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Mindset

As desculpas que te impedem de dar o salto

Queres começar um negócio mas na tua cabeça há pelo menos um milhão de razões para não o fazer. 

Sentires-te apreensivo em dar o mergulho é justificado. Criar um negócio de sucesso não é fácil, mas é possível e tu podes conseguir.

Neste artigo quero falar-te sobre começar um negócio mas vamos ter especial atenção às inúmeras desculpas para não o fazer.

Grande parte desse milhão de razões que arranjaste para não começar um negócio são desculpas. É importante em primeiro lugar desconstruí-las até que deixem de ser desculpas.

O problema de te prenderes às desculpas é o de não avançares com a tua ideia de ter um negócio próprio é estares a impedir-te a ti próprio de viver o teu estilo de vida ideal. Felizmente, começar um negócio não é realmente assim tão difícil. É muito trabalho sem dúvida, mas o teu estilo de vida ideal vale a pena, certo?

Outra coisa que gostava que tivesses em mente: entre começar um negócio e desenvolvê-lo todos falham a dada altura. Entender que errar faz parte da jornada do sucesso é um dos mindsets mais importantes.

E como disse Wayne Gretzky: “Falhas 100% dos tiros que nunca atiras”.

# 1: Tenho medo de começar um negócio 

Se não tivesses medo algum seria de estranhar e muito provavelmente podia até indicar que não te estás a esforçar o suficiente. Digo-te porquê; porque os empreendedores têm muitas vezes medo (quem não tem!) e porque o medo é de certa maneira bom. Eu sei, parece estranho, mas é verdade. Ter algum medo mantém-te alerta.

Poderás ter medo porque não tens sequer uma ideia de negócio. Não tens de inventar a pólvora mas também não deves copiar outros. 

Experimenta pesquisar “ideias de negócios” num motor de pesquisa qualquer. Vais surpreender-te com a quantidade de ideias disponíveis na internet. 

# 1.1 Não tenho uma ideia de negócio de sucesso

Agora qual escolher perguntas tu. Nem todas as ideias serão as melhores para ti. Podes começar pelas que estiverem relacionadas com uma competência tua. Dou-te alguns exemplos: 

  • Gostas de cozinhar e todos, família e amigos, adoram os teus pratos. Porque não começar um negócio em torno da restauração?
  • Tens algumas competências tecnológicas e frequentemente te pedem para que resolvas problemas em computadores e telemóveis. Num mundo onde a tecnologia impera de certeza que não te irá faltar trabalho se avançares com um serviço de reparação. 

Como vês a escolha não tem de ser assim tão difícil. 

# 1.2. Não sou especialista em nada e não quero mentir ao meu público

Não precisas de ser nem de o fazer.

“Eu nunca tirei um curso de reparação de telemóveis e computadores!”, dizes tu.

Imaginemos, por um momento, que numa escala de conhecimento de 1 a 10 tu és um “2”. Um “2” bastante eficiente, por isso vá, és um “3”. 

Agora pensa em quantas pessoas são um “2” ou um “1” no mesmo espectro. Ou mesmo um “zero”.

Para eles, tu és um especialista!

Sabes muito mais do que eles e, provavelmente, eles estarão dispostos a pagar-te para tratares de tudo o que não entendem nem um pouco sobre o  problema que têm.

O verdadeiro segredo para fazer este modelo de espectro funcionar é continuar a subir no espectro.

Não nos podemos contentar em ser um “3” para o resto da vida senão  ficaremos sempre presos a fazer trabalho de níveis inferiores. Como regra geral, quanto mais baixo for o espectro, menos poderás cobrar e mais difícil será encontrar clientes de qualidade.

Por isso, sobe na escala. Melhora.

À medida que te tornas um “5”, faz um trabalho para clientes de nível 3 e 4.

Se fores um “9,” vais conseguir clientes para o nível 6, 7, ou 8.

Há muitas formas de contornar esta questão das competências. Podes:

  1.  Aprender as competências que te faltam.  Não é tão difícil como possas pensar. 
  1. Se não quiseres aprender ou não tiveres tempo, pode associar-te a alguém para trocar serviços. Por exemplo, tu divulgas o negócio e angarias clientes e o teu parceiro participa nas questões mais técnicas do negócio.

Não tens de ser um perito na área, nem sequer tens de aparentar sê-lo, deves ser honesto com o teu público. Não vais publicitar ou aceitar um trabalho que sabes que não vais conseguir fazer. A tua reputação iria por água abaixo. Mas deves focar-te nas tuas reais competências e valorizá-las. Não tens ideia da quantidade de pessoas que me procuram para que as ajudem, pessoas com competências que não sabem sequer que têm! São tantas! 

Por isso, pára de te desculpar. 

Se tens medo e nem sabes porquê, a culpa é do teu cérebro reptiliano.

O teu cérebro reptiliano quer proteger-te daquilo que não conhece e que considera perigoso. Controla os nossos padrões de comportamento inatos e automáticos de autopreservação, que asseguram a nossa sobrevivência e a da nossa espécie.

O cérebro reptiliano não é uma coisa má, de forma alguma. É sempre uma boa ideia ter um pouco de auto-conhecimento, compreender como as pessoas pensam e estar consciente do seu próprio comportamento.

Quando compreendemos o nosso processo de pensamento, podemos fazer melhores escolhas.

Tomar consciência de crenças limitantes, através da auto-conferência de pensamentos, foco e rotinas. A nossa realidade corresponde às nossas expectativas e atenção. Pensar que algo é suficientemente bom assim como está, ou que é impossível, ou ainda que é o melhor que pode ser, impede-nos de nos esforçarmos por mais.

“Movo-me na minha rotina e mudo o meu contexto”: Não podes esperar mudanças na tua realidade se não estiveres disposto a mudar rotinas, de ação ou pensamento. 

O crescimento empresarial exige a destruição de zonas de conforto e o aumento constante do leque de prospectos.

O crescimento não acontece no conforto. A mudança não é fácil. Todos os medos, inseguranças, ansiedades vêm apressados para salvar a zona de conforto de explodir. Por vezes, leva meses de esforço ativo antes de se sentir qualquer progresso. 

Quando o crescimento acontece, energiza a nossa vida e os nossos negócios. A melhoria contínua dá alento todas as manhãs para começar o dia e vale a pena todo o trabalho árduo. Para não mencionar o sucesso financeiro que daí advém e que melhora a segurança e a qualidade de vida de nós próprios e de quem nos rodeia, equipa de trabalho, família e amigos.

# 1.3. Medo de falhar 

Normalmente vemos os nossos fracassos mais intensamente do que em qualquer outra pessoa, por isso agora precisamos de aprender a separar o nosso empreendedorismo da nossa identidade pessoal. Mesmo que falhemos no negócio, isso não nos define.

Muitos dos empresários mais bem sucedidos do mundo ultrapassaram o fracasso. Steven Spielberg foi rejeitado três vezes da escola de cinema antes de finalmente conseguir uma rodagem, e é amplamente considerado um dos maiores realizadores do nosso tempo.

Encontra formas que te ajudem a desligar emocionalmente do teu negócio.

Isto pode parecer estranho, mas descobri que tenho muito menos medo de falhar nos negócios se usar técnicas que me ajudem a desligar-me emocionalmente. 

De uma perspectiva psicológica, se mantiveres alguma distância emocional do teu negócio, vais conseguir remover algum do medo associado a ele. 

Esta distância não significa eliminar a paixão ou o compromisso que temos com o projecto.  Significa simplesmente, delimitar entre o que é negócio e o que é pessoal e aprendermos como nos identificarmos para além do nosso trabalho.

# 2. Faltam-me competências digitais para começar um negócio online

Vivemos na melhor altura para começar um negócio online. Sabes porquê? 

Porque não precisas de ser um engenheiro informático, nem um especialista em design, tudo o que precisas de saber está disponível na internet em linguagem simples para principiantes. 

Antes de caíres no erro de te centrares naquilo que não sabes, centra-te no que podes vir a saber.

Existem tutoriais disponíveis em artigos como este que estou a escrever ou em vídeos, a explicar temas passo-a-passo. Basta pesquisares por um tema no Google ou Youtube.

Existem também ferramentas de edição, publicação, criação de conteúdo, venda online desde as mais simples às mais complexas, muitas delas com versões gratuitas ou períodos experimentais.


Para começares a vender produtos ou serviços online basta comprares um “nome” ou domínio na internet, como é comumente chamado, e instalares o WordPress por exemplo, que é uma ferramenta simples de utilizar.

Também tens outras ferramentas como o System.io que é um programa tudo em 1. Não te vou dizer que não requer estudo mas é acessível e integra todas as vertentes que deves explorar num negócio online: prospecção e angariação de clientes, funis de venda, criação de conteúdo, campanhas por email, entre outros. 

Por fim, podes sempre delegar para outros determinadas áreas do teu negócio nas quais não te sentes tão à vontade. Existem plataforma como o Fiverr com uma base de pessoas de áreas diversas dispostas a fazer trabalhos pontuais.

# 3 Não tenho tempo para começar um negócio

Se calhar esta deveria ter sido a desculpa número 1. 

Dizeres que não tens tempo suficiente é realmente uma forma de dizer que algo não é uma grande prioridade para ti.

Se quiseres ter sucesso no seu novo negócio, é melhor atribuires-lhe uma prioridade muito alta. 

Se não podes dar-te ao luxo de deixar o teu emprego atual mas queres libertar algum tempo para trabalhar no teu novo negócio, podes procurar reduzir outro tipo de atividades. Isso poderia ser um grande compromisso entre rendimento e tempo para o negócio.

Todos temos exatamente a mesma quantidade de tempo. 24 horas num dia, 7 dias numa semana, 365 dias num ano.

Como passamos esse tempo é o que nos torna diferentes.

É certo que todos nós temos circunstâncias muito diferentes que consomem o nosso tempo. Alguns têm realidades muito tristes, fatores sociais ou físicos saem fora do seu campo de ação e que condicionam as suas vidas, outros não têm qualquer alicerce sólido a partir do qual construir as suas vidas.

Fora isso, trata-se de fazer escolhas sobre as vossas prioridades.

Quando dizes “Não tenho tempo para X”, o que estás realmente a dizer é que “X” não é suficientemente importante na tua lista de prioridades.

Alguns exemplos:

  1. Não temos tempo para fazer exercício 3 vezes por semana, ou preferimos passar esse tempo agarrados a um computador, a vaguear na internet, ou a ver séries na TV?
  2. Não temos tempo para fazer exercício 3 vezes por semana, ou preferimos passar esse tempo agarrados a um computador, a vaguear na internet, ou a ver séries na TV?
  3. Não temos tempo para fazer exercício 3 vezes por semana, ou preferimos passar esse tempo agarrados a um computador, a vaguear na internet, ou a ver séries na TV?

Todos temos a mesma quantidade de tempo. Arranjamos tempo para as coisas de que mais gostamos. Faz a tua lista de prioridades e gasta-a com sensatez.

Escrevi um artigo há um tempo atrás sobre como ser mais produtivo e consequentemente fazer melhor uso do tempo que temos disponível. Neste artigo vais encontrar estratégias para gastares o teu tempo de forma mais consciente e voltada para resultados. 

# 4 Não tenho dinheiro para começar o meu negócio online

Em termos simples, nunca houve uma altura em que o custo de lançar uma ideia tenha sido tão barato.

Tanto o desenvolvimento do teu produto como a venda no mercado aberto requerem pouco ou nenhum dinheiro para o fazer. Em vez disso, a tua moeda será tempo, paciência e persistência.

Podes começar um negócio com menos de 100 euros. Podes até nem ter sequer ainda um produto acabado para vender mas nada te impede de avançar primeiro com uma prospecção de mercado sobre a necessidade real desse mesmo produto. 

  1. Quem compraria este produto? 
  2. Quem compraria este produto? 
  3. Quem compraria este produto? 

Se a resposta é positiva avanças, se for negativa reformulas. 

Para te ajudar existem serviços de custo zero para promoveres o teu negócio e ganhares dinheiro com ele:

  1. Redes Sociais: são gratuitas. Podes publicar conteúdo gratuito para atrair prospetos e criar uma relação com eles.
  1. Site Worpress: tens a opção de instalação gratuita e vários temas gratuitos que servem bem para começar.
  1. Canva: é uma ferramenta online que te permite criar conteúdo atrativo para o teu público sem que para isso tenhas de ter conhecimentos de design. 
  1. Vídeos: podes perfeitamente fazê-los no teu telemóvel, sem a necessidade de possuir equipamento profissional
  1. Youcut: é um exemplo de uma aplicação gratuita para edição de vídeo, onde podes colocar texto e efeitos.

Existem imensas ferramentas online, algumas poderão não ser gratuitas mas por norma todas oferecem um período de utilização gratuita que te permite usufruir temporariamente das suas funcionalidades.

# 5 Tenho medo que não funcione

Se pensas lançar o teu negócio sozinho compreendo que que tenhas dúvidas sobre o seu sucesso. 

Provavelmente estás demasiado centrado nas tuas dificuldades, na tua falta de conhecimentos, na realidade que te rodeia, nas expectativas dos outros. 

Sozinho, pode ser um caminho mais penoso, mais demorado e a garantia de seres bem sucedido a curto-médio prazo diminui. 

No entanto, se acreditas que o teu produto ou serviço vai responder aos principais problemas da tua audiência, vais ter sucesso. Aposta em ti e na tua formação. 

Como já falei aqui, encontras muita informação na internet, alguma gratuita outra paga, mas mesmo a paga é, muitas vezes, um pequeno investimento perante os resultados que desse investimento podem surgir:

  1. Colocas o teu negócio em marcha mais cedo
  2. Começas a obter resultados mais rapidamente
  3. Evitas alguns erros habituais em principiantes

Em jeito de conclusão

Ter medo é normal e até benéfico porque te torna vigilante e não te permite tomar nada por garantido. O sucesso só é garantido enquanto não paramos de trabalhar para ele. 

Corta em algumas atividades que te roubam tempo para ganhares espaço para desenvolver o teu negócio. Não tens de te isolar completamente, a componente social é muito importante para nós humanos, mas gere o teu tempo de forma a que a tua prioridade de começar um negócio ser bem sucedido, nunca deixe de o ser.

O que não sabes, só depende de ti aprender. Mune-te de conhecimento e nunca deixes de estudar e investir. Inscreve-te num curso, lê, pesquisa.

Quando for possível e vantajoso, procura parceiros de negócios. Delega trabalho e usufrui das vantagens de trabalhar em equipa. 

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Mindset

Estás decidido a criar um negócio de sucesso? Ótimo! Terás de enfrentar muitos desafios e assumir muitas responsabilidades, mas vamos começar pelo princípio, pela ideia de negócio. 

Procuras uma ideia inovadora de negócio ou uma ideia de negócio lucrativo, algo que seja a tua cara, que possas desenvolver a partir de casa ou um negócio com pouco investimento inicial? As opções são muitas e o conteúdo deste artigo pretende ser a alavanca que precisas para começar a definir essa mesma ideia de um negócio de sucesso que assente que nem uma luva nas tuas expectativas, realidade e visão!

Grandes empresários que conhecemos hoje em dia, começaram com uma faísca, sem grandes planos, sem grande ideia do que viria atrás. Se estou a escrever este artigo é porque acredito em faíscas e mais, acredito em ti!

Eliminar falsas crenças

1. Começa por eliminar certas crenças 

Ainda subsistem muitas crenças erradas ou mitos sobre começar um negócio de sucesso. Se acreditarmos nelas estão reunidas as condições ideais para ficarmos quietos! Mas não vamos ficar. 

Crença 1 – Tenho de ser um perito no nicho para começar um negócio de sucesso por conta própria. 

Primeiro que tudo, escolhas a ideia que escolheres muito provavelmente será algo que te deixa em grande medida confortável, ou pelo menos assim deve ser, e o mais certo é que a tua audiência seja principiante e nem tenhas noção disso. Ou seja, o mais certo é teres mais conhecimento sobre o teu mercado que 90% das pessoas à tua volta.

Crença 2 – Concorrência. Existe demasiada concorrência no nicho que eu gostava de escolher ou tenho de arranjar uma ideia de negócio que não tenha concorrência.

Ok, no fundo, no fundo, todo o empresário teme a concorrência. Afinal, construir um negócio é um esforço profundamente pessoal, e a própria ideia de ter outra pessoa a tentar jogar o mesmo jogo que nós, pode suscitar sentimentos de ansiedade e defensivos. 

Esta crença, no entanto, é tão prejudicial quanto mal orientada. Os empreendedores que não têm concorrência devem ser cautelosos. Em vez de ser uma força, a falta de concorrência no seu mercado pode ser indicativo de uma séria fraqueza. 

Se fores pioneiro no teu nicho de mercado o mais certo é que tenhas de gastar imenso dinheiro para testar o mercado, e acredita que a concorrência vai surgir, senão antes, depois de teres feito todo o teu investimento. E acredita, vão copiar-te e ultrapassar-te. 

Existem muito poucas razões para uma empresa não ter concorrência e uma delas é extremamente preocupante: podes não ter um produto que as pessoas querem. 

Se existe competição é porque existe procura. Deves por isso dar uma forma diferente ao teu negócio que te destaque da concorrência. Criando, por exemplo, uma oferta irresistível, ou então apostando numa forma criativa de comunicar o teu negócio.

Pensa assim, as pessoas compram-te a ti e à tua personalidade junto com o teu produto ou serviço. Mantém uma mente aberta e lembra-te que a competição pode ser a validação que precisas para o teu produto ou serviço, e que deve ser celebrada e não temida.

Pensa em que temas os teus amigos ou as pessoas que te rodeiam te pedem conselhos ou ajuda. Pode parecer-te algo super normal e sem grande valor para a equação mas significa que tens conhecimentos que podem ajudar os outros a resolver problemas.

Pesquisa ideia

2. Pesquisa uma ideia de negócio de sucesso

Se escreveres no campo de pesquisa do google “ideias de negócios de sucesso” , “ideias para iniciar um negócio lucrativo”, “ideias para montar um negócio diferente” ou ainda “ideias de negócio com pouco investimento”, irás encontrar imensos resultados. 

Ao procurar ideias de negócio, é melhor tentar manter a mente aberta a tudo. O teu primeiro objectivo é pensar no maior número possível de ideias. No entanto, a ideia deste exercício de pesquisa é no final chegarmos a uma lista de 10 ideias de negócio. 

Com uma lista poderás analisar as ideias em relação a quão fazíveis são e rentáveis também. Um negócio de sucesso vende, certo? Então deves ter presente o factor rentabilidade. Que nichos de mercado são mais rentáveis? Deixo-te algumas ideias de serviços /produtos.

No setor da saúde, prestação de serviços de cuidados familiares, em estabelecimento ou domicílio.

Na restauração, restaurante em formato take-away com menus diferenciados a seguirem as novas tendências de hábitos alimentares e entrega ao domicílio.

Mercados de investimento, o sector imobiliário é um bom exemplo.

Sustentabilidade e ecologia. Numa sociedade cada vez mais atenta ao nosso planeta, negócios florescem e outros reinventam-se indo de encontro à necessidade que os seus clientes sentem de diminuir a sua pegada ecológica. Tecnologia, sempre a evoluir e a querer facilitar-nos a vida… 

As opções são muitas, por isso o próximo passo é analisar detalhadamente a tua lista.

3. Analisa detalhadamente a tua lista de 10 ideias de negócio de sucesso

Ponto 1. Escolhe aquelas ideias em que o teu grau de entusiasmo pela temática é elevado.

Verifica que o nicho que escolheste faz sentido para ti e está de acordo com o que gostas de fazer, se for o caso vais ver que as ideias para desenvolver o negócio vão florescer.

Ponto 2. Analisa cada ideia de negócio com cuidado

  1. Pensa nas razões pelas quais cada área de negócio te interessa. Se encontrares apenas 2 ou 3 elimina essa ideia da lista.
  2. O nicho interessa-te mas tens medo porque terás de pedir dinheiro para prosseguir. Se existem clientes que precisam de ti para resolver o seu problema e estão dispostos a pagar por isso, guarda a ideia na lista.
  3. Verifica se existe uma procura contínua do teu produto durante todo o ano. Não deverá ser só um produto sazonal, ou de um evento específico como Natal, dia de S. Valentim. Caso seja, elimina da lista. 
  4. Cria um artigo para cada um dos potenciais negócios da tua lista e verifica em qual deles escreveste com mais dedicação e entusiasmo.
  5. Expressa as tuas ideias à tua volta para ter um feedback mas evita falar com pessoas negativas. Com tanto pessimismo nunca serão isentas e realistas na sua opinião e só irão roubar-te energia e motivação. 

3. Avalia os resultados financeiros possíveis 

  1. É importante verificares o que o mercado que escolheste pode trazer a nível de rendimentos. É importante que não te deixes levar apenas pelo coração. A ideia ingénua que um negócio será de sucesso só porque tu acreditas muito nele, é isso mesmo, ingénua e pode ser um beco sem saída. Se vais criar um negócio é para os teus clientes, não para ti. E tu queres ter retorno financeiro, sem dúvida. 
  1. Procura saber o que os líderes do teu mercado já fazem e como o fazem. 
  1. Lê sobre o assunto. Uma dica, procura na Amazon quais são os bestseller da temática.
  1. Pesquisa em blogs, quão procurado é o teu produto/ serviço para solucionar problemas. Isso será indicador de elevada procura e claro que mais tarde se irá refletir em mais vendas.

4. Já tens a tua ideia de negócio de sucesso, parabéns!!!

Uma vez que tenhas uma ideia de negócio que pensas ter um potencial real, não a guardes para ti! Partilha-a com pessoas da tua confiança para que te ajudem no aperfeiçoamento da tua visão, especialmente se estiverem dentro do teu mercado alvo como potencial cliente para a tua ideia de negócio.

Imagina que a tua ideia é revender produtos de cosmética/ estética e até conheces alguém que tem um gabinete de estética. Será importante partilhar a tua visão e perceber do outro lado quais são as suas necessidades e expectativas. 

Não te esqueças de fazer perguntas: Achas que esta ideia de negócio tem potencial? Como achas que posso concretizá-la? Comprarias este produto ou pagarias por este serviço e, em caso afirmativo, a que preço?

E se não tiveres ninguém ligado à área de negócios que escolheste? Apruma as tuas capacidades de networking, e não te esqueças que mesmo as pessoas que não estão envolvidas no teu negócio podem fornecer um feedback vital pela sua própria experiência como consumidores. O que é que mais valorizam numa marca? Que tipo de serviços privilegiam? 

Obter um feedback honesto, embora por vezes doloroso, é um primeiro passo essencial para tornares o teu sonho de negócio numa realidade.

Posiciona-te como um amigo que vai partilhar um método que vai ajudar a resolver um problema de alguém. É a tua oportunidade de mostrar os conhecimentos que tens na área e atribuir valor ao produto/ serviço que vais desenvolver. 

Podes até ser um expert com conhecimentos específicos mas evita a síndrome de expert. A Síndrome de Expert é quando se começa a considerar que a nossa perícia, os nossos conhecimentos e a nossa experiência são a “base” normal para todos. E acontece quando falamos, agimos e comunicamos como se todos soubessem as mesmas coisas que nós.

Como empresário, não sendo um expert, ou pelo menos não agindo como tal, obriga-me a construir empatia para com os utilizadores do meu produto, porque também estou a aprender com eles. Estou a experimentá-lo da mesma forma que eles, o que me ajuda a ver o meu produto sem preconceitos internos. Não é preciso ser um expert para ver uma oportunidade. De facto, ser um expert irá proibir-te de ver a empresa ou produto da mesma forma que os teus utilizadores, o que poderá fazer com que ignores soluções simples e faças más apostas.

lançar negócio

5. Estás pronto para lançar o teu negócio de sucesso

Para já, o primeiro grande passo está dado: tens a tua ideia de negócio de sucesso! Só falta AGIR! 

A partir de agora terás de desenhar o teu negócio e a melhor forma de o fazer é começar por traçar um plano de negócios. 

O desenvolvimento de um plano de negócios é um passo vital no lançamento de um novo negócio. Os planos de negócios podem ser formais ou informais, mas permitem-te cristalizar os componentes centrais do teu negócio antes do lançamento.

Começa já hoje a trabalhar no teu projeto para ter a vida que mereces!

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Mindset

Definir o teu cliente ideal, ou seja, alguém que corresponde ao teu avatar cliente, é muito importante quando inicias o teu negócio, mas também quando ao fim de vários meses vês que o teu negócio estagnou e que não há evolução no número de novos clientes ou no teu volume de negócios. 

A grande vantagem de ser um profissional liberal é que podes escolher os teus próprios clientes. Mas nada te obriga a aceitar todos os projetos da Terra e a aceitar uma missão que, afinal, não te corresponde. Para poder atrair os teus futuros clientes com missões que se adequam a ti, precisas de um método.

Fiz uma vez a seguinte pergunta a um formador de Desenvolvimento Empresarial: 

“Para quem é a tua formação? »

A resposta dele foi: “O meu produto  é destinado a quem quer aumentar as vendas”.

Este formador não estava claramente a colocar todas as probabilidades a seu favor.

Sem ter determinado o perfil do seu cliente ideal, ele iria produzir uma formação para todos.

Dirigir-se a toda a gente é dirigir-se a ninguém.

Para melhor conhecer os nossos clientes podemos fazer muitas perguntas a nós próprios:

1- Os teus clientes são particulares, trabalhadores independentes, pequenas e médias empresas, ou grandes empresas?

2- Em que sector de atividade operam?

3- Qual é o perfil da pessoa: empregado júnior, gerente sénior, iniciante ou experiente?

4- Que tipo de prospeção é necessária para o cliente? Na Internet? Ou negociação presencial? Por telefone?

Este formador não tinha tentado conceber um curso de formação adaptado ao perfil e as necessidades do cliente.

Para conhecer as necessidades do teu cliente vamos elaborar o bilhete de identidade do teu avatar.

Vamos começar por criar um perfil que se pareça com um esboço do teu cliente ideal. Este é o exercício de marketing mais comum quando se trata de especificar o teu alvo de potenciais clientes (aquele que vês em todos os blogs de marketing, etc.).

Nome;

Idade;

Cor do cabelo e dos olhos;

Situação pessoal: Casado? Não casado ? Com filhos ? Em caso afirmativo, quantos? Quais são os seus nomes próprios?

Localização geográfica: Em que cidade vive ele? Onde é que ele trabalha?

Lucro líquido anual;

Ocupação;

Valores de vida e grandes preocupações.

Está particularmente interessado no trabalho, na família, na ecologia, em viagens, etc.?

Livros e filmes favoritos, música e podcasts que ele ouve, se os tiver;

Revistas ou blogs de referência;

Saídas, seminários ou eventos em que participa. Por exemplo: Feiras, Festival de Cinema, Festas da aldeia;

Passatempos e hobbies fora do trabalho;

Ídolos ou mentores;

Marcas favoritas de vestuário, equipamento de alta tecnologia, etc.

Este primeiro exercício (que representa pelo menos 20% do total do trabalho) ajuda-te a captar o teu cliente ideal.

Mas não acaba aqui!

Como a Psicologia te ajuda a conectar com o teu cliente ideal

A psicologia é o passo mais importante para encontrar o teu cliente ideal para prospetar eficazmente.

O objetivo agora é colocares-te no lugar do teu cliente ideal, para pensares como ele.

Não tenhas medo! Não estamos a pedir-te para entrares no cérebro do teu cliente. Ou talvez estejamos!

Responde o melhor possível às seguintes perguntas, colocando-te no lugar do teu cliente alvo (e não no teu).

O método consiste em imitar uma entrevista. 

Se ficares bloqueado numa pergunta, podes passar para à seguinte. Mas acima de tudo, não desistas!

Os pontos de frustração do teu cliente ideal.

Aqui está o primeiro bloco de perguntas para compreenderes os medos, os bloqueios, os fatores que stressam o teu cliente ideal:

De que é que ele tem medo secretamente na vida? 

O que o preocupa e não o deixa dormir de noite? 

O que é que o stressa diariamente? 

Qual é a pior coisa que lhe pode acontecer na vida? 

O que é que ele receia que familiares pensem se isso lhe acontecer? 

Se a situação persistir ou se piorar, quais seriam as consequências para a sua vida?

Sobre que aspectos da sua vida ele pode perder o controlo? 

Se o dinheiro não fosse um problema, o que é que ele compraria para resolver esta situação?

Definindo a situação ideal para resolver os problemas do teu cliente ideal.

O objectivo é criar uma projeção positiva considerando a situação em que o teu cliente ideal resolve todos os problemas dele:

Como quereria ele, secretamente, que fosse a sua vida? Qual é a sua situação ideal?

Qual seria a solução incrível e ideal pela qual ele pagaria qualquer preço?

Se essa solução perfeita existisse, o que é que isso mudaria para ele? 

Como reagiriam as pessoas à sua volta se ele conseguisse resolver o seu problema? 

O que poderia ele ter, fazer ou alcançar se a sua situação ideal se tornasse realidade?

A título de exemplo, podemos tomar a perda de peso. Ao atingir a sua situação ideal, o teu cliente poderá recuperar a autoconfiança, falar em público, falar com homens ou mulheres, ver-se ao espelho sem se querer esconder…

AGORA PROVOCA O DIÁLOGO

Uma vez definido o perfil teórico, é necessário confrontar as tuas suposições. 

3 formas de provocar o diálogo para confirmar o seu cliente ideal:

1.  Entrevistas

Podes entrevistar um potencial cliente ou cliente fazendo as várias perguntas que vimos acima. Mas nem sempre é fácil.

2.  Envia sondagens aos teus prospetos e aos teus clientes.

Se já tens clientes, é interessante tirar tempo para recolher devidamente as necessidades dos clientes e avaliar a sua satisfação com um questionário. Uma vez que os clientes têm dificuldade em expressar as suas necessidades ou em estar conscientes das mesmas, sugerir formas de melhoria que possam, por exemplo, registar ou classificar.

3. Cursos ou amostras gratuitas

A melhor forma de provocar o diálogo é oferecer algo gratuito no início da relação. Ao oferecer um módulo de formação ou uma amostra aos teus clientes, poderás provocar uma conversa. 

Ao ouvir os teus clientes, irás confirmar ou adaptar o teu negócio aos seus problemas específicos, e assim aumentas o teu volume de negócios. 

Num segundo passo, terás a solução para começar a criar um produto ou serviço que irá ao encontro das necessidades dos teus clientes. Pensa bem nesta estratégia…

Acima de tudo, é importante que compreendas quais são os clientes a quem podes trazer mais valor e quais são os clientes que trarão a melhor rentabilidade ao teu negócio.

O perfeito conhecimento dos teus clientes contribui para o teu sucesso, para o desenvolvimento de uma oferta diferente, porque já sabes:

Aquilo que eles gostam, aquilo que não gostam; a forma como deves falar com eles, as alavancas emocionais que tens de activar para que tomem decisões; as suas necessidades e, por conseguinte, o tipo de oferta que lhes vais apresentar.

Direciona a tua mensagem de vendas

Quando juntares toda esta informação, terás uma ideia mais clara do teu cliente ideal. Quanto mais preciso tiveres desenhado este retrato, mais pequeno será o seu público-alvo.

Mas e os outros potenciais clientes?

Ouço muitas vezes a frase: ”Tenho medo de definir o meu cliente ideal e fechar a porta a outros potenciais clientes”.

O medo de fechar portas por ser demasiado preciso é algo que surge frequentemente (e que os meus clientes expressam regularmente durante o meu coaching de negócios). No entanto, garanto-vos que não é o caso.

Somos milhares de milhões de seres humanos na Terra. Assim, por definição, não poderás ajudar toda gente (infelizmente) porque o teu produto não corresponde a toda a gente. 

Tens a possibilidade de escolher as pessoas que queres ajudar em particular!

De facto, na realidade, não vais reduzir em nada o número de potenciais clientes. 

Com efeito, não é por estabelecer um perfil típico e direcionar a sua comunicação através de diferentes tipos de conteúdos que não terás outras oportunidades e possibilidades de desenvolvimento de clientes.

Muito pelo contrário! Encontrar o teu cliente ideal significa ser extremamente preciso e estabelecer uma estratégia clara de posicionamento que funcione. 

Definir o teu cliente ideal não se trata de fechar portas, mas sim de abrir novas portas.

Se o conheceres como a palma da tua mão, sabes exatamente do que ele precisa. Os seus sonhos, as suas ambições, os seus bloqueios… não terão segredos para ti. 

Poderás então construir um plano de prospeção, criar conteúdos relevantes e concentrar os teus esforços num único objetivo.

Entrar em contacto com o teu público-alvo será muito mais fácil. Será mais fácil atrair potenciais clientes e adaptar o teu discurso de vendas às suas necessidades. 

Vender com convicção torna-se fácil. As relações com os clientes são naturais. Sabes que podes ajudar o teu cliente alvo e sabes como o fazê-lo.

Quando se ouvem frases como: “Como é que se sabe isso? Colocaste câmaras na minha casa?”, significa que identificaste perfeitamente o teu cliente ideal.

Para isso, precisas de conhecer o teu cliente ideal como se ele fosse o teu melhor amigo!

No fim da tua investigação, deves ter uma ideia clara e precisa sobre a quem a tua empresa e os teus produtos se devem dirigir.

Depois de ter definido o teu cliente ideal, serás capaz de saber exatamente onde e como os encontrar os teus clientes.

A informação que terás então recolhido irá ajudar-te a construir as tuas mensagens de vendas. O texto dos teus anúncios devem ser direcionados diretamente para as expectativas do teu cliente. Terás de descrever as possibilidades, vantagens e benefícios dos seus serviços ou produtos com a linguagem do teu cliente.

A argumentação deve ser compreensível, a apresentação da tua mensagem de vendas deve ser confortável na forma, para reforçar a mensagem dos teus anúncios publicitários.

A publicidade colocada no local certo no momento certo, com uma linguagem simples para o teu cliente vai-te ajudar a evitar elevadas despesas em publicidade mal orientada, porque se destina a um grande número de consumidores que não precisam dos teus produtos ou serviços.

Conhecer o teu cliente ideal também te pode ajudar a organizar o teu site.

Ao conhecer as necessidades e interesses do teu cliente, pode ajudar-te a criar conteúdos no teu site ou blogue para os teus leitores.

As ações de promoção dos teus serviços ou produtos devem sempre servir os interesses e necessidades do teu cliente.

O teu produto final deve satisfazer os gostos e preferências do teu cliente e resolver os maiores problemas dele.

Não desprezes esta etapa fulcral para o sucesso do teu negócio!

Neste artigo Como atingir o máximo de Clientes com a tua atividade vais encontrar mais informação relevante neste tema.

Brindemos ao teu sucesso!

Qual a tua opinião neste assunto?

Diz-me o que pensas, deixando um comentário abaixo!

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Mindset

Como criar uma atividade na qual consegues atingir o máximo de pessoas?

Qual é a verdadeira razão pela qual não consegues encontrar clientes? 

É disso que vamos falar neste artigo. 

Se aplicares o que vou partilhar contigo neste artigo, o teu negócio pode transformar-se. 

Estas informações podem levar a tua atividade, de um estado de sobrevivência  para uma atividade onde crias um grande impacto no mundo, e consegues ajudar não 10 mas milhares de pessoas.

Criar uma atividade com impacto: que atitude deves ter

O que te vou falar neste artigo vai permitir-te decidir entre dois caminhos consoante a atitude que assumires: 

1- Continuas na tua situação atual, e continuarás com dificuldades em chegar ao fim do mês.

2- Levas o teu negócio a um nível acima em que cria um impacto massivo no mundo.

É através do que vou partilhar contigo hoje que vais ser capaz de fazer a diferença e escolher o caminho certo, o do impacto, o da prosperidade.

Por isso, este artigo é muito importante para ti, espero que te traga os conselhos que mereces.

Como eu pude criar uma atividade na qual eu crio impacto

Vou começar por contar-te uma história que te vai permitir compreender melhor . 

Há cerca de 6 anos, eu estava a lançar o meu primeiro negócio online. O objetivo era criar uma atividade que tivesse um verdadeiro impacto na vida das pessoas. 

Eu tinha um blog e escrevia artigos e após ter escrito dezenas de artigos, a minha visibilidade nunca descolou.

Em resumo, investi muita energia mas estagnei, fiquei frustrado por não ter resultados e eu não conseguia perceber o porquê de não os obter! 

Tinha a impressão que havia pessoas que pareciam ser menos interessantes que eu, pessoas que tinham menos talento que eu, mas que obtinham mais resultados do que eu. Porquê?

O negócio é uma questão de atitude

Eu via os meus concorrentes escreverem títulos muito sugestivos e agressivos e investir massivamente num marketing super desenvolvido. Na altura, pensava “isto é manipulação” mas na verdade, nos negócios é uma questão de atitude. Por outras palavras, o teu negócio é muito mais do que um simples trabalho. 

De fato, através do teu negócio, podes realmente mudar a vida dos teus clientes.

Podes contribuir para algo que vai além de ti.

Um negócio sempre teve o objetivo de transformar a vida das pessoas. 

Qualquer produto criado visa transformar a vida das pessoas, a fim de melhorar ou facilitar as suas vidas. Qualquer produto faz isso, por exemplo, quando Steve Jobs criou a Apple, ele queria transformar a experiência que as pessoas tinham com o computador.

Cria uma atividade que impacta: O segredo do marketing

O teu negócio tem como objetivo transformar a vida dos teus clientes e criar um verdadeiro impacto neles.

Da mesma forma, o marketing também exige atitude, se não consegues vender, se não tens clientes, se não empregas os esforços necessários no teu marketing, isso significa que não entendeste que o negócio não é acerca de ti mas sim acerca dos outros, da resolução dos problemas ou das necessidades dos outros. De fato, o teu negócio serve para ajudar os teus clientes e prospetos

Deves entender esta distinção importante porque o objetivo é conseguir responder às necessidades das pessoas à tua frente. Este é precisamente o objetivo do marketing.

O objetivo do marketing e da venda é formular a mensagem certa acerca daquilo que fazes

Trata-se de conseguires comunicar aquilo que fazes e transmitires a tua mensagem de forma a que as pessoas entendam, para que tomem a decisão de transformar as suas vidas.

O teu objetivo é, acima de tudo, transformar vidas e tu tens o produto ideal para o fazer.

Se hoje achas que o marketing é uma porcaria e que manipula as pessoas, que vender é mau, significa que não entendeste a importância que o teu negócio pode ter para a vida dos teus clientes.

O marketing e as vendas para transformar a vida dos clientes

O marketing e as vendas são ferramentas que permitem às pessoas tomar a decisão de transformar as suas vidas utilizando os teus produtos. 

Podes tirar um bocado para pensar de todas as vezes que um produto, ou serviço, transformou a tua vida porque alguém fez o esforço de fazer marketing e comunicá-lo de acordo com as tuas necessidades e não as dele.

Comunicar eficazmente com o teu cliente ideal

Se hoje não consegues obter os resultados que desejas no teu negócio é porque não comunicas da mesma maneira que o teu cliente ideal. 

Se não conheces o teu cliente ideal, isso significa que criaste o teu negócio em torno de algo que gostas. Pensaste como a maioria dos empresários: “vou criar uma atividade e depois vemos se algum quer comprar”. 

Pensaste: não sei quem vai comprar, não vou definir quem vai comprar, só quero criar um produto e meu negócio focalizado em mim. 

O problema é que se o teu negócio está focalizado em ti, nunca vais ter sucesso.

Se queres ter um impacto real, precisas fazer um esforço constante, um esforço maciço para entender quais são as necessidades dos teus clientes: Quais são os seus medos?  O que está na cabeça deles?, para responder às necessidades e aos desejos deles. 

A tua empresa não foi criada para permitir que vivas a vida dos teus sonhos, a tua empresa é feita para permitir que os teus clientes transformem suas vidas.

No entanto, a consequência direta disto é que graças a isto vais poder viver a vida dos seus sonhos.

Por outro lado, se fazes as coisas ao contrário e pensas que o teu negócio te vais permitir viver a vida dos teus sonhos, estás errado. 

Tens de saber que se estiveres focado em ti, nunca viverás a vida dos teus sonhos porque o teu negócio só vai mesmo desenvolver-se se melhorares a vida das outras pessoas.

Vender ao teu cliente ideal o produto-alvo que vai transformar vida dele

Qualquer que seja o teu negócio, se tens um produto físico, se és formador ou consultor, é sempre uma questão de transformação da vida de outras pessoas. 

Deves por isso mudar totalmente a tua forma de pensar e lembrares-te que o objetivo da tua empresa é transformar a vida de outras pessoas. A consequência natural deste objetivo vai ser transformar a tua vida. Essa mudança na tua forma de pensar permitirá que faças um enorme esforço no teu marketing e nas tuas vendas. 

Mas acima de tudo, para fazeres isso tens de fazer tudo o que te é possível para colocar nas mãos dos teus clientes e prospectos o teu produto ou serviço e mostrar-lhes que vai transformar as suas vidas.

Criar uma atividade que tenha impacto é colocar o foco nas necessidades do teu cliente

Gosto muito de uma frase do G Brown que diz: se tens um produto ou serviço que pode transformar a vida das pessoas, tens uma obrigação moral de fazer tudo o que está ao teu alcance para colocá-lo nas mãos deles. E é precisamente isso que eu te quero transmitir neste artigo, mostrar-te como fazer as coisas certas e não ao contrário, e lembrar-te que a tua empresa não está centrada em ti mas sim nos teus clientes. 

É como numa relação, se o teu parceiro só pensa nele, a dada altura a relação deixa de existir porque se torna-se desagradável para ti. Por outro lado, se cada um se focar no outro, isso vai permitir que a relação seja agradável para ambas as partes e isso vai fazê-la evoluir e ganhar outra  dimensão. É exatamente igual para o teu negócio. 

Se sabes que os teus prospetos precisam do teu produto mas eles ainda acham que querem outra coisa, deves apresentar-lhes o teu produto em contraponto ao que eles acham que precisam.

Outra frase célebre diz: Vende-lhes o que ele querem e fornece-lhes o que eles precisam.

Comunicar ao mais alto nível de consciência

Tens de conseguir comunicar o que fazes de forma a que eles percebam que é o que querem. 

O que é importante é comunicar acerca do benefício, da transformação que lhes vais trazer. Se conseguires comunicar através do nível de consciência deles, vais combinar o que fazes ao que eles querem no mais alto nível de consciência. 

Isso não significa mudar o teu produto, nem mudar o formato do teu produto, mas deves conseguir compreender como eles comunicam para poderes utilizar essa mesma forma quando comunicares com eles.

A tua comunicação deve ser ” isto é o que queres, compreendo, eu tenho o que tu queres e vou-te explicar como funciona”. Vais então explicar qual é o problema que o teu produto resolve, qual é a transformação que o teu cliente vai receber, e pouco a pouco vais levá-lo para o que ele precisa mesmo, para que a transformação aconteça.

Depois de terem pago, os teus clientes confiam em ti, passas a ser uma autoridade e nesse momento já lhes podes falar daquilo que eles precisam.

Conclusão

Neste artigo, eu queria partilhar contigo a importância  de focalizar o teu negócio no teu cliente e não em ti, para teres sucesso.

Ao ajudares as pessoas a resolver os seus problemas, com os teus produtos ou serviços, vais ganhar notoriedade e isso vai trazer-te mais e mais pessoas que vais ajudar e naturalmente o teu negócio vai crescer e trazer dinheiro para que tenhas a vida que sempre desejaste.

Por fim, convido-te a ler o artigo Quem é o teu cliente ideal. Lá encontrarás informação muito importante e complementar a este artigo que acabaste de ler.

Brindemos ao teu sucesso!

E tu, o que achas ?

Diz-me, deixando um comentário abaixo! ?

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Mindset

Estás a obter o número de vendas que desejas realmente?

Vais para o terreno à procura de vendas todos os dias. Tens regularmente conversas de vendas, segues as estratégias dos maiores gurus das vendas com rigor e apostas tudo nos orçamentos que enviaste para fechar vendas.

Mas por um motivo qualquer, as vendas não se concluem, e os orçamentos enviados não acabam nas tão esperadas vendas.

Investiste imenso dinheiro em publicidades dispendiosas, mas o retorno é ridículo. Tiveste várias reuniões comerciais mas os prospetos não compram o produto. Ou talvez tenhas investido em cursos de vendas ou de webmarketing, e depois de teres seguido passo a passo as recomendações do curso, as vendas continuam a não cair.

É geralmente nesta altura que a dúvida começa a aparecer. “ Talvez eu não seja bom vendedor. Isto não é para mim tenho de voltar a realidade e procurar algo diferente.”

E se na verdade estás a fazer tudo bem e só precisas de alguns ajustes no teu mindset, na tua estratégia e nas tuas ações? Talvez precises de voltar ao essencial, recentrar-te e lembrar-te porque começaste.

Através da minha experiência, identifiquei quatro dos bloqueios mais comuns de não conseguir concretizar a venda. E vou mostrar-te como contornar cada um deles, o que vai renovar a tua motivação e dar-te um rendimento recorrente.

Motivo 1: Estás centrado em ti e não no Cliente.

Conseguir uma venda não depende de ti . Está ligado ao cliente. Vender é antes de mais servir, o teu objetivo é ajudar o cliente a resolver um problema.

Podes sentir-te constantemente cansado, sem energia, com medo de não conseguir pagar a mensalidade do crédito da casa ou do carro. Acredita já passei por isso.

Na verdade, se estiveres concentrado no facto de não conseguires vender não vais conseguir mesmo. Deves portanto mudar o teu estado de espírito (o teu mindset).

Deves passar de un mindset de escassez para um mindset de serviço e abundância.

Como fazes isso? Respira fundo, não te coloques sobre pressão e concentra-te nas pessoas que vais ajudar com o teu produto ou serviço. 

Para isso deves colocar duas perguntas:

1. O que é que é essencial para o meu cliente? O que é que o teu cliente procura, qual é o sonho dele, quais são os valores dele? Faz uma lista daquilo que o teu cliente ideal procura e utiliza essa lista para responder às perguntas seguintes.

2. Como posso ajudar os meus clientes neste momento? Agora que sabes o que eles querem, concentra-te no fornecimento de soluções para o problema que eles têm.

Podes criar e partilhar um artigo com conteúdo importante para eles. Apresentar-te num grupo Facebook onde os clientes colocam perguntas para que possas responder e marcar presença. 

Ao libertar a pressão e ao concentrares-te em ajudar o teu cliente, a magia acontece. O teu nível de stress desce. Estás a ajudar as pessoas. Desta forma transferes a tua atenção na ajuda do próximo fazendo aquilo que gostas de fazer.

4 RAZÕES PELAS QUAIS NÃO ESTÁ A TER SUCESSO NA VENDA

Motivo 2: Utilizas constantemente as mesmas estratégias e esperas resultados diferentes.

Já gastaste dinheiro em publicidade que te trazem prospetos e não consegues convertê-los em clientes. Publicas nos grupos Facebook e não consegues envolvimento por parte da tua audiência.

Reconheces-te em alguma destas situações? Nenhuma das estratégias que utilizas funcionam. E esta situação pesa na tua auto-confiança.

Como diz Seth Godin, “ Fazer o que fizeste vai resultar no que obtiveste”. Portanto se não gostas do resultado, talvez seja tempo de mudar o que fazes.

Se estiveres apto a mudar as tuas estratégias quotidianas, testa alguns dos conselhos seguintes.

Posiciona-te como leader de opinião no teu sector. Partilha o teu conhecimento via artigos em blogs ou podcasts e vídeos. Quanto mais mostrares aos outros os teus conhecimentos, mais credibilidade e notoriedade irás obter. Por outro lado, irá aumentar também o fator “saber, gostar e confiança” para enfrentar os teus desafios com uma visão totalmente nova.

Concentra-te naquilo que fazes melhor. O teu negócio é servir as pessoas e a melhor forma de os ajudar é concentrares-te naquilo que fazes melhor. Quanto mais tempo passares a fazer aquilo que gostas, mais a tua paixão se vai manifestar, atraindo assim mais facilmente os teus clientes ideais.

Isto pode significar pedir ajuda nos domínios de actividade nos quais estás menos à vontade, libertando assim tempo para fazer outras coisas. A delegação dessas tarefas não tem necessariamente de te ficar dispendioso. Existem formas de delegar quando se tem pouco dinheiro.

Motivo 3: Estás ansioso e demasiado concentrado em conseguir uma venda

Nesta altura já efetuaste quatro ou cinco chamadas de follow-up com um prospeto e ainda não conseguiste fechar a venda. Desejas mesmo que ele te diga se quer ou não comprar o produto. Esta situação deixa-te nervoso e impaciente, o que faz de ti um vendedor insistente. E o que acontece depois?

O teu prospeto pode começar a pensar que só te interessas pelo dinheiro ou que perdes paciência porque estás desesperado. Estas à beira do precipício. Quando estás nesta situação, o problema não vem do cliente, o problema vem mesmo de ti.

Faz uma pausa. Para de colocar pressão em ti mesmo para fechar a venda e concentra-te no que é realmente importante: o teu cliente.

Oferece ao teu futuro cliente uma coisa que ele pode utilizar. Pode ser um guia gratuito, um ficheiro áudio, uma amostra, uma sessão de uma hora gratuita. A tua oferta tem de ter um valor elevado aos olhos do teu cliente. Mais uma vez tens de te concentrar naquilo que os clientes precisam.  

Não te esqueças tu recolhes o que semeias. Se gostas do que fazes, isto vai ser fácil de adaptar ao teu negócio.

Motivo 4: Temos de voltar ao essencial

O closing da venda não depende de ti. No entanto deves investir muito da tua pessoa para chegar ao teu objetivo. Para isso deves focalizar-te nas bases, por exemplo:

– Deves estabelecer uma conexão e uma relação

– Construir o teu próprio valor 

– Fazer um follow-up regular

– Gerir os nãos e as objeções de forma profissional. 

Tudo começa pela tua motivação. Se não consegues fechar as vendas que esperas, tens de rever as tuas fundações, verifica as tuas bases para poderes ter sucesso no futuro.

Todos nós já tivemos momentos em que vendemos menos. Não enfrentes a situação como um fracasso. Considera-o apenas como um desafio. Deves pensar noutras formas de chegar ao objetivo, mudando o teu mindset. Estes entraves são uma janela de oportunidade de ainda nos tornamos melhores e chegarmos a mais pessoas.

Quanto menos pensares em ti mais facilmente vais obter os resultados esperados.

Brindemos ao teu sucesso!

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