

O que ele está a dizer é na verdade “Não”.

O que está realmente por trás de um “Deixe-me pensar no assunto” é um não.

Quando um potencial cliente afirma que precisa de pensar e diz que te vai contatar mais tarde, o que te está a transmitir é uma destas três situações:

Situação #1: Problema financeiro “Não tem dinheiro.”

É muito provável que seja um problema de dinheiro, mas ele não o vai admitir. Neste caso o prospeto mente e utiliza uma objeção dizendo que te volta a contactar mais tarde, mas nunca o fará. Nunca te irá contactar…

Situação #2: O Cliente não vê o valor que o produto ou serviço lhe vai trazer.

O potencial cliente ouviu a tua apresentação com atenção, mas não vê o valor que o teu produto ou serviço vai trazer à empresa dele.

Neste caso, terás de rever a sua apresentação pois esta não é clara no que se refere à solução que lhe vai trazer, o prospeto não sentiu a necessidade ou a solução do problema que o teu produto constitui. Não conseguiste demonstrar de forma clara que o teu produto é a solução que ele procura para passar do estado A ao estado B.

Situação #3: “O cliente não vê urgência.

O potencial cliente não percebe que tem de comprar naquele preciso momento, porque durante a apresentação do teu produto ou serviço não mencionaste o fator urgência.

As pessoas são por natureza preguiçosas. A menos que se lhes seja provado que têm agir AGORA, nunca o farão.

Os prospetos vão fechar-te a porta porque não sentem necessidade de comprar ou porque não podem comprar. Numa chamada de vendas, ou durante uma reunião de vendas, somente uma destas duas situações deve acontecer: Ou sabes porque é que ele compra ou sabes porque é que ele não compra.

Se concordares em deixá-lo pensar, perde a venda. 

Enquanto vendedor, falhaste por uma razão ou outra. 

Talvez tenha sido na demonstração do valor do teu serviço ou na transmissão do sentimento de urgência em relação à razão pela qual eles deveriam comprar agora o produto. 

Escusado será dizer que outra grande maneira de perder uma venda é deixar o potencial cliente escapar com a desculpa “Eu preciso pensar no assunto”.

Então, se o teu futuro cliente usar a clássica rejeição “deixe-me pensar nisso”, como deves responder? 

Não se trata na verdade de como se responde. 

É uma questão de estrutura no início do pitch de venda (discurso comercial/ apresentação). 

Constatamos que se perde a venda assim que se diz “tudo bem, ligo-lhe daqui a duas semanas para ver se está Ok”.

Vamos então ver como reformular o início do pitch, para garantir que não vais lidar com desculpas evasivas.

Como estruturar o teu pitch desde o início para evitar desculpas

Não deixes que o teu potencial cliente fugir com a desculpa: “Deixa-me pensar nisso.”

Se não queres que isso aconteça, temos de reformular.

Logo no inicio, deves ser claro : “Sr. Prospeto, o objetivo da reunião de hoje é determinar se é adequado trabalharmos juntos. Depois da nossa reunião, terá como possibilidade uma destas três decisões.

Poderá dizer: ‘Sim, é um excelente acordo. Nesse caso avançamos e fazemos negócio juntos.

Poderá dizer ‘Não’ e tudo bem – um ‘Não’ é uma resposta perfeitamente aceitável e não haverá ressentimentos.

A terceira opção será  “Deixe-me pensar nisso” e é esta opção que não queremos que diga, sabe, eu faço este tipo de reuniões há muito tempo, e o que na verdade esta terceira opção significa é “Não”. Então, antes de começarmos, vamos acordar o seguinte: no fim da nossa reunião irá dizer ‘Sim’ ou ‘Não’. parece-lhe bem?

Como este discurso estruturamos a conversa e mudamos a forma como esta se vai desenrolar.

Condicionamos o cliente e será mais difícil para ele utilizar uma objeção ou dizer-nos “preciso de pensar melhor”.

O cliente neste caso também estará mais à vontade porque percebeu que não há qualquer problema se ele achar que não quer o produto.

Com esta técnica conseguimos que o prospecto não use a desculpa fácil de pedir tempo para pensar.

Não tenhas medo de ser claro e direto com os teus prospetos, ele ocultam a verdade para se esquivar. 

Tenta saber de forma clara o motivo pelo qual eles lhe não lhe dizem a verdade para conseguires com maior facilidade fechar a venda.

Conclusão


Quando o teu prospeto diz: “Deixe-me pensar nisso”, a objeção é apenas um ecrã para esconder o que ele realmente pensa. Os clientes não conseguem dizer “Não” e não são capazes de dizer que não têm dinheiro.

Se não conseguires demonstrar-lhes a razão pela qual eles deveriam comprar, são eles que lhe irão apresentar uma razão pela qual eles não compram. No início da chamada com o teu potencial cliente, estrutura a chamada para evitar a objeção de venda “Eu preciso de pensar nisso”. Mesmo que obtenhas essa objeção no fim da chamada, lembra ao teu potencial cliente o que combinou contigo no início da chamada.

Não tenhas medo de ser direto, porque se o fores, irás aumentar as tuas hipóteses de descobrir o que realmente está a acontecer e fechar o negócio.

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Tecnicas de Venda

Para se tornar um excelente vendedor, não precisa de conhecer o produto de cor nem de saber responder a todas as perguntas possíveis e imagináveis acerca dele. Também não precisa de ser dotado do dom da fala. Na verdade, para se tornar um excelente vendedor, deverá fazer algo contra-intuitivo.

Primeiro que tudo não pode ser vendedor. Agora, antes de eu entrar nas características do que o torna um vendedor bem-sucedido, vamos primeiro inverter a ideia convencional de um vendedor de cabeça para baixo. Por que é que um vendedor não deve ser um vendedor?

Aqui está uma das lições mais importantes que aprendi. Para ser bem sucedido em vendas, precisamos desafiar as ideias convencionais sobre o que é um vendedor.

As competências desrespeitadas

Imagine este cenário. O seu filho vem ter consigo e diz: “Papá/Mamã, quando eu crescer, quero ser médico.” imediatamente sente uma onda de orgulho ao responder: “Filho/Filha, estou tão orgulhoso“. Eduquei-te tão bem!

Agora imagine um cenário diferente. Seu filho diz: “Papá/Mamã, quando eu crescer, quero ser vendedor“. Cai-lhe tudo e responde: “Foi assim que eu te eduquei?” Questiona-se: “Onde é que eu falhei como pai? Como posso mudar esta decisão?

Por que é que a sua reação é tão diferente em um cada dos cenários? A explicação está na forma como estamos condicionados a pensar nos vendedores. Muitos cenários desagradáveis vêm à mente. Os irritantes telemarketers que telefonam insistentemente para lhe propor um produto que não quer. O vendedor agressivo e insistente no centro comercial que continua a pedir-lhe para experimentar uma amostra quando apenas quer que o deixem em paz.

Eles manipulam, enganam, e quando fazem uma venda e obtêm comissão, as memórias, as associações, fazem-no querer livrar-se destas experiências.

Mas pense nisso. É perfeitamente certo conseguir um empréstimo para estudar, passar de seis a oito anos na faculdade de medicina, endividar-se e depois trabalhar numa profissão stressante? Não me interprete mal; tenho um profundo respeito pelos médicos e a nossa sociedade precisa deles.

Mas a opinião da sociedade sobre os vendedores é imerecidamente negativa. As vendas como profissão são desaprovadas, não são consideradas como ” um trabalho ” ou ” carreira “. Os vendedores podem formar-se e aperfeiçoar as suas técnicas em meses, dependendo da sua mentalidade, determinação e capacidade de vendas, sem se afogar em anos de dívida… e criar um ordenado com seis dígitos… ou mais.

Na verdade, algumas das pessoas mais bem pagas da nossa sociedade são ou vendedores. E eles são famosos.

As diferentes perspetivas sobre os vendedores

Warren Buffet, Elon Musk e Steve Jobs são todos vendedores. Eles todos tem um grande talento para convencer as pessoas.

Quando Elon Musk anuncia o último modelo Tesla, ele está convencer potenciais compradores a comprar um carro novo. Quando Warren Buffet, na reunião de acionistas, fala sobre o que eles vão fazer, o último relatório, os ganhos … ele convence as pessoas a investir nas suas ações.

A Key Note que Steve Jobs deu sobre o iPhone ou o iPad – quando milhares e milhares de pessoas assistiram ao vivo e em todo o mundo – essas pessoas estavam a assistir a uma apresentação de vendas. Ele estava fechar a venda dos últimos produtos da Apple.

O bilionário mais jovem do mundo, Kylie Jenner, também é um excelente vendedor. A influência da sua celebridade tem um papel importante processo de venda dos produtos cosméticos e acessórios.

Para sermos tão bem sucedidos em vendas quanto essas pessoas famosas, precisamos questionar as nossas crenças na sabedoria convencional.

Crenças que temos de desafiar e mudar sobre práticas de vendas

Se eles querem eliminar associações negativas com a palavra “vendedores”, então os vendedores não devem seguir a sabedoria convencional. Ser um excelente vendedor não tem a ver com as qualidades que as pessoas costumam associar à profissão.

Aqui estão algumas práticas de vendas bem conhecidas que devemos desafiar e mudar:

  • Um vendedor normalmente diz, “Este produto é muito bom. A nossa empresa é a melhor do mundo e por isso este produto irá ajudá-lo a si e à sua empresa. Deve comprar este produto”. Há algo de pretensioso nestas afirmações, o foco está no valor que o vendedor acha que produto tem, mais do que no problema que o cliente pode ver solucionado se o adquirir. Atenção, é importante ter entusiasmo e convicção no produto que está a vender é positivo porque se não estiver entusiasmado com o seu produto ou serviço, então o potencial cliente também não ficará entusiasmado. Agora imagine que o vendedor tenta fazer uma ligação pretensiosa. Por exemplo, quando o vendedor pergunta: “Como estão os seus filhos? Como está o trabalho? É um vínculo pretensioso porque o vendedor não se importa com as respostas e o potencial cliente não está realmente interessado na conversa.
  • Seguir o lead/prospeto 5, 10 ou mesmo 20 vezes. Os vendedores precisam de ser persistentes e continuar a ligar ou a procurar clientes potenciais porque se os clientes não comprarem, o negocio não se faz. Um bom vendedor acompanha e não desiste. Seguir um lead é persistir até que o prospeto efetue uma compra.
  • Os vendedores sabem que o prospeto médio precisa ser contatado pelo menos sete vezes antes de comprar seja o que for. Por isso, procuram insistentemente a venda, sabendo que é boa prática não desistir facilmente.
  • Perseguir o potencial cliente. Isso faz parte do acompanhamento e do processo de venda. Os vendedores trabalham na construção de uma relação com o potencial cliente, tentando continuamente agradá-los até que o potencial cliente ceda e finalmente faça a compra.

As técnicas tradicionais de venda incluem a vinculação pretensiosa.

Aqui está o problema com todos estes métodos de vendas convencionais. As pessoas não gostam de ser perseguidas. Elas não gostam de ser importunadas. Não querem uma relação profissional com um vendedor que tenta constantemente ser amigável e social com eles apenas porque querem fechar um negócio. São essas mesmas práticas que têm dado às vendas a má reputação que elas têm.

Como vendedor, não gosto de forçar os clientes. Também não gosto de perseguir. Pelo contrário.

Os meus clientes potenciais marcam uma reunião comigo porque querem saber mais sobre a minha oferta e estão interessados em comprar. Agora, talvez esteja a pensar, como é que eu consigo que os meus prospetos me procurem?

Aqui está o método que eu uso: Eu não pareço, não falo, não ajo nem falo como um vendedor típico.

Um bom vendedor resolve problemas

Um profissional de vendas não soa como um vendedor típico e desprezível. Eles não injetam alegria excessiva na voz quando atende o telefone: “Ei, como você está senhor?

Falam de forma calma e neutra, com um tom de voz como quando um médico o diagnostica.

Imagine uma visita ao seu médico, e ele lhe diz: “Estou feliz tão por o ver hoje! Como se sente? Está com febre? Não se preocupe. Eu posso passar-lhe uma receita, e está com sorte! Temos uma parceria com esta marca e se comprar uma embalagem, receba outra de graça. “.

Não importa o quão doente esteja, provavelmente sairia daquele consultório a correr. Não é assim que um médico se comporta e também não é assim que um vendedor profissional age.

Um bom vendedor age de forma calma e neutra. Resolve problemas como um médico, e faz perguntas até conseguir diagnosticar as necessidades do potencial cliente.

Bons vendedores fazem perguntas como: “Conte-me um pouco sobre a sua situação. Fale-me sobre o seu negócio. O que esperava obter de mim hoje? Eles querem saber mais sobre as razões pelas quais está interessado na oferta para que possam decidir se a oferta que têm vai resolver o problema. Assim como um médico que não lhe dá uma receita que não precisa, um bom vendedor não lhe vende algo que não seja lhe seja adequado. E comportam-se e falam como um profissional, falam com uma tonalidade convicta e autoritária. Mais importante ainda, não estão ligados à venda.

Os profissionais de vendas não estão desesperados por fazer uma comissão à custa da insatisfação do cliente. Quando o potencial cliente sente que o vendedor não está ligado ao resultado, fica recetivo. Sente que o vendedor quer realmente ajudá-lo, e não está apenas atrás de uma comissão ou de uma quota de vendas.

É assim que um vendedor profissional, consegue o que quer na vida. Primeiro, ajudam os outros a conseguir o que querem, resolvendo os seus problemas. Em segundo lugar, eles perseguem seus próprios objetivos financeiros.

Um bom vendedor age como um solucionador de problemas.

Para concluir, ser um Excelente vendedor é:

Se quer tornar-se um excelente vendedor, tem de entender que o seu papel não se trata de forçar a compra de um produto ao seu cliente. Também não se trata de usar métodos convencionais para acompanhar ou perseguir um potencial cliente.

Para ser um excelente profissional de vendas, não aja ou fale como um vendedor típico. Mantenha a calma e neutralidade de um médico enquanto faz as suas perguntas e descobre as suas necessidades. Não persiga o potencial cliente.

Quando o seu potencial cliente pode ver que está realmente interessado em ajudá-los, e não em vender, ele irá responder de forma diferente. Esta é abordagem para tornar-se um vendedor bem sucedido e bem pago.

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Tecnicas de Venda

Quando disser que o seu produto ou serviço é o melhor, não espere que os seus clientes acreditem.

Os seus argumentos de venda devem ser discutidas e provadas para conseguir convencê-los.

Existem dois tipos de provas que podem ser usadas nos seus textos de vendas: a prova social e a prova de notoriedade.

Prova social: convencer pela massa.

A prova social é um argumento que se baseia nos testemunhos dos outros clientes ou utilizadores.

Neste caso, o que queremos que o nosso potencial cliente pense é “Os outros são clientes e estão satisfeitos, porque não eu?”

Um potencial cliente procura numa prova social 3 coisas: o número de pessoas que classificaram aquele produto (escala); a forma como descrevem a sua experiência de utilização do produto (ambiguidade) e, por fim, semelhanças com as pessoas que comentam, tipo de necessidades, requisitos, etc (similaridade).

Encontramos frequentemente a utilização desta técnica em sites onde os compradores podem classificar e comentar sobre um produto após a sua compra. Alguns sites incentivam os clientes a fazê-lo oferecendo-lhes pontos ou descontos.

Prova de notoriedade: convencer pelo aconselhamento.

A segunda técnica utiliza a notoriedade e esta convence pelo aconselhamento que é dado ao cliente por parte de um entendido.

A prova de notoriedade é um argumento que usa o parecer de um especialista, ou associação com especialistas, celebridades ou figuras com um peso na sociedade, para convencer.

A ideia com que queremos que o nosso potencial cliente fique é a seguinte:

“Especialistas recomendam o Produto X, eu confio neles logo também quero este produto.”

Aqui estão alguns exemplos:

“A marca favorita dos proprietários de oficinas.”
“Recomendado pelo Doutor X, especialista na patologia Y”
“78% dos profissionais usam o produto X”
“Anunciado na TV”

Em jeito de conclusão, o ideal é conjugar tanto a prova social como a prova de notoriedade, sempre que o tipo de produto ou serviço o permitir.


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Tecnicas de Venda

Neste artigo vou falar-lhe numa técnica de vendas poderosa, que lhe permite destacar-se claramente dos seus concorrentes e aumentar as suas vendas facilmente.

Trata-se de descrever os seus produtos e serviços com o maior número possível de detalhes específicos, para deixar os seus clientes com água na boca.

A ideia é fazer com que eles sintam os benefícios que irão receber na oferta.

Que restaurante tem a melhor estratégia de marketing?

Este primeiro exemplo, é inspirado no livro Cashvertising de Drew Eric Whitman (um livro que deve mesmo ler!):

Dois restaurantes concorrentes são especializados em cozinha italiana.

O primeiro tenta dar-se a conhecer através da distribuição de panfletos com desconto. Aliás todo o panfleto é o cupão de desconto. Não existe qualquer descrição que alicie as pessoas a entrarem neste restaurante, nada que possa persuadir uma pessoa a comer neste restaurante.

“Restaurante italiano. Massa e pizza 20% de desconto na primeira refeição.”

O segundo restaurante também distribuiu panfletos.

A diferença entre os dois panfletos estava na comunicação:

“As nossas pizzas caseiras frescas e crocantes são preparadas apaixonadamente pelo Sílvio, o nosso chef italiano, e cozidas em fogo de lenha no local.

A nossa massa é preparada de acordo com a receita tradicional das avós italianas, com bons ovos da quinta.

Os nossos legumes do mercado são cuidadosamente seleccionados pelo chef todas as manhãs ao nascer do sol.

O nosso azeite, está cheio de sol italiano e é importado diretamente de Turim.

No restaurante Sílvio, a música italiana acompanha a sua degustação. É suave e melodiosa, para combinar com as velas que iluminam a sua mesa.”

A diferença entre os dois panfletos está na emoção que suscitam.

O restaurante do Sílvio, ao utilizar descrições tão específicas na sua propaganda, consegue criar expectativa e curiosidade no cliente, que desta forma facilmente se imagina a consumir uma pizza num ambiente tão apelativo.

Jardinorama ou Jardinoo: qual dos dois o mais persuasivo?

Aqui vai outro exemplo:

Duas lojas online que vendem equipamento de jardinagem.

Ambas querem apresentar-se como tendo a oferta mais completa no mundo da jardinagem.

A primeira loja diz o seguinte:

“Toda os artigos de jardinagem disponíveis online!

A Jardinorama tem tudo em stock, desde pequenas ferramentas a corta-relvas.”

A Jardinoo comunica com este texto:

“Jardinoo são 137 modelos de corta-relvas, 45 tamanhos de sacos de compostagem, 3542 ferramentas manuais, 38 marcas de herbicidas, 289 tipos de grama. Cada um dos nossos 47.965 artigos, mesmo aqueles que custam menos de 1 euro, têm a garantia de serem satisfeitos ou reembolsados imediatamente, no local e pessoalmente.”

Percebe que, além de ser específico, este segundo exemplo inclui muitos números que mostram a diversidade de produtos que têm disponíveis para o cliente. Outro ponto-chave é a segurança e credibilidade que transmite a cliente quando aborda a questão da satisfação ou reembolso.

Podemos assim concluir que é importante ser-se específico quando se trata de descrever o nosso negócio.

Será mais persuasivo se informar o cliente com o maior número de detalhes e não hesitar em dar valores.

Em qual dos restaurantes iria almoçar? E, se precisasse, em que loja compraria produtos de jardinagem?

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