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Competências

Um guia para principiantes 

Se és assíduo/a aqui no blog decerto que já leste vários artigos que referem o termo landing page ou páginas de aterragem, se traduzido à letra para português.

Este artigo é então inteiramente dedicado a esta ferramenta de marketing digital. A verdade é que quantos mais utilizadores aterrarem na tua landing page, mais hipóteses terás de os converter.

Assim, o que é uma landing page, quais os seus benefícios, que elementos deve conter e um passo-a-passo simples com links para softwares muito úteis, serão os tópicos que irão ser explorados neste artigo.

O que é uma landing page?

O que é uma landing page? O que é que a torna diferente de qualquer outra página? Porque é que as landing page são tão importantes?

Simplificando, uma landing page, também conhecida como página de aterragem ou página desembarque, é a primeira página em que os nossos potenciais clientes “aterram” depois de clicarem numa ligação. 

É diferente das outras páginas como um website, na medida em que segue ambos estes critérios:

  • Tem um formulário que lhe permite captar a informação de um visitante (ex: endereço de email) em troca de uma oferta desejada. 
  • A finalidade da landing page é converter visitantes em clientes

Quando falamos de “landing pages” no marketing online, referimo-nos geralmente a uma página especificamente concebida para receber e converter o tráfego de uma campanha de marketing online.

Aqui estão alguns exemplos de coisas que poderás querer que as pessoas façam na tua landing page:

  • Fazer uma compra
  • Submeter um formulário
  • Contatar a tua empresa ou a ti
  • Subscrever uma newsletter ou lista de correio electrónico

Os 5 elementos fundamentais de uma Landing page

No infográfico acima conseguimos perceber os 5 elementos fundamentais que devem estar presentes na tua landing page. 

Elemento #1 Proposta de valor presente no título e subtítulo

“Above the fold”. “Above the fold” é um termo roubado pela indústria jornalística online que se refere ao primeiro conteúdo que um utilizador vê

Elemento #2 Call to Action (CTA)

O formulário que criaste para o teu prospeto inserir o seu e-mail para receber um guia prático ou um ebook, por exemplo

Elemento #3 Os benefícios

O importante é manter o foco na forma como teu produto ou serviço facilitará a vida do teu cliente e não o quão fantástico é o teu negócio, produto ou oferta.

Elemento #4 Prova social/ Testemunhos dos Clientes

Os testemunhos são a forma mais simples de acrescentar provas sociais à sua página de desembarque. Se quiseres que o teu testemunho seja credível aos olhos dos visitantes:

  • Inclui mais detalhes
  • Inclui elementos visuais, fotografias, infográficos, vídeos
  • Incorpora conteúdo: se tiveres comentários interessantes noutra plataforma, por exemplo na Amazon, incorpora-os. As críticas em sites de terceiros não podem ser tão facilmente manipuláveis e por isso soam mais reais e credíveis aos nossos potenciais clientes.

Elemento #5 Argumento de Encerramento/Declaração de Reforço

Uma boa página de aterragem deve naturalmente levar o utilizador a concluir que a conversão é do seu melhor interesse.

Como criar uma Landing Page Passo-a-Passo

Se quiseres criar páginas de aterragem para as tuas campanhas de marketing, tens duas opções básicas: 

  • Construir as páginas diretamente no seu site, ou 
  • Criar as páginas de desembarque utilizando uma ferramenta de páginas de desembarque.

Embora muitas pessoas hospedem as suas páginas de aterragem no seu próprio website, não é necessário teres um website para a tua landing page. Podes criar páginas de aterragem através de ferramentas de software específicas para a criação de páginas de aterragem, tais como Instapage.

Muitos fornecedores de serviços de correio electrónico também incluem ofertas de criação de páginas de aterragem, como por exemplo o MailChimp

1. Descreve a tua oferta e campanha

Um copywriting poderoso é a chave para uma grande página de aterragem. A propósito desta questão não te esqueças de dar uma vista de olhos no artigo que escrevi sobre Marketing de Conteúdo.  

Então, primeiro, cria um esboço e decide no que te queres centrar. Lista a oferta e a campanha, depois pensa naqueles pontos básicos da página que referi acima – os 5 elementos de uma landing page.

Imagina que tens uma empresa de t-shirts vintage e queres promover uma venda em pack com 50% de desconto. A tua oferta poderia ser “50% de desconto em todos os packs de t-shirts vintage de cinco ou mais t-shirts”.

2. Enumerar os benefícios e a solução

Não importa o que estás a vender, os utilizadores querem saber como irão eles beneficiar dos teus produtos ou serviços? O sucesso de qualquer página de aterragem depende de como explica aos visitantes que o produto ou serviço que está a apresentar irá resolver o seu problema.

Sê conciso e claro. Estudos mostram que quanto mais palavras forem utilizadas numa landing page, menor será a taxa de conversão. 

Ao escrever, coloca-te no lugar do teu público-alvo ou persona e faz a ti próprio estas perguntas:

  • Qual é a sensação de ter este problema?
  • O que procuro para tornar o meu trabalho ou a minha vida mais fácil?
  • Como pode o produto ou serviço desta empresa resolver o meu problema?
  • Como é que o meu trabalho ou a minha vida será melhorada depois de comprar este produto ou serviço?

Responde a estas perguntas para preparar a sua oferta. Depois avança para o teu Call-To-Action, ou seja, uma chamada para a ação.

3.  Criar um CTA convincente

Os CTAs são uma ótima forma de promover o conteúdo da página de aterragem. A frase e o botão CTA numa página de aterragem têm um enorme impacto nas taxas de conversão. 

De acordo com a WordStream, podes melhor os teus CTAs assim:

  • Usando palavras de ação cativantes, tais como “receber” e “dar”.
  • Construindo uma sensação de confiança, como “Vamos construir a sua oferta”.
  • Apelando ao sentido de urgência de um visitante, mostrando o que obterá ao submeter o formulário de imediato, por exemplo, “50% de desconto nas primeiras 50 inscrições”.
  • Um grande botão CTA deve ligar-se à cópia da página como um todo, reiterando a oferta. Deve também apresentar um desenho apelativo que faça com que os utilizadores queiram clicar.

Lembra-te, o CTA precisa de ressoar com o contexto e com todos os restantes elementos da página de aterragem. Quanto mais coesos forem estes bens, maior será a probabilidade de as pessoas se converterem. 

4. Foco no design

Um bom design numa landing page afecta o que os utilizadores sentem sobre uma empresa, produto, ou serviço. Pode influenciar a decisão de conversão de um visitante. 

As melhores práticas de design de página de aterragem ditam que o layout é consistente com a marca da empresa existente e apela ao seu público alvo.

5. Optimizar para telemóvel

Já referi acima mas nunca é demais lembrar: 49% da população mundial utiliza a Internet móvel.  Ainda que a otimização das páginas de aterragem para telemóvel raramente é negligenciada, ainda assim acaba por ser muitas vezes um cuidado que se deixa para o depois.

As (melhores) ferramentas para criar páginas de aterragem

Um construtor de páginas de aterragem é um software concebido para criar, manter e otimizar páginas de aterragem. 

Em geral, os construtores de páginas de destino ajudam os utilizadores a criar rápida e facilmente landing pages. Fazem-no de múltiplas formas – fornecendo templates, oferecendo ferramentas de edição simples, integração com outras ferramentas existentes, e assim por diante.

Apesar de muito terem templates pré-definidos, muitos construtores de páginas de destino permitem uma grande personalização. Podem fazer tudo desde testes A/B, inserção dinâmica de palavras-chave, scripts e pixels personalizados, pop-ups, cabeçalhos cativantes, e muito mais.

O Que Deves Procurar nos Melhores Construtores de Landing Pages

  1. Facilidade de Utilização: Construir uma página de aterragem deve ser um processo relativamente indolor. Embora algumas ferramentas desta lista sejam mais intuitivas do que outras, de um modo geral são bastante simples.
  1. Muitas opções de personalização: A sua página de aterragem precisa de corresponder à sua marca, e estes construtores oferecem muitas opções de personalização para alterar fontes e cores, carregar o seu próprio conteúdo e imagens, e muito mais.
  1. Análise Integrada: Vai querer acompanhar os seus dados para medir o sucesso e fazer alterações para futuras campanhas. Todos estes construtores têm ferramentas analíticas disponíveis.
  1. Integrações de marketing por e-mail e redes sociais: Um bom construtor de páginas de aterragem torna simples incorporar a sua página de aterragem em qualquer canal(s) em que a sua campanha esteja activa. Isto pode ser através de ferramentas integradas ou integrações com ferramentas comuns de marketing de terceiros.
  1. Optimização para a Taxa Máxima de Conversão: Os melhores construtores de páginas de aterragem oferecem modelos ou tutoriais que ajudam a construir uma página de aterragem de alta conversão.

Deixo-te alguns exemplos de softwares que poderás usar para criar a tua landing page:

  • Instapage – O melhor software de página de aterragem global. Ideal para equipas e agências internas.
  • Landingi – O melhor equilíbrio de preço e funcionalidade.
  • GetResponse – Melhor ferramenta de página de aterragem para quem quer uma ferramenta tudo-em-um para funis de e-mail marketing e vendas. (Em português)
  • Unbounce – Excelente software de página de aterragem, mas o preço baseia-se em conversões.
  • Leadpages – Outro poderoso construtor de páginas de aterragem. Inclui um construtor de páginas de destino e tráfego ilimitado. Ideal para empresários em nome individual e pequenas empresas.
  • Wishpond – Tudo num só software que cobre páginas de destino, concursos sociais, e marketing por e-mail. Óptimo para equipas graças a contas de utilizador ilimitadas em cada plano. (Em português)

Dicas para aumentar (Certamente) as conversões da tua página de aterragem

Vamos recapitular alguns pontos importantes que não te podes esquecer quando crias a tua landing page:

Dica #1: Faz um pedido

Dica #1: Repete a tua Call to Action

Dica #3: Utiliza elementos visuais mas não exageres

Dica #4: Evidência Social: utiliza testemunhos dos teus clientes

Dica #5: Cria um senso de urgência no visitante

Dica #6: Optimiza a sua página para ser visível e apelativa em dispositivos móveis

Dica #7: Faz testes A/B

1) Teste um item de cada vez

2) Não testes qualquer coisa

Em relação à promoção da tua landing page, deixo-te algumas recomendações:

Email: Se já tiveres uma lista de e-mails, faz uso dela. É uma ótima forma de promover a tua página de aterragem. Envia um e-mail promocional para uma lista direcionada, ou seja, mais de acordo com o teu público-alvo pata aumentar a probabilidade das pessoas se converterem. 

Redes sociais: Como provavelmente sabes, as redes sociais são uma grande ferramenta para divulgar o teu conteúdo. No entanto, não promovas em todas as plataformas. Selecciona as plataformas onde sabes que o teu público-alvo está e promove fortemente.

Conclusão

O teu trabalho não termina assim que a tua página de aterragem estiver completa. De facto, ainda agora começou.

Tens de garantir que as pessoas estão a ver a tua página de aterragem, certo? Senão qual foi o objectivo de a criar? 

Quando a tua campanha estiver a decorrer e o tráfego estiver a ser conduzido para a página, é importante não te sentares, relaxado, como se estivesses a assistir a um espetáculo.

Verifica com alguma frequência os resultados das tuas páginas de aterragem. 

Pergunta-te: “A minha oferta continua a ter um bom desempenho mês após mês?”. Se não, o que mudou?

Se tiveres outras ofertas diferentes compara-as umas com as outras e vê se consegues descobrir um padrão de desempenho melhor que o de outras.

Se tiveres uma página de destino que esteja a ter um desempenho extremamente bom, volta a promover esse conteúdo e vê se consegues obter um aumento de contactos a partir daí.

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Competências, Tecnicas de Venda

Neste artigo vais ficar a conhecer várias ferramentas e técnicas de marketing digital que podes colocar à tua disposição para implementar para potenciar o sucesso do teu negócio. Mas antes demais, vou partir do princípio que és novo nesta matéria e falar-te um pouco do que é, afinal, isto do marketing digital.

O que é Marketing Digital?

Podemos dizer que marketing digital é, antes de tudo, um ato de comunicação realizado num ambiente digital. É o ato de promover e vender produtos e serviços através de estratégias de marketing na WEB, tais como: marketing de redes sociais, marketing de pesquisa e e-mail marketing.

Num momento em que a era digital domina a atualidade, o e-marketing tornou-se um meio de comunicação essencial.  E outro aspeto a salientar é que, no momento atual, já não é preciso ser-se uma grande empresa nem fazer um grande investimento para marcar presença online. No entanto, requer algum trabalho.

Hoje, mais do que nunca, as empresas precisam de cuidar da sua reputação digital e estabelecer uma interação permanente com os seus clientes, se quiserem ter um lugar de destaque.

Hoje em dia, os teus clientes estão online: absorvidos pelas redes sociais, mantendo-se atualizados em sites de notícias e blogues, e pesquisando online quando têm uma necessidade.

É por esta razão que no marketing digital é importante fazer a oferta certa, na altura certa e no local certo.

O marketing digital coloca-te nos mesmos canais digitais por onde andam os teus potenciais clientes, para que estes possam conhecer o que tens para lhes oferecer, aprender mais sobre a tua empresa, e até fazer perguntas para saber mais sobre os teus produtos ou serviços.

Existem diferentes técnicas de marketing digital que precisarás de aprender. Mas todas elas trabalham em conjunto para criar uma base para o teu negócio: atrair potenciais clientes, fomentar relações e fazer ofertas que o teu público apreciará e as quais responderá.

Os principais objetivos do marketing digital

As várias disciplinas do marketing digital têm como principal objetivo desenvolver a tua relação com os clientes.

O intento é optimizar a notoriedade da tua marca e fazer crescer o teu negócio. É importante que disponibilizes informação valiosa ao teu público-alvo para aumentar o tráfego e gerar conversões.

Graças a várias técnicas de SEO – Search Engine Optimization -, podes tornar a informação que partilhas, mais atraente, com artigos bem posicionados nos motores de busca e por conseguinte aumentas a probabilidade de os teus potenciais clientes descobrirem a tua empresa. Em certos contextos, podes usar esta influência para desencadear uma necessidade em potenciais clientes futuros.

Clica para saber mais sobre conteúdo SEO

Para otimizar as tuas hipóteses de alcançar os teus objetivos, o ideal é adotar uma estratégia que utilize vários canais digitais.

Porquê criar uma estratégia de marketing digital?

De facto, as empresas devem repensar a sua estratégia global para integrar os novos códigos digitais. A implementação de uma campanha de marketing digital é uma fase crucial de desenvolvimento, uma vez que permite à empresa dar a conhecer eficazmente a sua atividade na web e nas redes sociais. 

Com isto em mente, a tua empresa precisa de um plano de marketing digital? A resposta é um retumbante SIM! Precisas de o fazer para:

  1. Atrair, convencer, converter e fazer os teus clientes apaixonarem-se pelo teu produto ou serviço.  
  2. Planear todas as estratégias e ações para atingir o teu cliente alvo.
  3. Segmentar as tuas campanhas de marketing digital para fornecer valor em cada etapa.

Como fazer Marketing Digital?

Começa por criar um plano de marketing digital. Basicamente é um documento que contém os detalhes de todo o planeamento das tuas campanhas ou ações de marketing digital. Neste plano vamos detalhar, entre outras coisas:

– Objetivos empresariais de curto, médio e longo prazo.

– As estratégias para atingir os objetivos a nível digital.

– Os canais a utilizar.

– Os planos de ação e de desenvolvimento.

– O investimento e o orçamento. 

– O calendário e o roteiro.

5 passos para um plano de marketing digital

1. Analisa a tua situação atual usando o modelo SWOT

O “S” vem de Strengths em inglês e diz respeito aos “Pontos Fortes” da tua empresa. Alguns exemplos:

  1. Que elementos positivos têm impulsionado as vendas?
  2. Quais as vantagens que a tua empresa apresenta face aos concorrentes diretos?
  3. De que recursos dispõe a empresa? Logísticos, humanos e materiais. 

O “W” vem do inglês Weakness, e são os “Pontos Fracos” da tua empresa, que deverás melhorar:

  • Que fatores internos afetam negativamente as vendas e os processos?
  • Que fraquezas têm sido evidenciadas por agentes externos? Exemplo: demora na entrega dos produtos ao cliente. 

O “O”, do inglês Opportunities, significa “Oportunidades”. No mercado no qual a tua empresa atua:

  • Que tendências existem no mercado em que operas que podem ser janelas de oportunidade para desenvolver produtos ou adequar os que já existem?
  • Que mudanças tecnológicas surgiram que possam ajudar a melhorar a qualidade dos produtos desenvolvidos na tua empresa?

E por fim, o “T”, do inglês Threats, ou seja, “Ameaças”. No mercado atual:

  • O que é que os teus concorrentes têm andado a fazer que possa afetar a tua taxa de conversão?
  • Que dificuldades a tua empresa tem experienciado?

2. Define os objetivos da tua estratégia de marketing digital – Objetivos SMART

Com as conclusões a que chegaste ao utilizar o método de análise SWOT, já estarás em condições de definir os teus objetivos empresariais. E então o que te vou explicar de seguida é como definir um bom objetivo, um objetivo SMART.

Traduzido do inglês, SMART é o acrônimo para: específico, mensurável, atingível, relevante e temporal.

Definir objetivos é uma tarefa por si só complexa, mas de extrema importância para nos mantermos motivados, focados e em constante evolução!

Um objetivo é SMART quando:

  1. Temporal. Ao ser definido uma data limite, ou um período de tempo para a sua concretização, é possível perceber a evolução do teu trabalho e o quão perto ou longe estás de atingir os resultados que desejas. Também é uma boa estratégia para evitar a procrastinação e o “fica para depois”.
  1. Mensurável.  Quando quantificas os resultados que pretendes atingir sabes exatamente o que queres alcançar. 
  1. Atingível. Defines objetivos com base na realidade e já com algumas ideias em mente de como o atingir. 
  1. Relevante. A sua ideia é produzir impacto real. Poderás ter como objectivo, aumentar o número de seguidores para introduzir um novo produto ou, simplesmente, promover a interação entre a empresa e os seus potenciais clientes.
  1. Específico. Um objetivo vago, e amplo, será mais difícil de atingir.

(No artigo, 7 dicas para ser produtivo)

3. Define a tua estratégia de marketing digital:

  1. Mercado-alvo: a quem se dirige os teus produtos? Sugiro-te a leitura deste artigo Quem é o teu cliente ideal, para identificares o teu cliente-avatar. 
  1. Posicionamento: Para conseguir um posicionamento adequado, é crucial que a tua proposta de valor seja muito clara. Em suma, é a razão pela qual o consumidor deve escolher-te a ti e não a concorrência. Deves apresentar a tua proposta adequadamente nos canais onde o teu público está presente (redes sociais, blogs, e-mail marketing, e muito mais).
  1. Marketing de conteúdo: só este ponto dava pano para mangas. Na sua definição, marketing de conteúdo é o processo de criação de conteúdo e consequente publicação de forma consistente sobre o que o teu o público quer consumir. Ou seja, artigos que acrescentem valor, artigos de qualidade. Esta é uma formas mais consistentes de gerar mais tráfego e aumentar a taxa de conversão. 
Clica para saber mais sobre Marketing de Conteúdo

4. Define os canais/ ferramentas digitais que vais utilizar e de que forma

Hoje em dia, considerando que o número de canais digitais a gerir se está a multiplicar e a quantidade de informação que obtemos sobre os nossos clientes está a aumentar, é fundamental teres uma estratégia Web (campanhas de e-mail marketing, meios de comunicação social, CRM, otimização da web, estratégias SEO, publicidade online, etc).

4.1. Um Website: a base de qualquer estratégia digital 

O “passa a palavra”, os meios de comunicação social, ou um motor de busca podem ser a forma como os teus potenciais clientes ouvem falar pela primeira vez da existência da tua empresa. 

Ainda assim, em última análise, a maioria dos consumidores explorará um website antes de visitarem pessoalmente uma empresa.

Se o teu website não for user friendly, ou seja, intuitivo, organizado e que funcione em vários dispositivos, pc, telemóvel, tablet, ou se for difícil de encontrar, estarás a encaminhar os potenciais consumidores para a concorrência (aqueles que têm um website grande e fácil de usar!). 

Certifica-te que quando um potencial cliente se deparar com o teu website, ele terá uma grande primeira impressão.

4.2. Landing pages e lead magnets

  • Landing page: é uma página web de aterragem, o local onde o cliente chega quando quer aceder a um site, por exemplo. Nessa página de aterragem vai encontrar o teu lead magnet que pode ser, por exemplo, um formulário (de subscrição de newsletter ou cupão de desconto) no qual deverá preencher os seus dados. 
  • Lead: é aquele cliente cujos dados, nome e e-mail, conseguiste captar
  • Lead Magnet: é a forma como vais captar os dados de um cliente para ele se tornar um lead

Se pretendes ser bem sucedido na aquisição de clientes online, então terás de construir uma lista de correio eletrónico. E para construir eficazmente uma lista de correio eletrónico, precisas de um lead magnet que leve à efetiva geração de leads.

Um lead magnet é uma oferta que podes promover a potenciais clientes em troca do seu endereço eletrónico e talvez de outras formas de informação (tais como nome e números de telefone).

Um bom lead magnet tem de dar uma resposta de forma breve a um problema específico da tua audiência.

Alguns exemplos de lead magnets: amostras, guias digitais, vídeos instrutivos, ofertas, cupões de desconto, etc.

Um bom lead magnet deve obedecer a pelo menos duas regras:

  1. Alto Valor Percebido: Dependendo do tipo de mercado em que te encontras, o teu lead magnet deve ser visto como algo altamente valioso (ou melhor ainda, deve ter um elevado valor real).
  1. Gratificação instantânea: O teu público está constantemente à procura de uma solução imediata para o seu problema. Se o teu lead magnet conseguir preencher essa lacuna, estarás a construir uma lista de correio eletrónico num instante.

Quando o teu público consome o teu lead magnet, a probabilidade de estar mais convencido que deve comprar na tua empresa, em vez de se dirigir aos teus concorrentes, aumenta.

4.3. Publicidade online e direcionada

A publicidade directa é uma estratégia que visa atingir os consumidores sem necessidade de algum tipo de intermediário para estabelecer a ligação.

Um dos tipos de publicidade direta mais comummente reconhecidos é o correio direto. A publicidade por correio eletrónico envolve a entrega de uma solicitação a um potencial comprador através de correio eletrónico direto ao consumidor. Normalmente, o consumidor tem a oportunidade de ser redirecionado para um website para saber mais sobre o produto, ou pode ir diretamente para uma página web e fazer uma encomenda.

4.3.1. E-mail Marketing

O e-mail marketing permite-lhe segmentar os seus clientes em diferentes listas com base nas suas preferências para enviar conteúdos altamente personalizados. Desde elaborar a linha de assunto perfeita a cuidadosamente selecionar imagens que ressoam com o teu cliente, assim como criar conteúdos valiosos que ajudam o teu público.

O e-mail marketing é o canal perfeito para conduzir o envolvimento.

É um tipo de marketing na Web que ocorre quando uma empresa envia mensagens ou campanhas promocionais a grupos de pessoas por e-mail. Normalmente, estas mensagens contêm anúncios, mensagens comerciais, ou uma CTA – Call to Action.

Qualquer tipo de e-mail com o referido conteúdo pode ser considerado e-mail marketing e o seu objetivo é adquirir novos clientes, construir ou melhorar a relação de confiança e lealdade de uma empresa com os seus clientes atuais.

4.3.2. Anúncios no Facebook

Os anúncios no Facebook são um excelente exemplo da prática de publicidade em redes sociais. Com o número mais elevado de utilizadores mensais ativos de qualquer rede social no mundo, o Facebook tornou-se um elemento altamente competitivo, e potencialmente lucrativo, em muitas estratégias de publicidade digital de empresas.

A publicidade paga em redes sociais ajuda os utilizadores a encontrar negócios com base nas coisas em que estão interessados e nas formas como se comportam online.

As empresas e comerciantes que experimentam os anúncios do Facebook ficam muitas vezes impressionados com a extensão das suas opções de targeting e customização, ferramentas que têm à sua disposição para criar anúncios apelativos e cativantes. É muito importante salientar também que te permite distinguir os anúncios com melhor desempenho dos piores e descobrir reações negativas. Se identificares os motivos para tais reações vais conseguir trabalhar melhor a forma como comunicas o teu produto ou serviço. 

Outro ponto importante na publicidade no Facebook é que podes utilizar o retargeting que não é nem mais nem menos que a prática de mostrar anúncios a pessoas que já visitaram o teu site.

4.3.3. Google Ads

O Google Ads, anteriormente Google Adwords, é a plataforma de publicidade da Google e lidera o mercado dos media online.

Destaca-se pela representatividade que todos conhecemos mas também porque através do Ads as empresas que anunciam podem se destacar para um público super segmentado.

Quando pagas por publicidade no Google Ads não é só para o teu negócio aparecer em todo o lado.  Estarás a investir num mercado-alvo qualificado e que tem interesse pelo teu negócio.

Melhor que ninguém, a Google, através do Guia de utilização do Google Ads, explica-te o que precisas fazer para começar e que estratégias usar para obter sucesso nas tuas campanhas. 

4.3.4. Influencers

Segundo o BusinessDictionary.com, os influenciadores são “indivíduos que têm o poder de afetar as decisões de compra de outros devido à sua (real ou percebida) autoridade, conhecimento, posição ou relação”.

Agora imagina que  alguém com um público de meio milhão de pessoas e uma influência tão incrível sobre o teu público-alvo, partilha uma publicação tua no seu blogue ou na sua página do Facebook? Ou que endossa publicamente o seu novo produto ou serviço?

Muitos negócio recorrem hoje aos influenciadores para promover os seus produtos e serviços.

5. Analisa a performance do teu plano através de KPIs

O trabalho não acaba depois de se ter concebido e implementado uma ou mais estratégias de marketing digital. O passo seguinte é um dos mais importantes: analisar os resultados. A análise de dados transformou-se num pilar para otimizar com sucesso o desempenho e os gastos do marketing digital.

Temos de medir cada ação utilizando KPIs que são basicamente indicadores-chave de performance. Alguns exemplos de KPIs:

  • ROI (Retorno sobre Investimento): Melhorei o desempenho financeiro da minha empresa?
  • Quantidade de clientes: Aumentei o número efetivo de clientes?
  • Retenção de cliente: Os meu clientes voltam a comprar?
  • Eficiência e Qualidade: Implementei medidas que agilizam o tempo de produção e trouxeram melhorias nos processos de fabrico?

Medir a eficácia das estratégias e atividades que implementamos no nosso marketing digital ajudar-nos-á a corrigir o que não funciona para atingir os objetivos que estabelecemos. Por isso, certifica-te de que dispões de um sistema eficaz de visualização de dados em tempo real.

Conclusão

Hoje em dia, um negócio que não está online é como se não existisse. Passa a ser um negócio que se sujeita aos “clientes de passagem” e a “clientes curiosos” que raramente compram.

Se antigamente, se distribuíam folhetos na rua como forma de publicidade, hoje basta pegar no nosso computador ou mesmo no telemóvel e com alguns cliques conseguimos levar o nosso trabalho a uma larga escala de pessoas independentemente da sua localização. Todas elas passam a ser potenciais clientes.

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Competências

Se achas que escrever um artigo é difícil então imagina o que é escrever um artigo sobre como escrever um artigo para SEO!

Um artigo pensado para Search Engine Optimization (SEO) é um artigo que é escrito, estruturado e formatado para se tornar mais competitivo com outros na mesma área com o objetivo último de atingir o topo nas páginas de resultados dos motores de pesquisa.

Neste artigo, para além de esclarecer sobre o que é um artigo SEO – friendly, vou dar-te a conhecer técnicas e ferramentas que te serão úteis para o fazer.

Clica para saber mais sobre Marketing de Conteúdo


Decerto que já te viste confrontado/a com uma página em branco, um artigo a ter de sair dali e a cabeça a não querer colaborar. Claro que podíamos escrever sobre qualquer coisa, sem estrutura, nem grandes preocupações, mas também onde é que isso nos iria levar? A lado nenhum, pois está claro. 

Existem imensas, mas estas são as principais vantagens de escrever um artigo SEO – friendly:

  • Poupas tempo ao teu futuro-eu: podes obter resultados a longo prazo quando o tráfego chega ao teu site todos os meses, sem investires muito na promoção desse conteúdo. 
  • Crias conteúdos verdadeiramente valiosos: respondes a perguntas que o teu público realmente faz. 
  • Atrais novas audiências: as pessoas que encontraram a resposta à sua pergunta no teu artigo podem tornar-se uma audiência leal e até embaixadores da tua marca.

Se precisas de saber como escrever um artigo SEO de sucesso, este artigo é para ti. E para ser ainda melhor, é um guia, ou seja, é prático e simples.

O que é conteúdo SEO

Conteúdo SEO refere-se à criação de conteúdo que ajuda as tuas páginas web a ocupar um lugar de destaque nos motores de busca. Tem tudo a ver com a escrita e estruturação de conteúdo. 

O conteúdo SEO é importante porque os motores de busca, como o Google, leem as tuas páginas na Internet. As palavras que utilizas ao escrever um texto para o teu website/ blog determinam se este será ou não bem classificado nas suas páginas de resultados. 

Deves ter em consideração duas coisas para produzir conteúdo que faça com que o teu blog seja bem classificado: palavras-chave e copywriting (escrita persuasiva). 

Até podes ter um website/ blog muito bonito e apelativo, mas se não tiveres conteúdo de qualidade o teu site não tem qualquer hipótese nos motores de busca.

Que tipo de conteúdo pode ser SEO 

Qualquer tipo de conteúdo pode ser “conteúdo SEO”: páginas de produtos, landing pages, ferramentas interativas e até vídeos. Mas quando a maioria das pessoas fala de “conteúdo SEO”, está a falar de publicações/ artigos em blogs.

Por essa razão, é que nos vamos centrar neste guia em como escrever bem um artigo para Search Engine Optimization – SEO.

Passo-a-passo para escrever um artigo SEO de sucesso

1. Encontrar um tópico de interesse que gere tráfego

Antes mesmo de pensares em colocar a caneta no papel, é necessário que encontres um tópico relevante com “potencial de tráfego“.

Se não sabes que tópico abordar, a resposta está nos teus clientes. Pensa em temas amplos que os teus potenciais clientes possam estar à procura. Questões levantadas por eles, ou sugestões, também serão um ótimo tema para os teus artigos. 

Dou-te um exemplo prático: imagina que vendes produtos de panificação, online. Um tema para escreveres um bom artigo SEO pode passar por receitas de produtos de panificação, revisões de utensílios de cozinha, ou outras matérias relacionadas com panificação.

2. Pesquisar palavras-chave sobre o tópico

Cada estratégia de SEO de conteúdo deve começar com uma pesquisa de palavras-chave sobre o tópico escolhido. Serão essas palavras que terás que introduzir ao longo do texto do teu artigo. Tens de saber que palavras-chave o teu público pesquisa, no tema que escolheste, se quiseres gerar tráfego. 

Poderás utilizar plataformas especialistas na sugestão de tópicos e palavras-chave como a de Neil Patel. Poderás adquirir uma subscrição mensal/ anual ou então usufruir das pesquisar gratuitas limitadas que o site te oferece.

Voltando ao nosso exemplo sobre panificação e utilizando a aplicação Ubersuggest, algumas palavras-chave mais procuradas pelos utilizadores de motores de busca são: o que é panificação; confeitaria e panificação; panificação e confeitaria profissionais; produtos para panificação; panificação curso; panificação industrial; panificação e viennoiserie, etc. Estes são então exemplos de palavras-chave que poderás utilizar no teu texto para que este chegue a uma melhor posição no ranking.

Não terás dificuldade em construir uma lista de 5 a 10 palavras-chave, as quais poderás categorizar entre principais e secundárias consoante o foco do teu artigo. 

A tua palavra-chave principal deve aparecer no título do teu artigo mas também no primeiro parágrafo. Idealmente, deves colocá-la na primeira frase.

Desta forma, o Google poderá notar a correlação óbvia entre os dois, título e introdução mas atenção isto não é a 100%, ou seja, pode não ser suficiente.  Se a tua palavra-chave principal estiver no título, primeiro parágrafo e for repetida inúmeras vezes ao longo do artigo, isto sim, já é suficiente para que o Google tenha a certeza de que esta é a tua palavra-chave/ frase principal.

3. Escrever o artigo

Como referi na introdução deste artigo, escrever um artigo SEO de sucesso tem tudo a ver com a escrita e estruturação de conteúdo. Nos próximos pontos vou ensinar-te técnicas para estruturares de forma correta o conteúdo do teu artigo SEO.

Estruturar o texto de um artigo SEO

É importante que conheças o comportamento da maior parte das pessoas quando se depara com um artigo de assunto de interesse para elas. Antes de decidirem se devem ou não ler algo, as pessoas tendem a passar os olhos por um texto, como se fizessem um scan. Querem saber do que se trata antes de o começarem a ler até ao fim.

Muito provavelmente já se passou o mesmo contigo. Encontraste um artigo e começaste por olhar para os títulos e subtítulos, tal como para o primeiro parágrafo de um texto, para determinar se esse mesmo artigo era interessante para ti. 

Por isso mesmo, os títulos no corpo de texto de um bom artigo SEO devem ser atrativos e devem indicar claramente o conteúdo no parágrafo abaixo do mesmo. Formata o teu cabeçalho para H1 e coloca-o acima de cada parágrafo (ou acima de um grupo de parágrafos que sejam tematicamente semelhantes).

Para facilitar a leitura do teu artigo tenta não criar parágrafos muito extensos. Não te esqueças que muitos dos teus leitores poderão estar a utilizar um telemóvel, tablet, notebook ou um computador para ler o teu artigo. Por isso mantém parágrafos pequenos, bem divididos para facilitar o seu consumo nos mais diversos dispositivos. 

Deves procurar preservar a fluidez do texto. Deixa o leitor “respirar”, não escrevas frases excessivamente longas e se a criação de tópicos ajudar, utiliza-os para melhor visualização ou compartimentação do texto. 

Otimizar a introdução

  • Coloca as principais palavras-chave nas duas primeiras frases da tua introdução porque são apenas as duas primeiras frases que normalmente aparecem nos resultados dos motores de busca.
  • Repete as tuas palavras-chave algumas vezes: na introdução umas 2-3 vezes. Não exageres mas também não peques por defeito. Podes querer posicionar bem o teu artigo mas não deixes que isso afete a leitura do artigo que se quer fluída. E como os motores de busca não gostam da excessiva repetição de palavras-chave, corres o risco de te ‘des-indexar’ o artigo, tornando-o difícil de encontrar online.
  • Ainda na introdução, inclui os pontos-chave do teu artigo, que deves expressar de forma clara e concisa.

Títulos de artigos que os motores de busca mais simpatizam

Para teres aquele título excepcional que prende o olhar dos teus potenciais clientes, e que é bem classificado pelos motores de busca, deves:

  • Criar um H1 único. Isto ajudará a evitar que os visitantes se percam entre páginas semelhantes no teu site.
  • Incluir no título 1-2 palavras-chave relacionadas com o teu tópico
  • Descrever o que é discutido no corpo do texto. O H1 da página deve descrever o conteúdo, caso contrário o Google considera a discrepância como sendo de baixa qualidade de conteúdo.
  • Criar um título não muito longo: considera a hipótese de mover uma frase do título para a primeira ou segunda frase da tua introdução, caso este seja muito longo.
  • Introduzir um número: As 10 melhores receitas para a batedeira modelo XYZ, por exemplo. No primeiro parágrafo poderás colocar algo como: A marca XPTO, há 20 anos no mercado, foi mais longe e lançou este mês a nova batedeira XYZ. Neste artigo vou apresentar-lhe as 10 melhores receitas que lhe vão permitir usar o máximo potencial desta excepcional máquina. 
  • Utilizar palavras como: “como”, “porquê”, “o quê”, e “onde”. Desta forma, ajudarás as pessoas a compreender o que encontrarão na página abaixo – guias e artigos de “como” também conduzem 2x mais tráfego em comparação com outros tipos.

Tamanho do artigo

O bom senso impera. Não deixes nada por dizer mas também não enchas o teu artigo com “palha” para aumentar o seu tamanho. 

Existem estudos que indicam que o Google, enquanto motor de busca, gosta de artigos com uma contagem média de palavras na ordem das 1500.

Se chegaste às 1000 e sentes que não existe mais nada de valor que possas acrescentar, é preferível dar o artigo por concluído do que tentar tirar mais 500 palavras da cartola, que basicamente poderão pôr em causa a qualidade do teu artigo. 

Um artigo SEO quer-se visualmente apelativo

Torna o teu artigo mais apelativo. Utiliza imagens, fotos, infográficos, vídeos, … tudo o que achares que complementa ou ilustra a informação que estás a passar no teu texto.

Adicionar links num artigo para SEO é importante

A existência de links para o teu artigo nos teus meios de comunicação social, redes e sites institucionais é deveras importante. Quanto mais ligações para o teu artigo, mais os motores de busca, como o Google, o valorizarão e destacarão.

Quanto mais ligações a partir de sítios respeitados/fiáveis, mais poderoso é o efeito. Encoraja colegas a ligarem-se ao teu artigo e não te esqueças de fazer o mesmo por eles!

Introduzir Call-to-Action num artigo para SEO

Uma chamada à ação (CTA) é uma palavra ou frase que leva o leitor do teu artigo a tomar uma ação específica.

Com a chamada à acção certa, podes persuadir as pessoas que visitam o teu blog ou lêem o teu conteúdo a fazer algo específico, como por exemplo:

  • Comprar um produto
  • Fazer um download
  • Inscrever-se para um boletim informativo
  • Ler o resto de um artigo
  • Partilhar um conteúdo nas redes sociais, entre outros. 

Pegando no exemplo de artigo que falámos anteriormente As 10 melhores receitas para a batedeira modelo XYZ poderás, no teu artigo, convidar os teus leitores a visitarem a tua loja online a fim de comprarem o novo modelo de batedeira.

Conclusão

Se nunca antes escreveste um artigo SEO, poderás fazê-lo com estas instruções simples e assim melhorar substancialmente o posicionamento do teu blog nas pesquisas em motores de busca. 

Escreve para os teus potenciais clientes. Escreve artigos de valor acima de tudo. E com a ajuda desta técnicas de escrita de artigos SEO chega mais longe e a mais clientes. 

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Competências, Tecnicas de Venda

O QUE É MARKETING DE CONTEÚDO?

O marketing de conteúdos é o processo de criação e publicação consistente de conteúdos que o público quer consumir. Envolve marcas que agem mais como editoras e criam conteúdos num destino que lhes pertence (um website p. e.) e que atrai visitantes.

O marketing de conteúdo não é a mesma coisa que conteúdo. 

O marketing de conteúdo foca-se no cliente e responde às perguntas importantes dos clientes, satisfazendo as suas necessidades e desafios.

O marketing de conteúdo permite às empresas alcançar, envolver e converter clientes, utilizando as palavras-chave que os clientes utilizam quando procuram produtos ou serviços. Desta forma é possível à empresa alcançar mais clientes interessados na sua oferta, assim como criar conteúdo no seu próprio website para responder às suas questões.

O marketing de conteúdo representa a lacuna entre o que produzimos como marca e o que o nosso público procura. Conduz a um valor comercial quantificável.

Isso torna-o realmente diferente da publicidade.

Basicamente, Marketing de Conteúdo:

  • é uma oportunidade para alcançar e converter novos clientes.
  • conduz a resultados mensuráveis e ROI (Retorno sobre o Investimento) em relação a táticas de marketing mais tradicionais.
  • conduz a resultados mensuráveis e ROI (Retorno sobre o Investimento) em relação a táticas de marketing mais tradicionais.
  • permite construir relações que aumentam a confiança na marca.
  • foca-se em contar histórias que ressoam com os clientes.
Marketing de conteúdo: finalidade

QUAL A FINALIDADE DO MARKETING DE CONTEÚDO?

Se o teu objectivo principal for as vendas, o teu marketing de conteúdo irá parecer vulgar e a tua voz pode cair em descrédito. Assim, corres o risco de seres visto como alguém que não se preocupa em ajudar o teu público-alvo, estando apenas preocupado em ganhar dinheiro.

O objectivo do teu marketing de conteúdo deve ser construir uma relação com o teu público-alvo, e fornecer-lhes informações durante o processo de compra, dando-lhes as ferramentas para os ajudar a tomar decisões inteligentes.

Quando procuras construir relações significativas com o teu público-alvo e o teu objetivo é ajudar o teu potencial cliente, o teu foco deve ser criar conteúdo genuíno e de relevo. Isto será percebido pelo teu potencial cliente como a ajuda que ele precisa para solucionar o seu problema e por isso terá mais em conta esse mesmo conteúdo.

O Content Marketing Institute diz isto sobre marketing de conteúdo: “…em vez de lançar os seus produtos ou serviços, está a fornecer informações que tornam o seu comprador mais inteligente. A essência desta estratégia de conteúdo é a crença de que se nós, como empresas, fornecemos informações consistentes e contínuas e valiosas aos compradores, eles acabam por nos recompensar.”

Marketing de Conteúdo: 4 mandamentos

OS 4 MANDAMENTOS DO MARKETING DE CONTEÚDO

1. Cria o melhor marketing de conteúdo possível

Fácil de dizer mas difícil de fazer. Tornar o teu conteúdo memorável e cativante é uma arte que tem muitas partes. 

Aqui estão os 6 princípios para orientar a criação do teu conteúdo:

  • Simplicidade
  • Imprevisibilidade
  • Especificidade
  • Credibilidade
  • Emoções
  • Storytelling 

Se conseguires tecer alguns destes princípios na criação de conteúdos, então estás no bom caminho para um marketing de conteúdos fantástico. 

2. Criar conteúdo focalizado

As empresas bem sucedidas conhecem os seus clientes. Compreendem os seus problemas e os seus desejos. O conteúdo tem de ser focalizado em torno desse ecossistema de tópicos que fornece respostas e satisfaz os desejos profundos dos clientes.

O conteúdo precisa ser mantido na base da proximidade ao cliente. Colocares-te sempre no lugar deles e fazer as perguntas “Será isto algo que o meu cliente precisa de saber?” ou “Será que achariam esta informação fascinante?”. Se conheces bem a tua área e és apaixonado pela tua indústria, então sabes quais são essas respostas e informações.

3. Converter leitores em compradores

Marketing conteúdo sem objetivo é um desperdício de tempo e dinheiro para os negócios e marcas. Os objectivos de marketing de conteúdo podem incluir a obtenção de subscritores para a tua lista de correio electrónico, aumentar os gostos do Facebook e finalmente vender um produto ou serviço. Certifica-te que o teu conteúdo converte os leitores em compradores. O marketing de conteúdo precisa de uma página de venda ou “landing page” que converta. Em breve terei um artigo exclusivamente dedicado à criação de landing pages. Se este tópico ainda não é a tua praia, por certo, vais achá-lo de grande utilidade.

Para além de outras questões uma landing page com impacto deve contemplar estes elementos-chave:

  • Urgência e escassez
  • Experimente antes de comprar
  • Prova social

4. Escrever títulos que atraem

Atualmente, as redes sociais oferecem tanta informação gratuitamente que se o título do conteúdo que ofereces não cativar o teu público-alvo à primeira vista ou não ressoar no seu coração desde o primeiro instante, o mais certo é os leitores seguirem para outras contas mais apelativas.

Os nanossegundos e os navegadores fugazes da web são um desafio para os criadores de conteúdos. Tens apenas 3 segundos para captar a atenção e obter o clique no teu link, quer apareça num tweet, numa página de resultados do motor de busca ou num post do Facebook.

Marketing de conteúdo: o poder da tua história

AS MELHORES PRÁTICAS PARA A CRIAÇÃO DE CONTEÚDO

Criar (e Seguir) um Calendário de Conteúdos

Sem um calendário de conteúdos, a tua empresa não tem uma estratégia de conteúdos. Se quiseres construir e fazer crescer uma audiência, a consistência é fundamental.

Coloca em prática a gestão do calendário da mesma forma que organizas os teus outros projectos. Decide com que frequência queres publicar conteúdos de longo formato, e depois mantém-te fiel a esse calendário. 

Utilizar a pesquisa por palavra-chave para lançar as bases

A pesquisa de palavras-chave é o primeiro passo para descobrir qual o conteúdo que o público irá ler e para que poderá ser classificado. Deixo-te algumas estas dicas de pesquisa de palavras-chave:

  1. Optimiza as publicações no blogue começando com a pesquisa de palavras-chave.

Assim é possível certificarmo-nos de que há interesse nos nossos tópicos. Vais querer ver os teus tópicos bem classificados nas páginas de resultados do motor de pesquisa e para isso também é necessário analisares a competição que existe contra ti.

  1. Escrever para palavras-chave de cauda longa

Uma falha comum de quem escreve é escrever conteúdos para palavras-chave curtas que são altamente competitivas. Por exemplo, digamos que alguém procura por artigos sobre a melhor forma de limpar e cuidar do vinil.

Embora “discos de vinil limpo” tenha 1.000 pesquisas mensais médias, “como limpar discos de vinil com água e sabão” tem 40 pesquisas mensais médias, o que, portanto, tem muito menos competição. Logo o teu artigo tem uma maior probabilidade de se classificar bem com esta palavra-chave.

Quando obtiveres relevância nos motores de busca para a palavra-chave de “cauda longa”, as tuas hipóteses de classificação para a palavra-chave mais curta e mais competitiva são mais alcançáveis.

O teu marketing de conteúdo precisa de contar uma história 

 A “narração de histórias” ou storytelling tornou-se uma grande palavra-chave no mundo do marketing de conteúdos. E claro, é verdade que as pessoas gostam de histórias. Gostam também de efeitos especiais. Isso não significa que o teu conteúdo precise de explosões para ter sucesso.

As grandes marcas têm grandes audiências cativas e orçamentos igualmente enormes, por isso podem dar-se ao luxo de contar histórias arrebatadoras. Um pequeno negócio, tem todos os motivos para começar com um marketing conteúdo um pouco mais humilde e provavelmente descobrirá que é muito mais eficaz do que “histórias” elaboradas. Começa por responder a perguntas utilizando a tua própria história ou a de pessoas à tua volta.

Os teus prospetos têm perguntas. E tu tens as respostas. Faz pesquisa de palavras-chave para descobrir quais são essas perguntas, e depois fornece as melhores respostas. Mostrar às pessoas como fazer algo é a forma mais poderosa de construir confiança e demonstrar perícia.

Certifica-te que escreves conteúdo a partir de uma perspectiva humana.  Escrever como uma marca com uma voz afastada não é cativante e tornará mais difícil atrair pessoas.  Consumir conteúdo é uma experiência pessoal.  O público volta-se para as redes sociais, blogs, podcasts, etc. em busca de soluções para os seus problemas. Se o teu estilo não é envolvente e os conselhos não são específicos, continuarão a percorrer o feed.

Investe em Conteúdo Interativo

A palavra na sua forma escrita é poderosa, mas não é suficiente por si só para fazer sobressair. Podes utilizar sondagens, webinars, ferramentas de planeamento e questionários, para impulsionar ainda mais o envolvimento. Distribui-os em canais sociais apropriados, tais como o Facebook para os questionários e o LinkedIn para os webinars

Os questionários fornecem um resultado personalizado, que pode ajudar os vendedores a fechar mais negócios. Ferramentas interativas fornecem um valor imediato aos potenciais clientes, o que gera confiança.

As empresas que atraem mais atenção compreendem a importância de conteúdos planeados, de alta qualidade e variados. Utilizam todos os canais de distribuição à sua disposição para se colocarem à frente dos leitores certos. E se o conteúdo ainda cair por terra? Continuam a criar até que o conteúdo se ligue.

Marketing de conteúdo: promover conteúdos

PROMOVE O TEU CONTEÚDO

Demorará algum tempo até o Google colocar o teu conteúdo em primeiro lugar nos resultados do motor de busca. Até lá, podes simplesmente usar sinais sociais para obter mais visibilidade (e melhor a tua posição na classificação). 

O truque está em partilhar de novo o conteúdo. Repor o conteúdo; transformar os artigos em publicações nas redes sociais, infográficos e até vídeos. Publicar esses artigos em todo o lado.

Podes até tentar publicidade de conteúdo, o que é especialmente benéfico para os potenciais clientes de topo que podem ainda não saber que têm um problema que o teu produto ou serviço pode resolver.

Marketing de conteúdo funciona muito bem para aqueles potenciais clientes complicados.

É ótimo quando se consegue chegar às pessoas que estão prontas a comprar imediatamente, mas é provável que tenha a sua quota-parte de potenciais clientes que ainda se estejam com dúvidas. Esses podemos atraí-los e retê-los com conteúdo.

CONCLUSÃO

Neste artigo quis mostrar como é importante teres uma estratégia de Marketing de Conteúdo e como a podes desenvolver.

Quer a tua marca seja grande ou pequena, os leitores esperam que o teu conteúdo seja profundo, de boa procedência e autêntico, sem falhas.

Na era dos filtros Instagram, o teu público está à procura de algo um pouco mais genuíno.

O consumidor moderno não se envolve apenas com uma marca – o consumidor quer ser parte da história de uma marca.

53% dos utilizadores esperam que as empresas mostrem responsabilidade corporativa nos meios de comunicação social, bem como transparência  que sejam transparentes quanto a mudanças em produtos ou serviços.

Pode ser necessário um pequeno esforço extra, mas é evidente que a transparência vale bem a pena.

Com o desenvolvimento de novas tecnologias e um público potencial em constante crescimento, o marketing de conteúdos só continuará a tornar-se mais importante.

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Competências

Há uns anos atrás quando comecei a trabalhar com freelancers, para impulsionar os seus negócios, percebi que muitos viviam numa correria, havia sempre uma sensação de urgência. Sei por experiência própria que o tempo é muitas vezes escasso para tudo o que queremos fazer. Mas ao invés de nos lamentarmos, podemos aumentar a nossa produtividade se tornar-nos o tempo nosso aliado, aprendendo a geri-lo de acordo com os nossos objetivos, as nossas prioridades.

Neste artigo vou falar-te em 10 coisas que podes realizar em apenas 25 minutos para criar um negócio de sucesso.

Sabemos que o tempo voa quando estamos ocupados e que 25 minutos não é muito tempo, mas se o usarmos sabiamente durante o nosso dia-a-dia poderemos impulsionar o nosso negócio de forma significativa. 

Não tenho tempo. É a expressão que mais costumo ouvir. No entanto, é possível arranjar tempo se:

  • Verificarmos o nosso e-mail ou as redes sociais pessoais com menos frequência
  • Acordarmos 25 minutos mais cedo
  • Desligarmos as notificações do telemóvel
  • E mais importante que tudo, se realmente nos comprometermos!

A seguir vou dar-te exemplos de 10 tarefas (por tema) que podes desenvolver, pelo bem do teu negócio, em apenas 25 minutos. Dentro de cada uma podes ter diferentes sub-tarefas. Podes dedicar-te a uma ou a duas ou a todas consoante o tempo disponível e fazendo uma boa gestão de tempo.

Investigar

1. PESQUISAR, PESQUISAR, PESQUISAR

1.1. Encontra novas contas para seguir ou junta-te a grupos que trabalhem na mesma área que tu. Sejam blogs, contas de Instagram, Facebook ou contas de Pinterest. Rodeia-te de inspiração relevante para a tua área, para que a tua criatividade seja renovada.

Se já fazes parte de um grupo é importante que uma vez por outra te dediques a ler tópicos de mensagens para ver as tendências, as discussões que as pessoas estão a ter, e se existe alguma solução que podes oferecer a um utilizador que tenha colocado uma pergunta. Desta forma, podes acrescentar imenso valor ao teu negócio, em 25 minutos, cativando reais interessados na solução que tens para o seu problema. 

1.2. Procura por pessoas com quem já tenhas trabalhado e interage com elas. Um simples olá pode ser o quebra-gelo. A partir daí poderás inteirar-te de como está a correr o negócio deles e procurar saber se podes ser útil no processo. Porque o teu negócio estando em constante evolução poderá oferecer neste momento aquilo que há uns meses atrás ainda não era possível. Este tipo de interação reaviva contatos e parcerias.

1.3. Se não tens uma conta no LinkedIn, cria uma. O Linkedin é uma rede social voltada para o domínio profissional. Depois, encontra ligações e reserva alguns minutos para referenciar amigos, colegas de profissão ou outros com quem já tenhas partilhado alguma experiência profissional.

2. INSPIRAÇÃO

2.1. Segue bom conteúdo, seja dentro ou fora da tua área. Seguir pessoas originais e criativas só te vai trazer inspiração e motivação. Não tens de copiá-las, nem deves, mas estuda-as e aproveita para dar asas à tua criatividade, para criares mais e melhor conteúdo. 

2.2. Partilha um artigo de outro site ou conta que admires nas tuas redes sociais mas não te esqueças de identificá-los/ mencioná-los.

2.3. Vê que hashtags têm tendências no Twitter e Instagram e vê se tens um artigo ou publicação em que possas incluir essa etiqueta.

2.4. Vê um vídeo do YouTube, TED Talk, ou ouve um podcast de alguém que é um especialista na sua indústria ou alguém que tem informação empresarial valiosa.

2.5. Lê aquele artigo que guardaste na pasta “para ler mais tarde”.

Analisar redes sociais

O QUE GERA TRÁFEGO NAS TUAS REDES SOCIAIS?

É importante fazer uma boa gestão das redes sociais e para isso não basta publicar muito, há que o fazer bem.

Dentro das ferramentas de análise de tráfego e interação que utilizas, verifica quanto tráfego foi gerado e por quem.

Só conhecendo este tipo de informação, poderás agir de forma concertada e otimizar os teus resultados porque só assim saberás se os teus esforços estão a ser bem empregues. 

Faz-me lembrar aquelas empresas que partem logo para publicidade paga sem antes se preocuparem em ver que conteúdo é que mais interessa ao seu público-alvo. Bem, na verdade tudo são estratégias e cada empresa tem a sua. No entanto, existe informação mais fiável que outra e se queres saber se estás no bom caminho analisa os teus resultados e a tua dedicação a cada variável. 

4. ANALISAR TRÁFEGO NAS CONTAS

Se agora já sabes que a tua página de Facebook gera mais tráfego que a tua conta de Instagram é importante perceberes porquê.

O que é que fazes numa que fazes diferente na outra? Que publicações mostram mais interação ou são mais apreciadas pelo teu público? Para melhor analisar cada uma tem em atenção o seguinte:

  • O conteúdo mais visto, mais gostado, que formato tem? É uma imagem, um vídeo ou simplesmente texto?
  • Na publicação colocaste alguma Call to Action que tenha impulsionado a interação?
  • Se estão no top porque tiveram maior número de visualizações importa saber quem viu: idade, género, localização, interesses, etc.

Sê consistente. Este tipo de ação quer-se feita regularmente. Se fores consistente irás encontrar mais e mais padrões de interação e vai aproximar-te do teu público-alvo porque vais conseguir dar-lhes aquilo que eles mais gostam de ver ou que lhes faz mais sentido.

Perfil e bio nas redes sociais

5. ATUALIZAR O PERFIL E A BIO NAS REDES SOCIAIS

O teu negócio cresce, expande-se, e tu também. Hoje tens mais ideias que ontem, mais competências do que quando começaste, mais produtos e serviços e as tuas redes sociais devem ser reflexo do profissional que és hoje.

Se tens um negócio que assenta na tua expertise em determinada matéria, acho mesmo que o LinkedIn pode ser o teu melhor amigo.

Certifica-te que tens o teu perfil sempre atualizado e que partilhas no teu feed conteúdos importantes como artigos do teu blog ou outros conteúdos que mostrem a tua relevância no sector onde atuas.

Definir objetivos

6. DEFINIR OBJETIVOS PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE E EFICIÊNCIA

A ausência de metas e objetivos claros é a razão subestimada para as pessoas não obterem sucesso na sua vida, carreira e negócios. Deves por isso estabelecer metas e objetivos e estar ciente dos mesmos em todas as tuas ações.

Um objectivo claro deve motivar-nos. Porque um objectivo claro dá-nos detalhes suficientes do que está para vir e do que é necessário para o alcançar, o que dá entusiasmo e motivação. 

É assim que funciona a nossa mente, ela precisa de algo em que trabalhar. Uma vez que temos um objetivo claro, a nossa mente vê tudo, cada pessoa, cada lugar ou mesmo cada obstáculo como uma oportunidade em potencial.

Define objetivos concretos, temporais e relevantes para o crescimento do teu negócio.

No artigo 7 dicas para ser mais produtivo podes ver como definir objetivos que te vão ajudar a ser mais eficiente.

7. BRAINSTORMING: UMA TÉCNICA PODEROSA PARA ENCONTRAR SOLUÇÕES E NOVAS IDEIAS

É verdade que, por vezes, a inspiração mais espantosa surge quando menos esperamos mas não podemos estar à espera que as ideias criativas apareçam sempre do nada. E nem sempre nos podemos dar ao luxo de esperar. É preciso alimentar a nossa criatividade.

Realizar brainstormings com alguma periodicidade é a melhor forma (ou pelo menos a mais fiável) de nunca ficarmos sem ideias. 

Com uma boa chuva-de-ideias (brainstorming) podes alcançar três coisas:

  1. Considerar conscientemente o que o teu público quer de ti.
  2. Olear as engrenagens criativas que giram na tua cabeça, produzindo ideias que de outra forma não terias pensado.
  3. Aproveitar o teu potencial ou o da tua equipa para gerar mais ideias.

Aqui não é altura de categorizar, desprezar ou julgar qualquer ideia. Aponta tudo o que te vier à cabeça numa lista, sobre coisas que podes publicar no teu blog ou redes sociais. Vale tudo porque não te esqueças, há oportunidades em todo o lado, só temos de estar atentos. 

Mais tarde voltas aos teus apontamentos e podes rever as tuas ideias, uma-a-uma tentando perceber que benefícios daí poderão advir, que recursos implica, que retorno será expectável, e por aí fora. 

Redes sociais

8. REDES SOCIAIS: UMA NOVA PLATAFORMA DE SERVIÇO AO CLIENTE

Tenho mesmo de reforçar esta ideia porque é mesmo crucial: as redes sociais são a nova plataforma de serviço ao cliente. Se quiseres criar uma presença nas redes sociais, então as tuas contas nas redes sociais precisam de se tornar uma comunidade.

Isso significa que quando alguém comenta as tuas mensagens, deves responder-lhes ou, pelo menos, gostar do seu comentário. O envolvimento com os teus seguidores não só aumentará a tua presença nas redes sociais, como também te ajudará a desenvolver relações reais com os clientES.

Em vez de te concentrares tanto na venda concentra-te mais na ajuda às pessoas.

A utilização das tuas plataformas de redes sociais como plataforma de serviço ao cliente irá enviar mais utilizadores para as tuas redes sociais e facilitar-lhes a resolução dos seus problemas.  Os clientes também estarão mais dispostos a comprar os teus serviços/ produtos porque passarão a confiar que os ajudarás a resolver os seus problemas rapidamente. 

Otimizar SEO

9. OTIMIZAR O SEO DO TEU CONTEÚDO

Independentemente do que o teu negócio oferece, é provável que o teu público-alvo procure produtos ou serviços como o teu em motores de busca como o Google.

E acredita que, se quiseres atrair novos clientes para o teu site, precisas de optimizar o teu conteúdo para que fique melhor classificado nos resultados dos motores de busca. 

Terás que identificar as keywords (palavras-chave) e frases-chave que o teu público alvo utiliza quando procura produtos ou serviços como o teu, e utilizá-las nos conteúdos que crias.

Não vais apagar todo o teu conteúdo e fazer tudo de novo. Nem sequer vais conseguir otimizar tudo num fim-de-semana, quanto mais em 25 minutos, mas podes ir escolhendo artigos que consideras relevantes e, pouco a pouco, fazeres as alterações necessárias para os otimizares, aproveitando o conteúdo que já produziste ao longo do tempo.

No meu artigo Marketing de Conteúdo vais encontrar informação que te poderá orientar nesta importante tarefa. 

Negócio de sucesso

 10. COMEMORA OS TEUS PASSOS, TODOS

Quando te concentras em algo que realizaste e te deixas sentir bem com isso, isso não te inspira a fazer mais? Teres noção dos teus passos, do que buscas e do que tens vindo a alcançar. Seja a conquista mais pequena, não deixa de ser conquista. E quando aceitas e celebras essas pequenas grandes conquistas, isso dá-te energia e torna as tuas próximas ações incrivelmente poderosas.

Sugiro-te que cries um diário onde coloques tudo o que de mais extraordinário já fizeste, para ires de encontro à vida que sonhas para ti. Pode parecer-te um exercício difícil, nada vem à cabeça, mas acredita, só étens de começar. É muito importante que sejas a primeira pessoa a congratular-te pelos teus feitos, que saibas reconhecer onde chegaste, antes sequer de procurares reconhecimento nos outros.

CONCLUSÃO 

Estou certo que estas 10 tarefas que podes realizar em apenas 25 minutos para criar um negócio de sucesso, te vão ser úteis e ajudar a que tires o maior partido de todos os minutos.

Aumentarás a tua produtividade e eficiência, a tua capacidade de resolução de problemas e estarás mais próximo do que realmente o teu público-alvo deseja.

Com uma boa gestão de tempo poderás não somente otimizar resultados no teu negócio como também estender os benefícios a outras áreas da tua vida. Poderás levar a cabo aquelas atividades de lazer que andas a procrastinar por “falta de tempo” como: ler, meditar, praticar exercício físico ou estar em família, que são fundamentais para manter o espírito elevado e motivado.

Por fim deixo-te só algo em que pensar:

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Competências

Se bem te recordas, no artigo 7 Dicas Para Ser Mais Produtivo, fiz referência a este artigo de como construir uma lista de tarefas eficaz.

Descobre como ser mais produtivo

Para mim esta é uma das ferramentas de produtividade mais importantes. Quando decidi começar a organizar melhor o meu dia-a-dia estava numa fase complicada. Tinha começado um negócio, o que é óbvio que absorvia grande parte do meu foco mas estava a perder a minha vida pessoal por completo, o meu descanso, o meu tempo em família, as atividades que gosto de fazer e isso começou a refletir-se no meu bem estar físico e mental e por consequência, começou a ter implicações no meu rendimento profissional.

Já tinha ouvido falar sobre a importância de construir uma lista de tarefas eficaz mas até então a única lista que fazia era a de compras e nem sempre! 

Decidi investigar mais sobre o assunto, e este artigo de como construir uma lista de tarefas eficaz é em parte esse estudo que fiz e as experiências que me tem trazido. 

Com a informação que vou partilhar de seguida, terás as informações necessárias para construir uma lista de tarefas completa e eficaz. 

Este artigo inclui exemplos práticos e também alguns templates de listas de tarefas, que deverás encarar como bases para criares o teu próprio template. Um template ajustado à tua realidade e necessidades pessoais, profissionais e/ ou académicas. 

Vamos começar por recordar a importância de construir uma lista de tarefas eficaz:

  1. Evitas que alguma tarefa seja esquecida
  2. Priorizas o que é realmente é importante
  3. Agrupas tarefas semelhantes
  4. Acompanhas os teus progressos de uma forma imediata
  5. Tens uma visão geral do que tens para fazer e podes reagendar tarefas casos surjam imprevistos.

Agora sim, avançamos para os critérios aos quais uma lista de tarefas deve obedecer para que seja realmente uma ferramenta valiosa para o teu dia-a-dia de forma a seres cada vez mais produtivo. 

lista diária

Critérios para criar uma lista de tarefas

Elege o suporte mais fácil para ti

Pode ir de um básico blocos de notas em papel, se for mais conveniente para ti, até uma aplicação para telemóvel ou para computador se for mais viável. Importa é que esteja num suporte que esteja facilmente à mão e que te sintas à vontade de usar. 

Se a forma mais acessível para ti é papel e caneta vê agora as opções que melhor se adaptam às tuas necessidades mas também as vantagens e desvantagens de cada um delas. 

Lista de tarefas básica diária 

Como a que vês na imagem abaixo. Uma listagem diária de todas as tarefas que tens de executar, sem ordem específica, prioridade ou definição de tempo de execução/ prazos.

planificação diária

Exemplo de uma lista de tarefas diária básica

Vantagens:

  • É simples, acessível e uma boa forma de começar para não te esqueceres de de nenhuma tarefa.

Desvantagens: 

  • É limitada porque não tens noção do grau de prioridade de cada tarefa, nem prazos, nem os recursos que precisas para a realizar
  • Se tiveres uma tarefa de grandes dimensões e precisares de a dividir não consegues fazer uma planificação a médio-longo prazo.
  • Se houver mais pessoas envolvidas na tarefas, terás dificuldade em partilhar a lista de tarefas.

Podes sempre introduzir numa lista de tarefas básica algum indicador de prioridade, numerando-as.

planificação semanal

Outra opção é uma planificação semanal, ou seja uma lista de tarefas para cada dia da semana. 

Vantagens:

  • Planificação a médio prazo
  • Útil quando tens tarefas de alguma dimensão que precisam de ser sub-divididas
  • Visão mais geral das tarefas o que ajuda caso tenhas de fazer reajustes

Desvantagens:

  • Continua a ser limitada quando toca a ser compartilhada com outros intervenientes caso existam.

Podes tu próprio/ a desenhar a tua lista de tarefas colocando campos como: data, hora, prazo, prioridade, responsável, recursos, estado, etc.

O Evernote: uma ferramenta digital para organizar as tuas tarefas

ferramenta digital

O Evernote é uma plataforma organizacional disponível em vários os sistemas operacionais com o mínimo de utilização no mercado: Android, iPhone (iOS), Windows Phone, Windows, MacOS e Web. 

evernote

Existem, neste momento, três tipos de contas:

  1. Conta basic: gratuita

Esta conta permite, para além das habituais anotações, sincronizar entre dois dispositivos, pesquisar, formatar as anotações, clipping e tem limitações de tamanho de anotações de 25MB.

  1. Conta Premium: paga

Esta conta assimila as funcionalidades da conta basic e acrescenta mais algumas como: sincronização ilimitada, acesso às anotações offline, pesquisa de textos em documentos PDF e o tamanho máximo das anotações ascende aos 200MB. 

  1. Conta Business: paga

Esta conta é indicada para quem desenvolve trabalho colaborativo na empresa. Associado às funcionalidades da conta premium, esta conta vai mais longe e permite: trabalhar em conjunto em espaços partilhados, ver o histórico de actividades da equipa e administrar a equipa e o acesso a dados, entre muitas outras. 

O programa é uma espécie de banco de anotações para tudo o que quiseres. Ao invés de te perderes numa selva de post-its, o Evernote permite-te anotar e catalogar informação de uma forma eficiente. 

As suas funcionalidades vão desde recolher, organizar e anotar informações no teu computador ou telemóvel, ou até mesmo através do website, sincronizando tudo, com uma base de dados virtual só tua. Ou seja, podes ter acesso a esta aplicação enquanto estás sentado na tua secretária a trabalhar no teu computador ou enquanto estás sentado numa sala de espera a aguardar seres atendido num qualquer serviço. Pode-se dizer que é uma aplicação onipresente e uma verdadeira central para organização do teu dia-a-dia. 

O Evernote cresceu imenso ao longo dos anos e neste momento consegue, na sua capacidade máxima de funcionalidades: 

  • Substituir apps de agenda, criando anotações que podem ser complementadas com recurso a imagem e gravação de áudio (lembretes por voz)
  • Criação de notificações para que nunca te esqueças de nenhuma actividade
  • Incorporação de serviços como o Google Docs
  • Partilha de de notas com colaboradores da mesma empresa
  • Armazenamento de dados de tarefas, concluídas e por concluir
  • Arquivamento de textos, artigos web para consulta posterior
  • Entre outras mais.

Para além destas funcionalidades que te falei acima gostaria de destacar estas quatro que fazem com que o Evernote se demarque de outras aplicações do género:

  1. Onipresença 

Se passas muito tempo em deslocações e nem sempre consegues ter acesso à Internet, o Evernote funciona offline e sincroniza as tuas anotações com a nuvem assim que possível.

  1. Web Clipper

Se o teu trabalho envolve muita pesquisa web vais gostar de saber que o Evernote também pode servir como ferramenta de clipping, ou seja, ele pode guardar páginas web, artigos e outros tipos de conteúdo para leitura posterior.

  1. Pesquisa

Uma das funcionalidades mais úteis do Evernote é sua pesquisa, principalmente se utilizas bastante a sua funcionalidade de clipping. 

Sem te dares conta, a dada altura já terás imensas páginas web guardadas, sobre inúmeros temas. 

Esta funcionalidade também funciona com as tuas anotações. Com uma simples pesquisa consegues aceder a todas as anotações que estejam relacionadas com o termo ou assunto que pesquisaste. 

O Evernote pesquisa inclusivamente texto dentro de PDFs e tem prioridade de reconhecimento óptico de imagens para clientes com conta Premium.

  1. Digitalização de documentos

Com esta funcionalidade, podes fazer cópias de segurança de documentos importantes como: recibos, garantias, etc. 

Constrói lista de tarefas eficazes que estejam de acordo com a tua realidade

Isto é muito importante. Imagina que tens de dividir o teu tempo entre trabalho fora de casa e actividades domésticas, acompanhamento de filhos se os tiveres, ou até mesmo dois part-times. Se criares uma lista infindável de tarefas para concluir num só dia, a probabilidade de as executares todas diminui e, pelo contrário, os teus níveis de insatisfação aumentam. 

É mais proveitoso e adequado criar listas que tenham em conta o tempo disponível para cada uma dessas actividades. O dia tem 24h e não 30 ou 40. Então importa gerir de forma inteligente e eficaz os vários quadrantes da tua vida diária.  

Os prazos na tua lista de tarefas

Por si só, os prazos podem ajudar-te a estipular o tempo de que dispões para que não te vejas em apertos escusados. Um prazo pode indicar-te se precisas considerar uma tarefa prioritária em relação a outras ou não. Há quem se apoie na “pressão da última hora” mas escusado será dizer-te que caso surja um imprevisto…

Lê atentamente o tópico seguinte, vai ajudar-te a priorizar tarefas e no final de o leres saberás exactamente onde colocar essas tarefas com prazos definidos.

Priorizar tarefas

A imagem acima representa a Matriz de Eisenhower. Eisenhower foi o 34º Presidente dos EUA e criou esta matriz para organizar o seu tempo e priorizar as tarefas do seu dia-a-dia. 

De acordo com esta matriz devemos organizar as nossas tarefas tendo em conta estes quatro quadrantes baseados na evidente importância e urgência de cada tarefa ou suas ausências.

Esta é uma das muitas abordagens que ajuda a decidir o que deve ser:

  • Executado de imediato (importante e urgente): dedica todos os teus esforços a resolvê-las o quanto antes.
  • Programado (importante, mas não urgente): este é o quadrante onde deveríamos passar a maior parte do nosso tempo porque são tarefas que nos permitem avaliar, planear e executar eficientemente.
  • Delegado (não importante, mas urgente): mesmo sendo urgentes, algumas actividades podem ser verdadeiras consumidoras de tempo. 
  • Eliminado (não importante e não urgente): Televisão e redes sociais são apenas dois de muitos exemplos de actividades que não são importantes nem urgentes mas que servem de distratores. Cuidado com elas!

As tarefas que não concluíste

Atenção, neste ponto o foco não é a culpa mas sim a aprendizagem! Qual foi a razão? O que poderás fazer no futuro para evitar que se repita?


Falhar faz parte do processo e é mais produtivo aceitar e converter a falha em algo positivo. Mais do que identificar o que falhou, corrigir e reinventar métodos e processos, analisar o envolvente e criar cenários criativos para solucionar problemas. A experiência que advém deste jogo contínuo de ajustes e melhorias vão dar-te uma bagagem maior que poderás usar noutras circunstâncias. 

Conclusão

Por último gostaria de te deixar uma recomendação, caso optes por uma lista de tarefas diariamente. Se o fizeres, reserva alguns minutos ao final do dia para construir a tua lista de tarefas eficaz para o dia seguinte e a cada manhã já terás tudo pronto para começar sem perdas de tempo!

Outro aspecto também considero muito interessante. Na lista que criares, seja em que suporte for, anota o tempo que demoraste a executar cada tarefa. Pelo menos nos primeiros tempos até conseguires ter uma melhor percepção de como evolui o teu trabalho e assim mais facilmente evitas excessos e defeitos. 

Isto é especialmente importante porque cada um de nós tem o seu próprio ritmo e deve ser respeitado. 

Se determinares previamente o tempo que irás dedicar a determinada tarefa, então determina um período de tempo plausível mas não deixes espaço para procrastinação.

Construir uma lista de tarefas eficaz requer prática e só assim, aprimorando a tua lista continuamente, poderás chegar a um equilíbrio saudável na tua vida quotidiana.

Brindemos ao teu sucesso!

E tu, o que achas ?

Diz-me, deixando um comentário abaixo!

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Competências

Antes de começarmos, deixo-te alguns mitos sobre o que é ser produtivo:

Ser produtivo não é fazer muitas coisas ao mesmo tempo

Ser produtivo não é só estar ocupado.

Ser produtivo não é fazer mais coisas em menos tempo

Produtividade é sobre os resultados que conseguiste atingir no tempo que gastaste e não apenas um elevado número de tarefas concluídas. 

Ou seja, produtividade tem mais a ver com eficácia e não apenas com quantidade de trabalho. 

As 7 dicas para ser mais produtivo/a que vou partilhar contigo de seguida, são um resumo das estratégias e ferramentas que uso no meu dia-a-dia. 

Foi quando comecei o meu negócio que senti ainda mais a necessidade de organizar melhor o meu dia-a-dia e torná-lo mais produtivo para conseguir mais clientes. As responsabilidades da minha vida pessoal misturavam-se com as minhas novas obrigações e responsabilidades profissionais. 

Andava ao sabor da maré e muitas vezes instalava-se o verdadeiro caos! Ficava exausto e desmoralizado. Tinha aquela sensação de que não tinha feito nada de produtivo durante o meu dia e isto repetia-se, cada mais vez mais, a cada dia. 

Decidi parar de procrastinar e pôr mãos-à-obra. Sabia o que tinha de fazer, só faltava pôr em prática para começar a ter sucesso nas vendas. E assim que o fiz, comecei a ter ao fim do dia aquela sensação incrível de missão cumprida. 

1.Define objetivos SMART

Traduzido do inglês, SMART é o acrônimo para: específico, mensurável, atingível, relevante e temporal.

Definir objetivos é uma tarefa por si só complexa, mas de extrema importância para nos mantermos motivados, focados e em constante evolução!

Um objetivo SMART:

Nos próximos 3 meses, aumentar em 10% o número de seguidores da página de Facebook, recorrendo a publicações promovidas.

Este objetivo é:

  1. Temporal porque tens um prazo e assim evita-se a procrastinação e o caos! E consegues perceber num determinado espaço de tempo a evolução do teu trabalho e se estás perto de atingir os resultados que desejas.

2. Mensurável porque quantificas os resultados que pretendes atingir sabes exactamente o que queres alcançar. 

Imagina que defines este objectivo: Nos próximos 3 meses quero aumentar o número de seguidores no Facebook. Tudo bem, então se o número de seguidores aumentar em mais 2 sentes que o teu objectivo foi atingido? E se aumentar 10, está mais próximo do que entendes necessário para expandir o teu negócio?

3. Atingível porque foi à partida definido numa base realista e já com algumas ideias em mente de como o atingir. 

4. Relevante porque poderás querer aumentar o número de seguidores para introduzir um novo produto ou para potenciar interação. Importa é querer criar impacto real. 

5. Específico porque quanto mais vago ou amplo for um objetivo mais dificuldades teremos em atingi-lo. 

2. Cria uma lista de tarefas

Basicamente, uma lista de tarefas é uma lista de coisas que tens de fazer com urgência. É uma ferramenta extremamente acessível e que pode ter um impacto enorme na tua produtividade! 

Os benefícios de uma lista de tarefas não se esgotam no âmbito profissional. Aliás a ideia é organizar melhor tanto a vida pessoal como a profissional para que ambas as áreas sejam beneficiadas, proporcionando-te uma melhor qualidade de vida. 

Algumas das principais vantagens de criar uma lista de tarefas:

  1. Acabam-se aquelas atividades que ficam esquecidas
  2. Priorizas o que é realmente é importante
  3. Agrupas tarefas semelhantes e poupas tempo e recursos
  4. Acompanhas os teus progressos e de uma forma rápida verificas as tarefas que já deste por concluídas e as que te faltam ainda concretizar.
  5. Tens uma visão geral do que tens para fazer e podes reagendar tarefas casos surjam imprevistos.

Queres saber mais sobre como construir uma lista de tarefas: os passos que tens de tomar, exemplos e outras dicas de gerenciamento de tempo? Então clica em Como construir uma lista de tarefas eficaz 

divide projetos

3. Divide grandes projetos em tarefas menores

Muitas vezes, tarefas de maiores dimensões, por parecerem demasiado difíceis, são uma das principais razões por que tendencialmente procrastinamos.

Então, quando não souberes por onde começar, começa por dividir. Aumenta a tua produtividade dividindo grandes tarefas em tarefas menores e mais acessíveis.

Dou-te um exemplo prático: vamos imaginar que a tarefa é publicar um artigo sobre um determinado tema que exige alguma pesquisa e estudo prévio. Esta tarefa pode ser facilmente dividida nas seguintes tarefas de menores dimensões:

  • Procurar palavras-chave relacionadas com o tema
  • Ler os 5 primeiros resultados do Google sobre o tema
  • Anotar e organizar as ideias gerais que resultem da pesquisa e fazer um esquema
  • Anotar pensamentos específicos sobre cada ideia geral, usando tópicos
  • Desenvolver os tópicos
  • Reunir a informação de forma coerente e acessível
  • Publicar

4. Levantar cedo para aproveitar o tempo

Não vais acreditar mas levantar da cama bem cedo pode ser o ponto de viragem para organizares melhor o teu dia e torná-lo mais produtivo. 

Muitos estudos indicam que menos stress e mais produtividade são apenas alguns dos benefícios de acordar cedo, pelas 5h/ 6h da manhã, dizem alguns.  Mas há outros benefícios:

  1. A ciência confirma, de manhã a nossa capacidade mental está completamente restabelecida, assim como os nossos níveis de concentração.
  2. Mais tempo para fazer exercício físico. Alguns exercícios de alongamento ao longo do dia, vão ajudar-te a corrigir posturas e a aliviar tensões acumuladas. 
  3. Se aliarmos o levantar cedo a uma lista de tarefas vamos conseguir gerir melhor todos os nossos compromissos e tarefas sem pressão e sem pressas, começando pelo que é mais importante e evitando o estado de urgência. Tudo que se torna urgente só te vai causar stress e consumir doses excessivas de energia.
  4. E finalmente, muito importante, ao levantarmo-nos cedo, seremos sempre dos primeiros a começar o dia e vamos estar dois passos à frente dos outros.
delegação

5. Delegar tarefas

Delegar uma tarefa pode ter um impacto muito positivo na nossa produtividade

A centralização, controlo absoluto de todos os processos, e o multitasking são caminhos perigosos. Podem levar a um empobrecimento da nossa vida profissional e até mesmo pessoal, pelas consequências que daí advêm: perda de controlo, excesso de trabalho, falta de eficiência, burnout, etc. 

Se na tua planificação constam atividades que não tens obrigatoriamente de executar tu próprio, delega. Aquelas atividades repetitivas, que te esgotam uma quantidade de tempo considerável, delega. 

Porque, imaginado que tens um negócio, ao não teres de lidar com obrigações mecânicas poderás contar com mais horas disponíveis para cuidar da parte estratégica. Terás mais tempo para desenhar ações que aproximem o teu negócio do teu público-alvo e o conquistem.

Com as tarefas bem distribuídas, o principal benefício é um aumento de produtividade.

6. Eliminar as “tarefas” que roubam tempo

Algumas não são tarefas, são distrações. Que não são inofensivas mas sim dos maiores inimigos da produtividade. 

Alguma vez reparaste que assim que inicias sessão numa rede social o tempo voa!? Aqueles “são só 5 minutos para desanuviar” convertem-se facilmente num quarto de hora ou mais até?!

Ou então, quando a meio de uma tarefa te lembras que tens de fazer um pagamento. É algo importante mas tem mesmo de ser naquele momento? 

Questiona-te: será que ler aquele e-mail sobre curiosidades é assim tão importante?

Será que não posso fazer aquele telefonema mais tarde?

Etc, etc, etc. 

Uma forma de reduzirmos as distrações é criar uma “lista de distrações”. Deves ir criando ao longo do teu dia enquanto trabalhas, anotando sempre que te ocorre um pensamento que te distrai do que estás a fazer. Até pode ser algo importante que precises de incluir na tua planificação futura mas não é importante no preciso momento. 

Outra forma ainda mais fácil e imediata, é simplesmente desligar as notificações! Desligar a internet até se te for possível. Colocar o telemóvel afastado da zona de trabalho

Outra solução é definires pausas. Um tempo livre entre blocos de trabalho são de extrema importância. 

De seguida, vou falar-te da filosofia de Pomodoro. Quando aplicada é uma forma de gerir momentos de trabalho e de pausa, de forma a cumprires os teus objetivos diários de uma forma produtiva mas também equilibrada.

7. Técnica Pomodoro: uma técnica de gerencimento de tempo com mais de 40 anos

Esta técnica que tem fãs em todo o mundo.

A filosofia da técnica Pomodoro é simples: dividir o dia de trabalho em pequenos blocos de tempo (chamados Pomodoros) onde cada bloco é usado para realizar uma tarefa de cada vez.

Trabalhas 25 minutos, relaxas 5 minutos.

Depois, mãos à obra de novo para mais 25 minutos e assim sucessivamente. Quando completas quatro Pomodoros, és o/a feliz contemplado/a com uma pausa de 15-20 minutos!

25 minutos é um período de tempo razoável, nem muito longo, nem demasiado curto que não permita completar a mais pequena tarefa. O mais importante é criar esta rotina de trabalho-pausa para manter eficiência e produtividade ao longo da jornada. 

No entanto, nada te impede que, ao longo do tempo, faças ajustes e definas blocos de trabalho mais longos, desde que mantenhas alguma coerência nos tempos das pausas.

A ciência mostra que conseguimos manter os níveis de concentração durantes uns 50 a 60 minutos. Tem apenas em conta o tipo de tarefa que estás a executar, olhando à maior ou menor exigência mental e física que envolve.

produtividade

Conclusão

Há ferramentas de gestão eficaz do tempo e estratégias que podemos usar no nosso dia-a-dia que vão ter um impacto muito positivo na nossa produtividade e por consequência no sucesso da nossa vida pessoal e também profissional. 

Ao aumentares a tua produtividade vais melhorar a tua eficiência mas, como tudo na vida, para ocorrer uma mudança tem de haver força de vontade.

Neste artigo partilhei contigo 7 dicas para ser mais produtivo. São 7 dicas de gerenciamento de tempo que deves aplicar ou quem sabe reinventar. Cada um de nós deve procurar as técnicas de gestão de tempo que melhor satisfazem as nossas necessidades e se encaixam melhor na nossa realidade. 

E lembra-te, não nos tornamos produtivos da noite para o dia mas sim dia a dia, cada vez mais e mais. Por isso nunca desistas! Método e consistência são fundamentais para chegarmos mais longe e chegar mais longe é sempre possível. 

Brindemos ao teu sucesso!

E tu, o que quais são as técnicas que utilizar para ser mais produtivo ?

Diz-me, deixando um comentário em baixo!

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