Deprecated: Array and string offset access syntax with curly braces is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/string.php on line 14

Deprecated: Array and string offset access syntax with curly braces is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/string.php on line 15

Notice: Trying to access array offset on value of type bool in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/functions/theme_functions.php on line 7

Notice: Trying to access array offset on value of type bool in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/functions/theme_functions.php on line 7

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/widgets/widget-recent_portfolio/index.php on line 114

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/widgets/widget-recent_posts/index.php on line 126

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/widgets/widget-progress/index.php on line 131

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/widgets/widget-contact_info/index.php on line 137

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/widgets/widget-instagram/index.php on line 216

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/widgets/widget-text/index.php on line 120

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/widgets/widget-social/index.php on line 78

Deprecated: Function create_function() is deprecated in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/widgets/widget-subscribe/index.php on line 92

Notice: Trying to access array offset on value of type null in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/functions/builder_functions.php on line 11

Warning: count(): Parameter must be an array or an object that implements Countable in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/functions/builder_functions.php on line 59
Tecnicas de Venda Tecnicas de Vendas, venderor, comercial matiassoares.com
Warning: count(): Parameter must be an array or an object that implements Countable in /home/www/matiassoares.com/wp-content/themes/massive-dynamic/lib/functions/builder_functions.php on line 48

Good Contents Are Everywhere, But Here, We Deliver The Best of The Best.Please Hold on!
Data is Loading...
Your address will show here +12 34 56 78
Competências, Tecnicas de Venda

Neste artigo vais ficar a conhecer várias ferramentas e técnicas de marketing digital que podes colocar à tua disposição para implementar para potenciar o sucesso do teu negócio. Mas antes demais, vou partir do princípio que és novo nesta matéria e falar-te um pouco do que é, afinal, isto do marketing digital.

O que é Marketing Digital?

Podemos dizer que marketing digital é, antes de tudo, um ato de comunicação realizado num ambiente digital. É o ato de promover e vender produtos e serviços através de estratégias de marketing na WEB, tais como: marketing de redes sociais, marketing de pesquisa e e-mail marketing.

Num momento em que a era digital domina a atualidade, o e-marketing tornou-se um meio de comunicação essencial.  E outro aspeto a salientar é que, no momento atual, já não é preciso ser-se uma grande empresa nem fazer um grande investimento para marcar presença online. No entanto, requer algum trabalho.

Hoje, mais do que nunca, as empresas precisam de cuidar da sua reputação digital e estabelecer uma interação permanente com os seus clientes, se quiserem ter um lugar de destaque.

Hoje em dia, os teus clientes estão online: absorvidos pelas redes sociais, mantendo-se atualizados em sites de notícias e blogues, e pesquisando online quando têm uma necessidade.

É por esta razão que no marketing digital é importante fazer a oferta certa, na altura certa e no local certo.

O marketing digital coloca-te nos mesmos canais digitais por onde andam os teus potenciais clientes, para que estes possam conhecer o que tens para lhes oferecer, aprender mais sobre a tua empresa, e até fazer perguntas para saber mais sobre os teus produtos ou serviços.

Existem diferentes técnicas de marketing digital que precisarás de aprender. Mas todas elas trabalham em conjunto para criar uma base para o teu negócio: atrair potenciais clientes, fomentar relações e fazer ofertas que o teu público apreciará e as quais responderá.

Os principais objetivos do marketing digital

As várias disciplinas do marketing digital têm como principal objetivo desenvolver a tua relação com os clientes.

O intento é optimizar a notoriedade da tua marca e fazer crescer o teu negócio. É importante que disponibilizes informação valiosa ao teu público-alvo para aumentar o tráfego e gerar conversões.

Graças a várias técnicas de SEO – Search Engine Optimization -, podes tornar a informação que partilhas, mais atraente, com artigos bem posicionados nos motores de busca e por conseguinte aumentas a probabilidade de os teus potenciais clientes descobrirem a tua empresa. Em certos contextos, podes usar esta influência para desencadear uma necessidade em potenciais clientes futuros.

Clica para saber mais sobre conteúdo SEO

Para otimizar as tuas hipóteses de alcançar os teus objetivos, o ideal é adotar uma estratégia que utilize vários canais digitais.

Porquê criar uma estratégia de marketing digital?

De facto, as empresas devem repensar a sua estratégia global para integrar os novos códigos digitais. A implementação de uma campanha de marketing digital é uma fase crucial de desenvolvimento, uma vez que permite à empresa dar a conhecer eficazmente a sua atividade na web e nas redes sociais. 

Com isto em mente, a tua empresa precisa de um plano de marketing digital? A resposta é um retumbante SIM! Precisas de o fazer para:

  1. Atrair, convencer, converter e fazer os teus clientes apaixonarem-se pelo teu produto ou serviço.  
  2. Planear todas as estratégias e ações para atingir o teu cliente alvo.
  3. Segmentar as tuas campanhas de marketing digital para fornecer valor em cada etapa.

Como fazer Marketing Digital?

Começa por criar um plano de marketing digital. Basicamente é um documento que contém os detalhes de todo o planeamento das tuas campanhas ou ações de marketing digital. Neste plano vamos detalhar, entre outras coisas:

– Objetivos empresariais de curto, médio e longo prazo.

– As estratégias para atingir os objetivos a nível digital.

– Os canais a utilizar.

– Os planos de ação e de desenvolvimento.

– O investimento e o orçamento. 

– O calendário e o roteiro.

5 passos para um plano de marketing digital

1. Analisa a tua situação atual usando o modelo SWOT

O “S” vem de Strengths em inglês e diz respeito aos “Pontos Fortes” da tua empresa. Alguns exemplos:

  1. Que elementos positivos têm impulsionado as vendas?
  2. Quais as vantagens que a tua empresa apresenta face aos concorrentes diretos?
  3. De que recursos dispõe a empresa? Logísticos, humanos e materiais. 

O “W” vem do inglês Weakness, e são os “Pontos Fracos” da tua empresa, que deverás melhorar:

  • Que fatores internos afetam negativamente as vendas e os processos?
  • Que fraquezas têm sido evidenciadas por agentes externos? Exemplo: demora na entrega dos produtos ao cliente. 

O “O”, do inglês Opportunities, significa “Oportunidades”. No mercado no qual a tua empresa atua:

  • Que tendências existem no mercado em que operas que podem ser janelas de oportunidade para desenvolver produtos ou adequar os que já existem?
  • Que mudanças tecnológicas surgiram que possam ajudar a melhorar a qualidade dos produtos desenvolvidos na tua empresa?

E por fim, o “T”, do inglês Threats, ou seja, “Ameaças”. No mercado atual:

  • O que é que os teus concorrentes têm andado a fazer que possa afetar a tua taxa de conversão?
  • Que dificuldades a tua empresa tem experienciado?

2. Define os objetivos da tua estratégia de marketing digital – Objetivos SMART

Com as conclusões a que chegaste ao utilizar o método de análise SWOT, já estarás em condições de definir os teus objetivos empresariais. E então o que te vou explicar de seguida é como definir um bom objetivo, um objetivo SMART.

Traduzido do inglês, SMART é o acrônimo para: específico, mensurável, atingível, relevante e temporal.

Definir objetivos é uma tarefa por si só complexa, mas de extrema importância para nos mantermos motivados, focados e em constante evolução!

Um objetivo é SMART quando:

  1. Temporal. Ao ser definido uma data limite, ou um período de tempo para a sua concretização, é possível perceber a evolução do teu trabalho e o quão perto ou longe estás de atingir os resultados que desejas. Também é uma boa estratégia para evitar a procrastinação e o “fica para depois”.
  1. Mensurável.  Quando quantificas os resultados que pretendes atingir sabes exatamente o que queres alcançar. 
  1. Atingível. Defines objetivos com base na realidade e já com algumas ideias em mente de como o atingir. 
  1. Relevante. A sua ideia é produzir impacto real. Poderás ter como objectivo, aumentar o número de seguidores para introduzir um novo produto ou, simplesmente, promover a interação entre a empresa e os seus potenciais clientes.
  1. Específico. Um objetivo vago, e amplo, será mais difícil de atingir.

(No artigo, 7 dicas para ser produtivo)

3. Define a tua estratégia de marketing digital:

  1. Mercado-alvo: a quem se dirige os teus produtos? Sugiro-te a leitura deste artigo Quem é o teu cliente ideal, para identificares o teu cliente-avatar. 
  1. Posicionamento: Para conseguir um posicionamento adequado, é crucial que a tua proposta de valor seja muito clara. Em suma, é a razão pela qual o consumidor deve escolher-te a ti e não a concorrência. Deves apresentar a tua proposta adequadamente nos canais onde o teu público está presente (redes sociais, blogs, e-mail marketing, e muito mais).
  1. Marketing de conteúdo: só este ponto dava pano para mangas. Na sua definição, marketing de conteúdo é o processo de criação de conteúdo e consequente publicação de forma consistente sobre o que o teu o público quer consumir. Ou seja, artigos que acrescentem valor, artigos de qualidade. Esta é uma formas mais consistentes de gerar mais tráfego e aumentar a taxa de conversão. 
Clica para saber mais sobre Marketing de Conteúdo

4. Define os canais/ ferramentas digitais que vais utilizar e de que forma

Hoje em dia, considerando que o número de canais digitais a gerir se está a multiplicar e a quantidade de informação que obtemos sobre os nossos clientes está a aumentar, é fundamental teres uma estratégia Web (campanhas de e-mail marketing, meios de comunicação social, CRM, otimização da web, estratégias SEO, publicidade online, etc).

4.1. Um Website: a base de qualquer estratégia digital 

O “passa a palavra”, os meios de comunicação social, ou um motor de busca podem ser a forma como os teus potenciais clientes ouvem falar pela primeira vez da existência da tua empresa. 

Ainda assim, em última análise, a maioria dos consumidores explorará um website antes de visitarem pessoalmente uma empresa.

Se o teu website não for user friendly, ou seja, intuitivo, organizado e que funcione em vários dispositivos, pc, telemóvel, tablet, ou se for difícil de encontrar, estarás a encaminhar os potenciais consumidores para a concorrência (aqueles que têm um website grande e fácil de usar!). 

Certifica-te que quando um potencial cliente se deparar com o teu website, ele terá uma grande primeira impressão.

4.2. Landing pages e lead magnets

  • Landing page: é uma página web de aterragem, o local onde o cliente chega quando quer aceder a um site, por exemplo. Nessa página de aterragem vai encontrar o teu lead magnet que pode ser, por exemplo, um formulário (de subscrição de newsletter ou cupão de desconto) no qual deverá preencher os seus dados. 
  • Lead: é aquele cliente cujos dados, nome e e-mail, conseguiste captar
  • Lead Magnet: é a forma como vais captar os dados de um cliente para ele se tornar um lead

Se pretendes ser bem sucedido na aquisição de clientes online, então terás de construir uma lista de correio eletrónico. E para construir eficazmente uma lista de correio eletrónico, precisas de um lead magnet que leve à efetiva geração de leads.

Um lead magnet é uma oferta que podes promover a potenciais clientes em troca do seu endereço eletrónico e talvez de outras formas de informação (tais como nome e números de telefone).

Um bom lead magnet tem de dar uma resposta de forma breve a um problema específico da tua audiência.

Alguns exemplos de lead magnets: amostras, guias digitais, vídeos instrutivos, ofertas, cupões de desconto, etc.

Um bom lead magnet deve obedecer a pelo menos duas regras:

  1. Alto Valor Percebido: Dependendo do tipo de mercado em que te encontras, o teu lead magnet deve ser visto como algo altamente valioso (ou melhor ainda, deve ter um elevado valor real).
  1. Gratificação instantânea: O teu público está constantemente à procura de uma solução imediata para o seu problema. Se o teu lead magnet conseguir preencher essa lacuna, estarás a construir uma lista de correio eletrónico num instante.

Quando o teu público consome o teu lead magnet, a probabilidade de estar mais convencido que deve comprar na tua empresa, em vez de se dirigir aos teus concorrentes, aumenta.

4.3. Publicidade online e direcionada

A publicidade directa é uma estratégia que visa atingir os consumidores sem necessidade de algum tipo de intermediário para estabelecer a ligação.

Um dos tipos de publicidade direta mais comummente reconhecidos é o correio direto. A publicidade por correio eletrónico envolve a entrega de uma solicitação a um potencial comprador através de correio eletrónico direto ao consumidor. Normalmente, o consumidor tem a oportunidade de ser redirecionado para um website para saber mais sobre o produto, ou pode ir diretamente para uma página web e fazer uma encomenda.

4.3.1. E-mail Marketing

O e-mail marketing permite-lhe segmentar os seus clientes em diferentes listas com base nas suas preferências para enviar conteúdos altamente personalizados. Desde elaborar a linha de assunto perfeita a cuidadosamente selecionar imagens que ressoam com o teu cliente, assim como criar conteúdos valiosos que ajudam o teu público.

O e-mail marketing é o canal perfeito para conduzir o envolvimento.

É um tipo de marketing na Web que ocorre quando uma empresa envia mensagens ou campanhas promocionais a grupos de pessoas por e-mail. Normalmente, estas mensagens contêm anúncios, mensagens comerciais, ou uma CTA – Call to Action.

Qualquer tipo de e-mail com o referido conteúdo pode ser considerado e-mail marketing e o seu objetivo é adquirir novos clientes, construir ou melhorar a relação de confiança e lealdade de uma empresa com os seus clientes atuais.

4.3.2. Anúncios no Facebook

Os anúncios no Facebook são um excelente exemplo da prática de publicidade em redes sociais. Com o número mais elevado de utilizadores mensais ativos de qualquer rede social no mundo, o Facebook tornou-se um elemento altamente competitivo, e potencialmente lucrativo, em muitas estratégias de publicidade digital de empresas.

A publicidade paga em redes sociais ajuda os utilizadores a encontrar negócios com base nas coisas em que estão interessados e nas formas como se comportam online.

As empresas e comerciantes que experimentam os anúncios do Facebook ficam muitas vezes impressionados com a extensão das suas opções de targeting e customização, ferramentas que têm à sua disposição para criar anúncios apelativos e cativantes. É muito importante salientar também que te permite distinguir os anúncios com melhor desempenho dos piores e descobrir reações negativas. Se identificares os motivos para tais reações vais conseguir trabalhar melhor a forma como comunicas o teu produto ou serviço. 

Outro ponto importante na publicidade no Facebook é que podes utilizar o retargeting que não é nem mais nem menos que a prática de mostrar anúncios a pessoas que já visitaram o teu site.

4.3.3. Google Ads

O Google Ads, anteriormente Google Adwords, é a plataforma de publicidade da Google e lidera o mercado dos media online.

Destaca-se pela representatividade que todos conhecemos mas também porque através do Ads as empresas que anunciam podem se destacar para um público super segmentado.

Quando pagas por publicidade no Google Ads não é só para o teu negócio aparecer em todo o lado.  Estarás a investir num mercado-alvo qualificado e que tem interesse pelo teu negócio.

Melhor que ninguém, a Google, através do Guia de utilização do Google Ads, explica-te o que precisas fazer para começar e que estratégias usar para obter sucesso nas tuas campanhas. 

4.3.4. Influencers

Segundo o BusinessDictionary.com, os influenciadores são “indivíduos que têm o poder de afetar as decisões de compra de outros devido à sua (real ou percebida) autoridade, conhecimento, posição ou relação”.

Agora imagina que  alguém com um público de meio milhão de pessoas e uma influência tão incrível sobre o teu público-alvo, partilha uma publicação tua no seu blogue ou na sua página do Facebook? Ou que endossa publicamente o seu novo produto ou serviço?

Muitos negócio recorrem hoje aos influenciadores para promover os seus produtos e serviços.

5. Analisa a performance do teu plano através de KPIs

O trabalho não acaba depois de se ter concebido e implementado uma ou mais estratégias de marketing digital. O passo seguinte é um dos mais importantes: analisar os resultados. A análise de dados transformou-se num pilar para otimizar com sucesso o desempenho e os gastos do marketing digital.

Temos de medir cada ação utilizando KPIs que são basicamente indicadores-chave de performance. Alguns exemplos de KPIs:

  • ROI (Retorno sobre Investimento): Melhorei o desempenho financeiro da minha empresa?
  • Quantidade de clientes: Aumentei o número efetivo de clientes?
  • Retenção de cliente: Os meu clientes voltam a comprar?
  • Eficiência e Qualidade: Implementei medidas que agilizam o tempo de produção e trouxeram melhorias nos processos de fabrico?

Medir a eficácia das estratégias e atividades que implementamos no nosso marketing digital ajudar-nos-á a corrigir o que não funciona para atingir os objetivos que estabelecemos. Por isso, certifica-te de que dispões de um sistema eficaz de visualização de dados em tempo real.

Conclusão

Hoje em dia, um negócio que não está online é como se não existisse. Passa a ser um negócio que se sujeita aos “clientes de passagem” e a “clientes curiosos” que raramente compram.

Se antigamente, se distribuíam folhetos na rua como forma de publicidade, hoje basta pegar no nosso computador ou mesmo no telemóvel e com alguns cliques conseguimos levar o nosso trabalho a uma larga escala de pessoas independentemente da sua localização. Todas elas passam a ser potenciais clientes.

Segue-me no Instagram @business_mais para te manteres a par das novidades.

Tens algo que queiras partilhar a respeito desta temática?

Diz-me, deixando um comentário em baixo!

0

Competências, Tecnicas de Venda

O QUE É MARKETING DE CONTEÚDO?

O marketing de conteúdos é o processo de criação e publicação consistente de conteúdos que o público quer consumir. Envolve marcas que agem mais como editoras e criam conteúdos num destino que lhes pertence (um website p. e.) e que atrai visitantes.

O marketing de conteúdo não é a mesma coisa que conteúdo. 

O marketing de conteúdo foca-se no cliente e responde às perguntas importantes dos clientes, satisfazendo as suas necessidades e desafios.

O marketing de conteúdo permite às empresas alcançar, envolver e converter clientes, utilizando as palavras-chave que os clientes utilizam quando procuram produtos ou serviços. Desta forma é possível à empresa alcançar mais clientes interessados na sua oferta, assim como criar conteúdo no seu próprio website para responder às suas questões.

O marketing de conteúdo representa a lacuna entre o que produzimos como marca e o que o nosso público procura. Conduz a um valor comercial quantificável.

Isso torna-o realmente diferente da publicidade.

Basicamente, Marketing de Conteúdo:

  • é uma oportunidade para alcançar e converter novos clientes.
  • conduz a resultados mensuráveis e ROI (Retorno sobre o Investimento) em relação a táticas de marketing mais tradicionais.
  • conduz a resultados mensuráveis e ROI (Retorno sobre o Investimento) em relação a táticas de marketing mais tradicionais.
  • permite construir relações que aumentam a confiança na marca.
  • foca-se em contar histórias que ressoam com os clientes.
Marketing de conteúdo: finalidade

QUAL A FINALIDADE DO MARKETING DE CONTEÚDO?

Se o teu objectivo principal for as vendas, o teu marketing de conteúdo irá parecer vulgar e a tua voz pode cair em descrédito. Assim, corres o risco de seres visto como alguém que não se preocupa em ajudar o teu público-alvo, estando apenas preocupado em ganhar dinheiro.

O objectivo do teu marketing de conteúdo deve ser construir uma relação com o teu público-alvo, e fornecer-lhes informações durante o processo de compra, dando-lhes as ferramentas para os ajudar a tomar decisões inteligentes.

Quando procuras construir relações significativas com o teu público-alvo e o teu objetivo é ajudar o teu potencial cliente, o teu foco deve ser criar conteúdo genuíno e de relevo. Isto será percebido pelo teu potencial cliente como a ajuda que ele precisa para solucionar o seu problema e por isso terá mais em conta esse mesmo conteúdo.

O Content Marketing Institute diz isto sobre marketing de conteúdo: “…em vez de lançar os seus produtos ou serviços, está a fornecer informações que tornam o seu comprador mais inteligente. A essência desta estratégia de conteúdo é a crença de que se nós, como empresas, fornecemos informações consistentes e contínuas e valiosas aos compradores, eles acabam por nos recompensar.”

Marketing de Conteúdo: 4 mandamentos

OS 4 MANDAMENTOS DO MARKETING DE CONTEÚDO

1. Cria o melhor marketing de conteúdo possível

Fácil de dizer mas difícil de fazer. Tornar o teu conteúdo memorável e cativante é uma arte que tem muitas partes. 

Aqui estão os 6 princípios para orientar a criação do teu conteúdo:

  • Simplicidade
  • Imprevisibilidade
  • Especificidade
  • Credibilidade
  • Emoções
  • Storytelling 

Se conseguires tecer alguns destes princípios na criação de conteúdos, então estás no bom caminho para um marketing de conteúdos fantástico. 

2. Criar conteúdo focalizado

As empresas bem sucedidas conhecem os seus clientes. Compreendem os seus problemas e os seus desejos. O conteúdo tem de ser focalizado em torno desse ecossistema de tópicos que fornece respostas e satisfaz os desejos profundos dos clientes.

O conteúdo precisa ser mantido na base da proximidade ao cliente. Colocares-te sempre no lugar deles e fazer as perguntas “Será isto algo que o meu cliente precisa de saber?” ou “Será que achariam esta informação fascinante?”. Se conheces bem a tua área e és apaixonado pela tua indústria, então sabes quais são essas respostas e informações.

3. Converter leitores em compradores

Marketing conteúdo sem objetivo é um desperdício de tempo e dinheiro para os negócios e marcas. Os objectivos de marketing de conteúdo podem incluir a obtenção de subscritores para a tua lista de correio electrónico, aumentar os gostos do Facebook e finalmente vender um produto ou serviço. Certifica-te que o teu conteúdo converte os leitores em compradores. O marketing de conteúdo precisa de uma página de venda ou “landing page” que converta. Em breve terei um artigo exclusivamente dedicado à criação de landing pages. Se este tópico ainda não é a tua praia, por certo, vais achá-lo de grande utilidade.

Para além de outras questões uma landing page com impacto deve contemplar estes elementos-chave:

  • Urgência e escassez
  • Experimente antes de comprar
  • Prova social

4. Escrever títulos que atraem

Atualmente, as redes sociais oferecem tanta informação gratuitamente que se o título do conteúdo que ofereces não cativar o teu público-alvo à primeira vista ou não ressoar no seu coração desde o primeiro instante, o mais certo é os leitores seguirem para outras contas mais apelativas.

Os nanossegundos e os navegadores fugazes da web são um desafio para os criadores de conteúdos. Tens apenas 3 segundos para captar a atenção e obter o clique no teu link, quer apareça num tweet, numa página de resultados do motor de busca ou num post do Facebook.

Marketing de conteúdo: o poder da tua história

AS MELHORES PRÁTICAS PARA A CRIAÇÃO DE CONTEÚDO

Criar (e Seguir) um Calendário de Conteúdos

Sem um calendário de conteúdos, a tua empresa não tem uma estratégia de conteúdos. Se quiseres construir e fazer crescer uma audiência, a consistência é fundamental.

Coloca em prática a gestão do calendário da mesma forma que organizas os teus outros projectos. Decide com que frequência queres publicar conteúdos de longo formato, e depois mantém-te fiel a esse calendário. 

Utilizar a pesquisa por palavra-chave para lançar as bases

A pesquisa de palavras-chave é o primeiro passo para descobrir qual o conteúdo que o público irá ler e para que poderá ser classificado. Deixo-te algumas estas dicas de pesquisa de palavras-chave:

  1. Optimiza as publicações no blogue começando com a pesquisa de palavras-chave.

Assim é possível certificarmo-nos de que há interesse nos nossos tópicos. Vais querer ver os teus tópicos bem classificados nas páginas de resultados do motor de pesquisa e para isso também é necessário analisares a competição que existe contra ti.

  1. Escrever para palavras-chave de cauda longa

Uma falha comum de quem escreve é escrever conteúdos para palavras-chave curtas que são altamente competitivas. Por exemplo, digamos que alguém procura por artigos sobre a melhor forma de limpar e cuidar do vinil.

Embora “discos de vinil limpo” tenha 1.000 pesquisas mensais médias, “como limpar discos de vinil com água e sabão” tem 40 pesquisas mensais médias, o que, portanto, tem muito menos competição. Logo o teu artigo tem uma maior probabilidade de se classificar bem com esta palavra-chave.

Quando obtiveres relevância nos motores de busca para a palavra-chave de “cauda longa”, as tuas hipóteses de classificação para a palavra-chave mais curta e mais competitiva são mais alcançáveis.

O teu marketing de conteúdo precisa de contar uma história 

 A “narração de histórias” ou storytelling tornou-se uma grande palavra-chave no mundo do marketing de conteúdos. E claro, é verdade que as pessoas gostam de histórias. Gostam também de efeitos especiais. Isso não significa que o teu conteúdo precise de explosões para ter sucesso.

As grandes marcas têm grandes audiências cativas e orçamentos igualmente enormes, por isso podem dar-se ao luxo de contar histórias arrebatadoras. Um pequeno negócio, tem todos os motivos para começar com um marketing conteúdo um pouco mais humilde e provavelmente descobrirá que é muito mais eficaz do que “histórias” elaboradas. Começa por responder a perguntas utilizando a tua própria história ou a de pessoas à tua volta.

Os teus prospetos têm perguntas. E tu tens as respostas. Faz pesquisa de palavras-chave para descobrir quais são essas perguntas, e depois fornece as melhores respostas. Mostrar às pessoas como fazer algo é a forma mais poderosa de construir confiança e demonstrar perícia.

Certifica-te que escreves conteúdo a partir de uma perspectiva humana.  Escrever como uma marca com uma voz afastada não é cativante e tornará mais difícil atrair pessoas.  Consumir conteúdo é uma experiência pessoal.  O público volta-se para as redes sociais, blogs, podcasts, etc. em busca de soluções para os seus problemas. Se o teu estilo não é envolvente e os conselhos não são específicos, continuarão a percorrer o feed.

Investe em Conteúdo Interativo

A palavra na sua forma escrita é poderosa, mas não é suficiente por si só para fazer sobressair. Podes utilizar sondagens, webinars, ferramentas de planeamento e questionários, para impulsionar ainda mais o envolvimento. Distribui-os em canais sociais apropriados, tais como o Facebook para os questionários e o LinkedIn para os webinars

Os questionários fornecem um resultado personalizado, que pode ajudar os vendedores a fechar mais negócios. Ferramentas interativas fornecem um valor imediato aos potenciais clientes, o que gera confiança.

As empresas que atraem mais atenção compreendem a importância de conteúdos planeados, de alta qualidade e variados. Utilizam todos os canais de distribuição à sua disposição para se colocarem à frente dos leitores certos. E se o conteúdo ainda cair por terra? Continuam a criar até que o conteúdo se ligue.

Marketing de conteúdo: promover conteúdos

PROMOVE O TEU CONTEÚDO

Demorará algum tempo até o Google colocar o teu conteúdo em primeiro lugar nos resultados do motor de busca. Até lá, podes simplesmente usar sinais sociais para obter mais visibilidade (e melhor a tua posição na classificação). 

O truque está em partilhar de novo o conteúdo. Repor o conteúdo; transformar os artigos em publicações nas redes sociais, infográficos e até vídeos. Publicar esses artigos em todo o lado.

Podes até tentar publicidade de conteúdo, o que é especialmente benéfico para os potenciais clientes de topo que podem ainda não saber que têm um problema que o teu produto ou serviço pode resolver.

Marketing de conteúdo funciona muito bem para aqueles potenciais clientes complicados.

É ótimo quando se consegue chegar às pessoas que estão prontas a comprar imediatamente, mas é provável que tenha a sua quota-parte de potenciais clientes que ainda se estejam com dúvidas. Esses podemos atraí-los e retê-los com conteúdo.

CONCLUSÃO

Neste artigo quis mostrar como é importante teres uma estratégia de Marketing de Conteúdo e como a podes desenvolver.

Quer a tua marca seja grande ou pequena, os leitores esperam que o teu conteúdo seja profundo, de boa procedência e autêntico, sem falhas.

Na era dos filtros Instagram, o teu público está à procura de algo um pouco mais genuíno.

O consumidor moderno não se envolve apenas com uma marca – o consumidor quer ser parte da história de uma marca.

53% dos utilizadores esperam que as empresas mostrem responsabilidade corporativa nos meios de comunicação social, bem como transparência  que sejam transparentes quanto a mudanças em produtos ou serviços.

Pode ser necessário um pequeno esforço extra, mas é evidente que a transparência vale bem a pena.

Com o desenvolvimento de novas tecnologias e um público potencial em constante crescimento, o marketing de conteúdos só continuará a tornar-se mais importante.

Segue-me no Instagram @business_mais para te manteres a par das novidades.

Tens algo que queiras partilhar a respeito desta temática?

Diz-me, deixando um comentário em baixo!

0

Tecnicas de Venda

Quem nunca, certo? Quem nunca se viu perante um cliente indeciso. Após tantos contactos, reuniões, a concretização da venda tão próxima, as vantagens do produto tão claras, e ainda assim o cliente pede tempo para pensar. O que está realmente por detrás deste pedido? É o que vamos analisar juntos neste artigo.

As objeções de vendas mais utilizada pelos clientes

Quer estejas num telefonema de vendas ou numa reunião, “Deixe-me pensar nisso” é a objeção de vendas que certamente não queres ouvir. 

Quando no fim do teu discurso comercial perguntas ao cliente se ele deseja efetuar a encomenda do teu produto, certamente já ouviu o teu prospeto dizer: “Ainda não estou totalmente convencido” ou “mande-me um e-mail com mais informações”. 

O que é que eles querem mesmo dizer com isto? 

Quantas vezes já ouviste essas desculpas no fim de uma chamada telefónica de vendas?

Talvez no passado, tenhas acreditado nessas desculpas. 

Talvez te tenhas até oferecido para lhes enviar mais informações por e-mail, ou talvez tenhas combinado uma chamada de acompanhamento para verificar com eles nas semanas seguintes deixando-lhes assim tempo para pensar.

Quantas vezes já estiveste numa reunião de vendas, pessoalmente ou por telefone, e no fim da tua apresentação, o teu potencial cliente diz que quer pensar?

Ou te pede que as tais informações por e-mail? 

O que aconteceu depois? 

Nunca mais ouviste falar dele. 

É uma técnica clássica de diversão que talvez já tenhas utilizado para te veres de vendedores que lhe ligam para vender tudo e mais alguma coisa por telefone. 

Só que é mentira!

Esta frase significa que perdeste a venda.

Os teus potenciais clientes mentem. 

Quando um potencial cliente diz que quer pensar melhor, não é realmente o que está na cabeça dele. 

O que ele está a dizer é na verdade “Não”.

O que está realmente por trás de um “Deixe-me pensar no assunto” é um não.

Quando um potencial cliente afirma que precisa de pensar e diz que te vai contatar mais tarde, o que te está a transmitir é uma destas três situações:

Situação #1: Problema financeiro “Não tem dinheiro.”

É muito provável que seja um problema de dinheiro, mas ele não o vai admitir. Neste caso o prospeto mente e utiliza uma objeção dizendo que te volta a contactar mais tarde, mas nunca o fará. Nunca te irá contactar…

Situação #2: O Cliente não vê o valor que o produto ou serviço lhe vai trazer.

O potencial cliente ouviu a tua apresentação com atenção, mas não vê o valor que o teu produto ou serviço vai trazer à empresa dele.

Neste caso, terás de rever a sua apresentação pois esta não é clara no que se refere à solução que lhe vai trazer, o prospeto não sentiu a necessidade ou a solução do problema que o teu produto constitui. Não conseguiste demonstrar de forma clara que o teu produto é a solução que ele procura para passar do estado A ao estado B.

Situação #3: “O cliente não vê urgência.

O potencial cliente não percebe que tem de comprar naquele preciso momento, porque durante a apresentação do teu produto ou serviço não mencionaste o fator urgência.

As pessoas são por natureza preguiçosas. A menos que se lhes seja provado que têm agir AGORA, nunca o farão.

Os prospetos vão fechar-te a porta porque não sentem necessidade de comprar ou porque não podem comprar. Numa chamada de vendas, ou durante uma reunião de vendas, somente uma destas duas situações deve acontecer: Ou sabes porque é que ele compra ou sabes porque é que ele não compra.

Se concordares em deixá-lo pensar, perde a venda. 

Enquanto vendedor, falhaste por uma razão ou outra. 

Talvez tenha sido na demonstração do valor do teu serviço ou na transmissão do sentimento de urgência em relação à razão pela qual eles deveriam comprar agora o produto. 

Escusado será dizer que outra grande maneira de perder uma venda é deixar o potencial cliente escapar com a desculpa “Eu preciso pensar no assunto”.

Então, se o teu futuro cliente usar a clássica rejeição “deixe-me pensar nisso”, como deves responder? 

Não se trata na verdade de como se responde. 

É uma questão de estrutura no início do pitch de venda (discurso comercial/ apresentação). 

Constatamos que se perde a venda assim que se diz “tudo bem, ligo-lhe daqui a duas semanas para ver se está Ok”.

Vamos então ver como reformular o início do pitch, para garantir que não vais lidar com desculpas evasivas.

Como estruturar o teu pitch desde o início para evitar desculpas

Não deixes que o teu potencial cliente fugir com a desculpa: “Deixa-me pensar nisso.”

Se não queres que isso aconteça, temos de reformular.

Logo no inicio, deves ser claro : “Sr. Prospeto, o objetivo da reunião de hoje é determinar se é adequado trabalharmos juntos. Depois da nossa reunião, terá como possibilidade uma destas três decisões.

Poderá dizer: ‘Sim, é um excelente acordo. Nesse caso avançamos e fazemos negócio juntos.

Poderá dizer ‘Não’ e tudo bem – um ‘Não’ é uma resposta perfeitamente aceitável e não haverá ressentimentos.

A terceira opção será  “Deixe-me pensar nisso” e é esta opção que não queremos que diga, sabe, eu faço este tipo de reuniões há muito tempo, e o que na verdade esta terceira opção significa é “Não”. Então, antes de começarmos, vamos acordar o seguinte: no fim da nossa reunião irá dizer ‘Sim’ ou ‘Não’. parece-lhe bem?

Como este discurso estruturamos a conversa e mudamos a forma como esta se vai desenrolar.

Condicionamos o cliente e será mais difícil para ele utilizar uma objeção ou dizer-nos “preciso de pensar melhor”.

O cliente neste caso também estará mais à vontade porque percebeu que não há qualquer problema se ele achar que não quer o produto.

Com esta técnica conseguimos que o prospecto não use a desculpa fácil de pedir tempo para pensar.

Não tenhas medo de ser claro e direto com os teus prospetos, ele ocultam a verdade para se esquivar. 

Tenta saber de forma clara o motivo pelo qual eles lhe não lhe dizem a verdade para conseguires com maior facilidade fechar a venda.

Conclusão


Quando o teu prospeto diz: “Deixe-me pensar nisso”, a objeção é apenas um ecrã para esconder o que ele realmente pensa. Os clientes não conseguem dizer “Não” e não são capazes de dizer que não têm dinheiro.

Se não conseguires demonstrar-lhes a razão pela qual eles deveriam comprar, são eles que lhe irão apresentar uma razão pela qual eles não compram. No início da chamada com o teu potencial cliente, estrutura a chamada para evitar a objeção de venda “Eu preciso de pensar nisso”. Mesmo que obtenhas essa objeção no fim da chamada, lembra ao teu potencial cliente o que combinou contigo no início da chamada.

Não tenhas medo de ser direto, porque se o fores, irás aumentar as tuas hipóteses de descobrir o que realmente está a acontecer e fechar o negócio.

Outros artigos sobre esta temática que podes encontrar aqui no blog:

Brindemos ao teu sucesso!

E tu, o que achas ?

Diz-me, deixando um comentário abaixo!

0

Tecnicas de Venda

Para se tornar um excelente vendedor, não precisa de conhecer o produto de cor nem de saber responder a todas as perguntas possíveis e imagináveis acerca dele. Também não precisa de ser dotado do dom da fala. Na verdade, para se tornar um excelente vendedor, deverá fazer algo contra-intuitivo.

Primeiro que tudo não pode ser vendedor. Agora, antes de eu entrar nas características do que o torna um vendedor bem-sucedido, vamos primeiro inverter a ideia convencional de um vendedor de cabeça para baixo. Por que é que um vendedor não deve ser um vendedor?

Aqui está uma das lições mais importantes que aprendi. Para ser bem sucedido em vendas, precisamos desafiar as ideias convencionais sobre o que é um vendedor.

As competências desrespeitadas

Imagine este cenário. O seu filho vem ter consigo e diz: “Papá/Mamã, quando eu crescer, quero ser médico.” imediatamente sente uma onda de orgulho ao responder: “Filho/Filha, estou tão orgulhoso“. Eduquei-te tão bem!

Agora imagine um cenário diferente. Seu filho diz: “Papá/Mamã, quando eu crescer, quero ser vendedor“. Cai-lhe tudo e responde: “Foi assim que eu te eduquei?” Questiona-se: “Onde é que eu falhei como pai? Como posso mudar esta decisão?

Por que é que a sua reação é tão diferente em um cada dos cenários? A explicação está na forma como estamos condicionados a pensar nos vendedores. Muitos cenários desagradáveis vêm à mente. Os irritantes telemarketers que telefonam insistentemente para lhe propor um produto que não quer. O vendedor agressivo e insistente no centro comercial que continua a pedir-lhe para experimentar uma amostra quando apenas quer que o deixem em paz.

Eles manipulam, enganam, e quando fazem uma venda e obtêm comissão, as memórias, as associações, fazem-no querer livrar-se destas experiências.

Mas pense nisso. É perfeitamente certo conseguir um empréstimo para estudar, passar de seis a oito anos na faculdade de medicina, endividar-se e depois trabalhar numa profissão stressante? Não me interprete mal; tenho um profundo respeito pelos médicos e a nossa sociedade precisa deles.

Mas a opinião da sociedade sobre os vendedores é imerecidamente negativa. As vendas como profissão são desaprovadas, não são consideradas como ” um trabalho ” ou ” carreira “. Os vendedores podem formar-se e aperfeiçoar as suas técnicas em meses, dependendo da sua mentalidade, determinação e capacidade de vendas, sem se afogar em anos de dívida… e criar um ordenado com seis dígitos… ou mais.

Na verdade, algumas das pessoas mais bem pagas da nossa sociedade são ou vendedores. E eles são famosos.

As diferentes perspetivas sobre os vendedores

Warren Buffet, Elon Musk e Steve Jobs são todos vendedores. Eles todos tem um grande talento para convencer as pessoas.

Quando Elon Musk anuncia o último modelo Tesla, ele está convencer potenciais compradores a comprar um carro novo. Quando Warren Buffet, na reunião de acionistas, fala sobre o que eles vão fazer, o último relatório, os ganhos … ele convence as pessoas a investir nas suas ações.

A Key Note que Steve Jobs deu sobre o iPhone ou o iPad – quando milhares e milhares de pessoas assistiram ao vivo e em todo o mundo – essas pessoas estavam a assistir a uma apresentação de vendas. Ele estava fechar a venda dos últimos produtos da Apple.

O bilionário mais jovem do mundo, Kylie Jenner, também é um excelente vendedor. A influência da sua celebridade tem um papel importante processo de venda dos produtos cosméticos e acessórios.

Para sermos tão bem sucedidos em vendas quanto essas pessoas famosas, precisamos questionar as nossas crenças na sabedoria convencional.

Crenças que temos de desafiar e mudar sobre práticas de vendas

Se eles querem eliminar associações negativas com a palavra “vendedores”, então os vendedores não devem seguir a sabedoria convencional. Ser um excelente vendedor não tem a ver com as qualidades que as pessoas costumam associar à profissão.

Aqui estão algumas práticas de vendas bem conhecidas que devemos desafiar e mudar:

  • Um vendedor normalmente diz, “Este produto é muito bom. A nossa empresa é a melhor do mundo e por isso este produto irá ajudá-lo a si e à sua empresa. Deve comprar este produto”. Há algo de pretensioso nestas afirmações, o foco está no valor que o vendedor acha que produto tem, mais do que no problema que o cliente pode ver solucionado se o adquirir. Atenção, é importante ter entusiasmo e convicção no produto que está a vender é positivo porque se não estiver entusiasmado com o seu produto ou serviço, então o potencial cliente também não ficará entusiasmado. Agora imagine que o vendedor tenta fazer uma ligação pretensiosa. Por exemplo, quando o vendedor pergunta: “Como estão os seus filhos? Como está o trabalho? É um vínculo pretensioso porque o vendedor não se importa com as respostas e o potencial cliente não está realmente interessado na conversa.
  • Seguir o lead/prospeto 5, 10 ou mesmo 20 vezes. Os vendedores precisam de ser persistentes e continuar a ligar ou a procurar clientes potenciais porque se os clientes não comprarem, o negocio não se faz. Um bom vendedor acompanha e não desiste. Seguir um lead é persistir até que o prospeto efetue uma compra.
  • Os vendedores sabem que o prospeto médio precisa ser contatado pelo menos sete vezes antes de comprar seja o que for. Por isso, procuram insistentemente a venda, sabendo que é boa prática não desistir facilmente.
  • Perseguir o potencial cliente. Isso faz parte do acompanhamento e do processo de venda. Os vendedores trabalham na construção de uma relação com o potencial cliente, tentando continuamente agradá-los até que o potencial cliente ceda e finalmente faça a compra.

As técnicas tradicionais de venda incluem a vinculação pretensiosa.

Aqui está o problema com todos estes métodos de vendas convencionais. As pessoas não gostam de ser perseguidas. Elas não gostam de ser importunadas. Não querem uma relação profissional com um vendedor que tenta constantemente ser amigável e social com eles apenas porque querem fechar um negócio. São essas mesmas práticas que têm dado às vendas a má reputação que elas têm.

Como vendedor, não gosto de forçar os clientes. Também não gosto de perseguir. Pelo contrário.

Os meus clientes potenciais marcam uma reunião comigo porque querem saber mais sobre a minha oferta e estão interessados em comprar. Agora, talvez esteja a pensar, como é que eu consigo que os meus prospetos me procurem?

Aqui está o método que eu uso: Eu não pareço, não falo, não ajo nem falo como um vendedor típico.

Um bom vendedor resolve problemas

Um profissional de vendas não soa como um vendedor típico e desprezível. Eles não injetam alegria excessiva na voz quando atende o telefone: “Ei, como você está senhor?

Falam de forma calma e neutra, com um tom de voz como quando um médico o diagnostica.

Imagine uma visita ao seu médico, e ele lhe diz: “Estou feliz tão por o ver hoje! Como se sente? Está com febre? Não se preocupe. Eu posso passar-lhe uma receita, e está com sorte! Temos uma parceria com esta marca e se comprar uma embalagem, receba outra de graça. “.

Não importa o quão doente esteja, provavelmente sairia daquele consultório a correr. Não é assim que um médico se comporta e também não é assim que um vendedor profissional age.

Um bom vendedor age de forma calma e neutra. Resolve problemas como um médico, e faz perguntas até conseguir diagnosticar as necessidades do potencial cliente.

Bons vendedores fazem perguntas como: “Conte-me um pouco sobre a sua situação. Fale-me sobre o seu negócio. O que esperava obter de mim hoje? Eles querem saber mais sobre as razões pelas quais está interessado na oferta para que possam decidir se a oferta que têm vai resolver o problema. Assim como um médico que não lhe dá uma receita que não precisa, um bom vendedor não lhe vende algo que não seja lhe seja adequado. E comportam-se e falam como um profissional, falam com uma tonalidade convicta e autoritária. Mais importante ainda, não estão ligados à venda.

Os profissionais de vendas não estão desesperados por fazer uma comissão à custa da insatisfação do cliente. Quando o potencial cliente sente que o vendedor não está ligado ao resultado, fica recetivo. Sente que o vendedor quer realmente ajudá-lo, e não está apenas atrás de uma comissão ou de uma quota de vendas.

É assim que um vendedor profissional, consegue o que quer na vida. Primeiro, ajudam os outros a conseguir o que querem, resolvendo os seus problemas. Em segundo lugar, eles perseguem seus próprios objetivos financeiros.

Um bom vendedor age como um solucionador de problemas.

Para concluir, ser um Excelente vendedor é:

Se quer tornar-se um excelente vendedor, tem de entender que o seu papel não se trata de forçar a compra de um produto ao seu cliente. Também não se trata de usar métodos convencionais para acompanhar ou perseguir um potencial cliente.

Para ser um excelente profissional de vendas, não aja ou fale como um vendedor típico. Mantenha a calma e neutralidade de um médico enquanto faz as suas perguntas e descobre as suas necessidades. Não persiga o potencial cliente.

Quando o seu potencial cliente pode ver que está realmente interessado em ajudá-los, e não em vender, ele irá responder de forma diferente. Esta é abordagem para tornar-se um vendedor bem sucedido e bem pago.

Outro artigo que poderá gostar ler.

Brindemos ao seu sucesso!

Qual a sua opinião nesta matéria?

Diga-me o que pensa, deixando um comentário abaixo!

0

Tecnicas de Venda

Quando disser que o seu produto ou serviço é o melhor, não espere que os seus clientes acreditem.

Os seus argumentos de venda devem ser discutidas e provadas para conseguir convencê-los.

Existem dois tipos de provas que podem ser usadas nos seus textos de vendas: a prova social e a prova de notoriedade.

Prova social: convencer pela massa.

A prova social é um argumento que se baseia nos testemunhos dos outros clientes ou utilizadores.

Neste caso, o que queremos que o nosso potencial cliente pense é “Os outros são clientes e estão satisfeitos, porque não eu?”

Um potencial cliente procura numa prova social 3 coisas: o número de pessoas que classificaram aquele produto (escala); a forma como descrevem a sua experiência de utilização do produto (ambiguidade) e, por fim, semelhanças com as pessoas que comentam, tipo de necessidades, requisitos, etc (similaridade).

Encontramos frequentemente a utilização desta técnica em sites onde os compradores podem classificar e comentar sobre um produto após a sua compra. Alguns sites incentivam os clientes a fazê-lo oferecendo-lhes pontos ou descontos.

Prova de notoriedade: convencer pelo aconselhamento.

A segunda técnica utiliza a notoriedade e esta convence pelo aconselhamento que é dado ao cliente por parte de um entendido.

A prova de notoriedade é um argumento que usa o parecer de um especialista, ou associação com especialistas, celebridades ou figuras com um peso na sociedade, para convencer.

A ideia com que queremos que o nosso potencial cliente fique é a seguinte:

“Especialistas recomendam o Produto X, eu confio neles logo também quero este produto.”

Aqui estão alguns exemplos:

“A marca favorita dos proprietários de oficinas.”
“Recomendado pelo Doutor X, especialista na patologia Y”
“78% dos profissionais usam o produto X”
“Anunciado na TV”

Em jeito de conclusão, o ideal é conjugar tanto a prova social como a prova de notoriedade, sempre que o tipo de produto ou serviço o permitir.


Outro artigo que poderás gostar de ler:

Brindemos ao teu sucesso!

Qual a tua opinião neste assunto?

Diga-me o que pensa, deixando um comentário abaixo!

0

Tecnicas de Venda

Neste artigo vou falar-lhe numa técnica de vendas poderosa, que lhe permite destacar-se claramente dos seus concorrentes e aumentar as suas vendas facilmente.

Trata-se de descrever os seus produtos e serviços com o maior número possível de detalhes específicos, para deixar os seus clientes com água na boca.

A ideia é fazer com que eles sintam os benefícios que irão receber na oferta.

Que restaurante tem a melhor estratégia de marketing?

Este primeiro exemplo, é inspirado no livro Cashvertising de Drew Eric Whitman (um livro que deve mesmo ler!):

Dois restaurantes concorrentes são especializados em cozinha italiana.

O primeiro tenta dar-se a conhecer através da distribuição de panfletos com desconto. Aliás todo o panfleto é o cupão de desconto. Não existe qualquer descrição que alicie as pessoas a entrarem neste restaurante, nada que possa persuadir uma pessoa a comer neste restaurante.

“Restaurante italiano. Massa e pizza 20% de desconto na primeira refeição.”

O segundo restaurante também distribuiu panfletos.

A diferença entre os dois panfletos estava na comunicação:

“As nossas pizzas caseiras frescas e crocantes são preparadas apaixonadamente pelo Sílvio, o nosso chef italiano, e cozidas em fogo de lenha no local.

A nossa massa é preparada de acordo com a receita tradicional das avós italianas, com bons ovos da quinta.

Os nossos legumes do mercado são cuidadosamente seleccionados pelo chef todas as manhãs ao nascer do sol.

O nosso azeite, está cheio de sol italiano e é importado diretamente de Turim.

No restaurante Sílvio, a música italiana acompanha a sua degustação. É suave e melodiosa, para combinar com as velas que iluminam a sua mesa.”

A diferença entre os dois panfletos está na emoção que suscitam.

O restaurante do Sílvio, ao utilizar descrições tão específicas na sua propaganda, consegue criar expectativa e curiosidade no cliente, que desta forma facilmente se imagina a consumir uma pizza num ambiente tão apelativo.

Jardinorama ou Jardinoo: qual dos dois o mais persuasivo?

Aqui vai outro exemplo:

Duas lojas online que vendem equipamento de jardinagem.

Ambas querem apresentar-se como tendo a oferta mais completa no mundo da jardinagem.

A primeira loja diz o seguinte:

“Toda os artigos de jardinagem disponíveis online!

A Jardinorama tem tudo em stock, desde pequenas ferramentas a corta-relvas.”

A Jardinoo comunica com este texto:

“Jardinoo são 137 modelos de corta-relvas, 45 tamanhos de sacos de compostagem, 3542 ferramentas manuais, 38 marcas de herbicidas, 289 tipos de grama. Cada um dos nossos 47.965 artigos, mesmo aqueles que custam menos de 1 euro, têm a garantia de serem satisfeitos ou reembolsados imediatamente, no local e pessoalmente.”

Percebe que, além de ser específico, este segundo exemplo inclui muitos números que mostram a diversidade de produtos que têm disponíveis para o cliente. Outro ponto-chave é a segurança e credibilidade que transmite a cliente quando aborda a questão da satisfação ou reembolso.

Podemos assim concluir que é importante ser-se específico quando se trata de descrever o nosso negócio.

Será mais persuasivo se informar o cliente com o maior número de detalhes e não hesitar em dar valores.

Em qual dos restaurantes iria almoçar? E, se precisasse, em que loja compraria produtos de jardinagem?

Diz-me o que pensas, deixando um comentário abaixo!

0